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Área Contábil.
Teremos o prazer em estar dirimindo dúvidas nas áreas contábeis, prospectando aos associados, uma gama de informações para melhor desenvolvimento das atividades empresariais. A ACECAM disponibiliza o primeiro atendimento contábil aos associados, visando dirimir as possíveis dúvidas nas diversas áreas, tais como: tributos, relatórios contábeis, balanços, etc...

Apoio Jurídico.
Visa auxiliar o empresário como primeiro contato jurídico, dirimindo dúvidas nas diversas áreas: cível, consumidor, tributário, trabalhista, entre outros. A proposta do primeiro atendimento jurídico, visa nivelar junto ao associado, as informações pertinentes as dúvidas que venham a ocorrer nas mais variadas áreas do direito, ou seja: cível, consumidor, tributária, trabalhista, entre outras.

Valores diferenciados.
A ACECAM está firmando uma salutar parceria com a UNIMED Serrana RJ, visando proporcionar aos associados, tabela de valores diferenciados nos planos de saúde empresarial. A parceria da ACECAM com a Unimed Serrana RJ leva até a classe empresarial, vários tipos de planos de saúde, dando opções para que você possa escolher aquele que melhor atende as suas necessidades. Agora a sua família vai poder estar protegida pela maior Cooperativa de Assistência médica do país. A UNIMED oferece planos com coberturas e preços diferenciados, possibilitando flexibilização e adequação dos planos de acordo com a sua necessidade. Possui a maior rede credenciada de hospitais, clínicas, laboratórios e serviços para diagnósticos e terapias.

É só ligar e agendar.
Associado ACECAM tem a oportunidade de adquirir ou renovar seu CERTIFICADO DIGITAL com descontos. Agende seu atendimento, a certificação digital proporciona praticidade, segurança, privacidade nas informações e muito mais... De forma resumida, o certificado digital é a identidade virtual de empresas e pessoas. Por ser uma tecnologia que utiliza criptografia de dados, o certificado digital é a alternativa segura para assinar documentos que possuem válida jurídica e fiscal. Com ele você pode emitir notas fiscais, enviar Declarações de Imposto de Renda à Receita Federal, coletar assinatura de contratos com clientes e fazer a emissão do RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas) digital. Por isso, o certificado digital é a desburocratização de tarefas que antes eram realizadas presencialmente, já que dispensa a autenticação da assinatura de próprio punho.

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Comércio na Copa do Mundo: veja quem perde e quem ganha durante os jogos.
Enquanto a bola rola no gramado, o comércio brasileiro não deverá ter muito o que comemorar. Um estudo do BTG Pactual mostra que nos dias de jogos do Brasil na Copa do Mundo de 2026, os varejistas podem enfrentar uma queda de 12% nos seus negócios. Nos shoppings, o impacto pode ser ainda maior: uma redução de 40% no fluxo de pessoas. Em contrapartida, os artigos esportivos se beneficiam da demanda pré-evento, à medida que as vendas podem cair na maioria das categorias de produtos não essenciais. Diante desse cenário, o BTG avalia que grandes varejistas e supermercados se beneficiariam da economia gerada pelos eventos esportivos, enquanto as lojas de moda, por exemplo, ficam para trás. "A Copa do Mundo tem menos a ver com o crescimento agregado do varejo e mais com a redistribuição — recompensando a exposição ao consumo impulsionado pelo futebol e penalizando as categorias discricionárias sensíveis ao fator tempo", analisaram os especialistas do banco. Esse movimento não é único do Brasil. Em dias de jogos na Inglaterra durante a Copa do Mundo da FIFA e a Liga dos Campeões da UEFA, as vendas totais no varejo caíram, com as ruas comerciais praticamente paralisadas durante as partidas importantes. No entanto, categorias ligadas aos eventos, como vestuário esportivo, televisores e alimentos e bebidas, apresentaram um aumento significativo. Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia

