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Área Contábil.
Teremos o prazer em estar dirimindo dúvidas nas áreas contábeis, prospectando aos associados, uma gama de informações para melhor desenvolvimento das atividades empresariais. A ACECAM disponibiliza o primeiro atendimento contábil aos associados, visando dirimir as possíveis dúvidas nas diversas áreas, tais como: tributos, relatórios contábeis, balanços, etc...

Apoio Jurídico.
Visa auxiliar o empresário como primeiro contato jurídico, dirimindo dúvidas nas diversas áreas: cível, consumidor, tributário, trabalhista, entre outros. A proposta do primeiro atendimento jurídico, visa nivelar junto ao associado, as informações pertinentes as dúvidas que venham a ocorrer nas mais variadas áreas do direito, ou seja: cível, consumidor, tributária, trabalhista, entre outras.

Valores diferenciados.
A ACECAM está firmando uma salutar parceria com a UNIMED Serrana RJ, visando proporcionar aos associados, tabela de valores diferenciados nos planos de saúde empresarial. A parceria da ACECAM com a Unimed Serrana RJ leva até a classe empresarial, vários tipos de planos de saúde, dando opções para que você possa escolher aquele que melhor atende as suas necessidades. Agora a sua família vai poder estar protegida pela maior Cooperativa de Assistência médica do país. A UNIMED oferece planos com coberturas e preços diferenciados, possibilitando flexibilização e adequação dos planos de acordo com a sua necessidade. Possui a maior rede credenciada de hospitais, clínicas, laboratórios e serviços para diagnósticos e terapias.

É só ligar e agendar.
Associado ACECAM tem a oportunidade de adquirir ou renovar seu CERTIFICADO DIGITAL com descontos. Agende seu atendimento, a certificação digital proporciona praticidade, segurança, privacidade nas informações e muito mais... De forma resumida, o certificado digital é a identidade virtual de empresas e pessoas. Por ser uma tecnologia que utiliza criptografia de dados, o certificado digital é a alternativa segura para assinar documentos que possuem válida jurídica e fiscal. Com ele você pode emitir notas fiscais, enviar Declarações de Imposto de Renda à Receita Federal, coletar assinatura de contratos com clientes e fazer a emissão do RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas) digital. Por isso, o certificado digital é a desburocratização de tarefas que antes eram realizadas presencialmente, já que dispensa a autenticação da assinatura de próprio punho.

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Brasil tem 4,3 milhões de empreendedores 60+
O Brasil avança para ser o quinto país com a maior população de pessoas com 60 anos ou mais até 2030 e, naturalmente, isso acarreta uma transformação econômica: 4,3 milhões de brasileiros nessa faixa etária comandam seus próprios negócios. Impulsionado pela longevidade crescente e pelos avanços em saúde, o empreendedorismo sênior chama atenção. Pela primeira vez, dados de 2025 do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) indicam que 63% dos seniores entre 65 e 74 anos empreendem por “oportunidade e não por necessidade”. Mas será que é essa a realidade de quem está aposentado e precisa continuar mantendo uma rotina de trabalho para garantir a dignidade? A “revolução prateada” no empreendedorismo brasileiro é divulgada como uma quebra de paradigmas sobre a capacidade produtiva na maturidade. Embora o número de donos de negócios com 60 anos ou mais tenha crescido 53% entre 2012 e 2024, segundo a PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, principal investigação do IBGE sobre o mercado de trabalho e as condições de vida no Brasil), nessa escolha existem tanto necessidades individuais e familiares, como preconceito e etarismo, que associam inovação e agilidade somente aos jovens. "Um dos maiores desafios do autoetarismo: achar que você não tem mais condições de produzir. Nosso trabalho é mostrar que a pessoa continua ativa, capaz de tocar um negócio", afirma Gilvany Theodoroviz Isaac, gestora da pauta Futuridade 60+ do Sebrae. A especialista destaca ainda duas características desse empreendedor: a experiência profissional e a busca por negócios com um propósito com o qual se conecte. E eles também trazem rede de contatos e capacidade de planejamento. “O empreendedor sênior costuma ter mais concentração, menos distrações e consegue produzir mais dedicando menos horas ao negócio em comparação aos jovens", explica Theodoroviz. O atendimento humanizado é outro diferencial. Paciência, empatia, escuta ativa e preferência pelo presencial são características desenvolvidas ao longo da vida profissional e ajudam a construir relações de confiança. Fonte: https://dcomercio.com.br

Dia dos Pais deve movimentar o comércio, mas endividamento pode limitar o consumo.
As vendas para o Dia dos Pais devem movimentar R$ 8,52 bilhões no varejo brasileiro, segundo projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O valor representa um crescimento real de 2,9% em relação ao registrado na data comemorativa do ano passado, já descontada a inflação. O alto endividamento das famílias e as condições de crédito seguem como entraves para o consumo. Pelo quinto mês consecutivo, 81,64% das famílias brasileiras tinham dívidas a vencer, como cartão de crédito, cheque especial e financiamentos. A proporção de famílias com contas em atraso ficou em 29,9%, próxima do recorde de 30,5% registrado no fim de 2025. A queda do desemprego e o avanço da massa de rendimentos criaram um ambiente propício. Por outro lado, observamos que o alto nível de endividamento das famílias e a fragilidade das condições de financiamento atuam como fatores limitantes, impedindo uma aceleração ainda mais robusta do consumo. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

Fim da escala 6×1: quem paga a conta no varejo?
No debate sobre o fim da escala 6×1, há uma questão que recebe menos atenção do que deveria: quem pagará a conta dessa mudança? No varejo, a resposta é relativamente simples. Parte desse custo será absorvida pelas empresas. Outra parte chegará ao consumidor. Em muitos casos, pelos dois lados da equação. Antes de discutir a conta, convém dimensionar o setor que vai recebê-la. O varejo é uma das maiores engrenagens da economia brasileira e um de seus principais empregadores. Só o comércio varejista responde por mais de 7 milhões de empregos formais, figurando entre os setores que mais contratam com carteira assinada no País. Para se ter ideia desse peso, o varejo alimentar, sozinho, faturou cerca de R$ 1,1 trilhão em 2025, o equivalente a aproximadamente 9% do PIB nacional. Quando se fala em varejo, portanto, não se trata de um segmento qualquer, mas de um dos pilares que sustentam o emprego e a renda no Brasil. É justamente por isso que qualquer mudança em suas regras de trabalho merece atenção redobrada. A discussão sobre qualidade de vida e condições de trabalho é legítima e necessária, mas existe uma diferença importante entre reconhecer que o modelo atual precisa ser aperfeiçoado e acreditar que uma mudança legal, por si só, será capaz de resolver um problema complexo. O varejo brasileiro não é composto apenas por grandes companhias com elevada capacidade de absorver custos. É um setor formado majoritariamente por micro e pequenas empresas, com margens apertadas, operação durante sete dias da semana e forte dependência de mão de obra. É o mercadinho da esquina, a farmácia que abre aos domingos e a loja que depende do movimento de sábado. Outro ponto que merece atenção é o efeito da medida sobre o mercado de trabalho. O professor Hélio Zylberstajn, da USP, alerta que o aumento do custo da mão de obra pode estimular a substituição de trabalhadores mais experientes, geralmente, mais caros, por profissionais mais jovens com remuneração menor. Em determinadas situações, uma política concebida para ampliar a proteção ao trabalhador pode produzir efeitos indesejados para parte dessa mesma força de trabalho. Ao mesmo tempo, é razoável esperar que o avanço da PEC acelere investimentos em automação, softwares de gestão, autoatendimento e Inteligência Artificial. Trata-se de um movimento que já vinha ocorrendo, mas que tende a ganhar força à medida que as empresas buscam compensar o aumento dos custos operacionais. Em muitos casos, a tecnologia não elimina postos de trabalho, mas reduz a dependência de mão de obra em atividades repetitivas e permite direcionar profissionais para funções de maior valor agregado. A adaptação, contudo, dificilmente dependerá apenas da tecnologia. As empresas também precisarão rever processos, aprimorar a gestão da produtividade e buscar modelos operacionais mais eficientes. Em alguns segmentos, estratégias comerciais capazes de distribuir melhor a demanda ao longo da semana também poderão contribuir para reduzir parte da pressão sobre os custos. Nesse contexto, a negociação coletiva ganha relevância. Eventuais reduções de jornada tendem a produzir resultados mais consistentes quando permitem que cada segmento econômico construa soluções compatíveis com sua operação, sua capacidade financeira e sua dinâmica produtiva, em vez de adotar um modelo uniforme para realidades bastante distintas. A escala 6×1 provavelmente precisa ser superada. A discussão sobre qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e descanso é legítima e necessária. O desafio está em construir uma transição que preserve esse objetivo sem comprometer a competitividade das empresas nem a sustentabilidade dos empregos. A forma como essa mudança será implementada terá peso decisivo para determinar se ela produzirá os resultados esperados ou criará obstáculos justamente para os setores com menor capacidade de absorver seus custos. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

Jovem aprendiz: como a indústria forma o profissional do futuro
Empresas investem em formação técnica e plano de carreira para aumentar efetivação e preparar jovens para o mercado de trabalho. Rodízio entre setores, acompanhamento por mentores, capacitação em inteligência artificial e até aulas de idiomas. Essa é a forma como algumas empresas vêm transformando seus programas de jovem aprendiz para formar os profissionais do futuro. A iniciativa, no entanto, não é uma prática do mercado. Grande parte das empresas vê o programa jovem aprendiz “como cumprimento da cota”. Um estudo do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), realizado a pedido do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), aponta que o principal obstáculo para os jovens hoje é construir trajetórias profissionais consistentes, já que muitos programas continuam concentrados em atividades operacionais, com poucas perspectivas de crescimento. O estudo mostra que o Brasil tem 32,9 milhões de jovens entre 14 e 24 anos. Desse total, 13,9 milhões estão ocupados. Entre eles, 84% trabalham em ocupações generalistas e apenas 16% exercem funções técnicas ou de nível superior. O levantamento também aponta que o país conta com cerca de 708 mil jovens aprendizes. Na contramão desse cenário, algumas empresas vêm redesenhando seus programas de aprendizagem para transformar o jovem aprendiz em uma porta de entrada para futuros profissionais da organização. Em vez de apenas cumprir a legislação, elas investem em formação técnica, desenvolvimento comportamental, acompanhamento individual e oportunidades reais de efetivação. A ideia é oferecer ao jovem uma visão clara de desenvolvimento profissional. Além da formação técnica, cada participante é acompanhado por indicadores de desempenho, avaliações periódicas e reuniões entre a empresa e o Senac para monitorar sua evolução. A legislação do Jovem Aprendiz (Lei nº 10.097/2000) estabelece a contratação obrigatória de jovens entre 14 e 24 anos por empresas de médio e grande porte. O contrato especial tem duração máxima de dois anos e garante direitos trabalhistas e previdenciários, conciliando atividades práticas na empresa e teóricas em instituições qualificadas. Ao entrar no programa, o jovem tem o salário mínimo como referência. O valor pode ser superior em situações específicas como convenções, acordos coletivos e casos em que o piso estabelecido segue a lei estadual. Ele também tem direito a vale-transporte, recolhimento de 2% de FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e os devidos direitos previdenciários, como contribuição ao INSS e auxílio-doença, além de férias e 13º salário. Fonte: https://dcomercio.com.br
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 acecam.acecam@gmail.com

  Telefone: (21)2649-3033

  Whatsapp: (21)97229-2877

  Cachoeiras de Macacu-RJ CEP: 28680000

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Brasil tem 4,3 milhões de empreendedores 60+
O Brasil avança para ser o quinto país com a maior população de pessoas com 60 anos ou mais até 2030 e, naturalmente, isso acarreta uma transformação econômica: 4,3 milhões de brasileiros nessa faixa etária comandam seus próprios negócios. Impulsionado pela longevidade crescente e pelos avanços em saúde, o empreendedorismo sênior chama atenção. Pela primeira vez, dados de 2025 do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) indicam que 63% dos seniores entre 65 e 74 anos empreendem por “oportunidade e não por necessidade”. Mas será que é essa a realidade de quem está aposentado e precisa continuar mantendo uma rotina de trabalho para garantir a dignidade? A “revolução prateada” no empreendedorismo brasileiro é divulgada como uma quebra de paradigmas sobre a capacidade produtiva na maturidade. Embora o número de donos de negócios com 60 anos ou mais tenha crescido 53% entre 2012 e 2024, segundo a PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, principal investigação do IBGE sobre o mercado de trabalho e as condições de vida no Brasil), nessa escolha existem tanto necessidades individuais e familiares, como preconceito e etarismo, que associam inovação e agilidade somente aos jovens. "Um dos maiores desafios do autoetarismo: achar que você não tem mais condições de produzir. Nosso trabalho é mostrar que a pessoa continua ativa, capaz de tocar um negócio", afirma Gilvany Theodoroviz Isaac, gestora da pauta Futuridade 60+ do Sebrae. A especialista destaca ainda duas características desse empreendedor: a experiência profissional e a busca por negócios com um propósito com o qual se conecte. E eles também trazem rede de contatos e capacidade de planejamento. “O empreendedor sênior costuma ter mais concentração, menos distrações e consegue produzir mais dedicando menos horas ao negócio em comparação aos jovens", explica Theodoroviz. O atendimento humanizado é outro diferencial. Paciência, empatia, escuta ativa e preferência pelo presencial são características desenvolvidas ao longo da vida profissional e ajudam a construir relações de confiança. Fonte: https://dcomercio.com.br
Dia dos Pais deve movimentar o comércio, mas endividamento pode limitar o consumo.
As vendas para o Dia dos Pais devem movimentar R$ 8,52 bilhões no varejo brasileiro, segundo projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O valor representa um crescimento real de 2,9% em relação ao registrado na data comemorativa do ano passado, já descontada a inflação. O alto endividamento das famílias e as condições de crédito seguem como entraves para o consumo. Pelo quinto mês consecutivo, 81,64% das famílias brasileiras tinham dívidas a vencer, como cartão de crédito, cheque especial e financiamentos. A proporção de famílias com contas em atraso ficou em 29,9%, próxima do recorde de 30,5% registrado no fim de 2025. A queda do desemprego e o avanço da massa de rendimentos criaram um ambiente propício. Por outro lado, observamos que o alto nível de endividamento das famílias e a fragilidade das condições de financiamento atuam como fatores limitantes, impedindo uma aceleração ainda mais robusta do consumo. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br
Fim da escala 6×1: quem paga a conta no varejo?
No debate sobre o fim da escala 6×1, há uma questão que recebe menos atenção do que deveria: quem pagará a conta dessa mudança? No varejo, a resposta é relativamente simples. Parte desse custo será absorvida pelas empresas. Outra parte chegará ao consumidor. Em muitos casos, pelos dois lados da equação. Antes de discutir a conta, convém dimensionar o setor que vai recebê-la. O varejo é uma das maiores engrenagens da economia brasileira e um de seus principais empregadores. Só o comércio varejista responde por mais de 7 milhões de empregos formais, figurando entre os setores que mais contratam com carteira assinada no País. Para se ter ideia desse peso, o varejo alimentar, sozinho, faturou cerca de R$ 1,1 trilhão em 2025, o equivalente a aproximadamente 9% do PIB nacional. Quando se fala em varejo, portanto, não se trata de um segmento qualquer, mas de um dos pilares que sustentam o emprego e a renda no Brasil. É justamente por isso que qualquer mudança em suas regras de trabalho merece atenção redobrada. A discussão sobre qualidade de vida e condições de trabalho é legítima e necessária, mas existe uma diferença importante entre reconhecer que o modelo atual precisa ser aperfeiçoado e acreditar que uma mudança legal, por si só, será capaz de resolver um problema complexo. O varejo brasileiro não é composto apenas por grandes companhias com elevada capacidade de absorver custos. É um setor formado majoritariamente por micro e pequenas empresas, com margens apertadas, operação durante sete dias da semana e forte dependência de mão de obra. É o mercadinho da esquina, a farmácia que abre aos domingos e a loja que depende do movimento de sábado. Outro ponto que merece atenção é o efeito da medida sobre o mercado de trabalho. O professor Hélio Zylberstajn, da USP, alerta que o aumento do custo da mão de obra pode estimular a substituição de trabalhadores mais experientes, geralmente, mais caros, por profissionais mais jovens com remuneração menor. Em determinadas situações, uma política concebida para ampliar a proteção ao trabalhador pode produzir efeitos indesejados para parte dessa mesma força de trabalho. Ao mesmo tempo, é razoável esperar que o avanço da PEC acelere investimentos em automação, softwares de gestão, autoatendimento e Inteligência Artificial. Trata-se de um movimento que já vinha ocorrendo, mas que tende a ganhar força à medida que as empresas buscam compensar o aumento dos custos operacionais. Em muitos casos, a tecnologia não elimina postos de trabalho, mas reduz a dependência de mão de obra em atividades repetitivas e permite direcionar profissionais para funções de maior valor agregado. A adaptação, contudo, dificilmente dependerá apenas da tecnologia. As empresas também precisarão rever processos, aprimorar a gestão da produtividade e buscar modelos operacionais mais eficientes. Em alguns segmentos, estratégias comerciais capazes de distribuir melhor a demanda ao longo da semana também poderão contribuir para reduzir parte da pressão sobre os custos. Nesse contexto, a negociação coletiva ganha relevância. Eventuais reduções de jornada tendem a produzir resultados mais consistentes quando permitem que cada segmento econômico construa soluções compatíveis com sua operação, sua capacidade financeira e sua dinâmica produtiva, em vez de adotar um modelo uniforme para realidades bastante distintas. A escala 6×1 provavelmente precisa ser superada. A discussão sobre qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e descanso é legítima e necessária. O desafio está em construir uma transição que preserve esse objetivo sem comprometer a competitividade das empresas nem a sustentabilidade dos empregos. A forma como essa mudança será implementada terá peso decisivo para determinar se ela produzirá os resultados esperados ou criará obstáculos justamente para os setores com menor capacidade de absorver seus custos. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br
Jovem aprendiz: como a indústria forma o profissional do futuro
Empresas investem em formação técnica e plano de carreira para aumentar efetivação e preparar jovens para o mercado de trabalho. Rodízio entre setores, acompanhamento por mentores, capacitação em inteligência artificial e até aulas de idiomas. Essa é a forma como algumas empresas vêm transformando seus programas de jovem aprendiz para formar os profissionais do futuro. A iniciativa, no entanto, não é uma prática do mercado. Grande parte das empresas vê o programa jovem aprendiz “como cumprimento da cota”. Um estudo do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), realizado a pedido do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), aponta que o principal obstáculo para os jovens hoje é construir trajetórias profissionais consistentes, já que muitos programas continuam concentrados em atividades operacionais, com poucas perspectivas de crescimento. O estudo mostra que o Brasil tem 32,9 milhões de jovens entre 14 e 24 anos. Desse total, 13,9 milhões estão ocupados. Entre eles, 84% trabalham em ocupações generalistas e apenas 16% exercem funções técnicas ou de nível superior. O levantamento também aponta que o país conta com cerca de 708 mil jovens aprendizes. Na contramão desse cenário, algumas empresas vêm redesenhando seus programas de aprendizagem para transformar o jovem aprendiz em uma porta de entrada para futuros profissionais da organização. Em vez de apenas cumprir a legislação, elas investem em formação técnica, desenvolvimento comportamental, acompanhamento individual e oportunidades reais de efetivação. A ideia é oferecer ao jovem uma visão clara de desenvolvimento profissional. Além da formação técnica, cada participante é acompanhado por indicadores de desempenho, avaliações periódicas e reuniões entre a empresa e o Senac para monitorar sua evolução. A legislação do Jovem Aprendiz (Lei nº 10.097/2000) estabelece a contratação obrigatória de jovens entre 14 e 24 anos por empresas de médio e grande porte. O contrato especial tem duração máxima de dois anos e garante direitos trabalhistas e previdenciários, conciliando atividades práticas na empresa e teóricas em instituições qualificadas. Ao entrar no programa, o jovem tem o salário mínimo como referência. O valor pode ser superior em situações específicas como convenções, acordos coletivos e casos em que o piso estabelecido segue a lei estadual. Ele também tem direito a vale-transporte, recolhimento de 2% de FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e os devidos direitos previdenciários, como contribuição ao INSS e auxílio-doença, além de férias e 13º salário. Fonte: https://dcomercio.com.br
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