ACECAM se faz presente na 1ª edição do Conecta em Petrópolis
Iniciativa do Sebrae Rio e da Facerj, com apoio da ACEP, reuniu nesta segunda (27/4) cerca de 300 participantes no Petropolitano F.C. A ACECAM se fez representar pelo Presidente Jocimar Coelho de Lima e o Vice Presidente Márcio Pereira. A primeira edição do Conecta em Petrópolis reuniu nesta segunda-feira (27/04), no Petropolitano F.C, cerca de 300 participantes, entre lideranças públicas, empresários, agentes de inovação e representantes da sociedade civil. A iniciativa realizada pelo Sebrae Rio e a Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Rio de Janeiro (Facerj), com apoio da Associação Comercial e Empresarial de Petrópolis (ACEP), abordou temas que contribuem para o empreendedorismo e o desenvolvimento integrado da Região Serrana. “Esse é um movimento que transforma a vida das empresas. O dono do pequeno negócio pode se conectar com as grandes empresas da região”, destacou na abertura o presidente da Facerj e do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae Rio, Robson Carneiro. Mais de R$ 150 milhões já foram movimentados em sessões de negócios nas edições do Conecta, evento que chegou agora à décima cidade do estado do Rio, criando conexões. “Convidamos as pessoas para realizarem negócios entre si e assim fortalecer as vocações que temos em cada lugar”, completou o diretor de Produto e Atendimento do Sebrae Rio e presidente do Sindicato do Comércio Varejista (Sicomércio) Petrópolis, Marcelo Fiorini. A programação contou com painéis como: Inovação, Tecnologia e Economia do Conhecimento; Cidades Inteligentes, Sustentabilidade e Resiliência; Turismo Inteligente e Valorização do Território; Capital Humano, Educação e Formação para o Futuro; e Empreendedorismo, Competitividade e Finanças. Casos de sucesso na região de empreendedores que participaram de ações do Sebrae, como o Empretec, foram citados durante os debates. O evento foi concluído com uma sessão de negócios da qual participaram oito empresas âncoras e mais de 80 pequenos negócios. Fonte: https://rj.agenciasebrae.com.br/cultura-empreendedora/empreendedorismo-e-desenvolvimento-em-foco-na-1a-edicao-do-conecta-em-petropolis/

CMEC-RJ realiza 3ª edição de Encontro Estadual no Rio de Janeiro
Realizou-se na data de 16 de Abril, no Rio de Janeiro a 3ª edição do Encontro Estadual do CMEC-RJ (Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura), reunindo lideranças femininas, empreendedoras e representantes de diversas regiões do estado. O evento contou com a parceria do Sebrae-RJ e teve como objetivo fortalecer o empreendedorismo feminino, promover conexões e incentivar o desenvolvimento de novos negócios. Estiveram presentes a Presidente e a Diretoria do CMEC de Cachoeiras de Macacu, além do presidente da FACERJ, Robson Carneiro, reforçando a importância da união entre entidades para o crescimento econômico e social. A participação no encontro evidencia o compromisso com o fortalecimento das mulheres empreendedoras e o desenvolvimento regional. Fonte ACECAM Notícias.

Escala 6x1: quem pagará a conta da jornada reduzida?
A indústria brasileira mantém o compromisso histórico de buscar a melhoria das condições de trabalho e o bem-estar de quem produz. No entanto, é preciso coragem para dizer o que muitos evitam: o debate sobre o fim da jornada 6x1 está sendo perigosamente contaminado por interesses eleitorais. Não se pode misturar uma mudança de tamanha magnitude estrutural com o oportunismo de quem busca popularidade digital ou dividendos nas urnas. O real interesse do Brasil — que é o crescimento sustentável — é muito diferente da pressa daqueles que visam apenas a próxima eleição. Como já manifestado publicamente pelo setor produtivo em diversas oportunidades, redução da jornada sem redução de salários só é viável sob duas premissas fundamentais: o aumento real da produtividade e a livre negociação. A Reforma Trabalhista de 2017 já oferece os instrumentos para que empregadores e empregados ajustem suas realidades. Onde há tecnologia e escala, a redução já acontece de forma negociada. Contudo, como exemplo, em Santa Catarina, 86% dos trabalhadores industriais (806 mil pessoas) ainda operam em regime de 44 horas semanais. Isso não é uma "escolha" arbitrária dos empresários, mas o reflexo das duras condições competitivas a que estamos expostos. O cenário internacional é de guerra comercial e protecionismo, simbolizado pelo "tarifaço" nos EUA e pela agressividade produtiva de gigantes asiáticos e vizinhos como o México, que mantêm jornadas de 48 horas ou mais. Alemanha, Dinamarca, Irlanda, Holanda, Argentina e Uruguai permitem jornadas de 48 horas. A Suíça, de 50. Ignorar isso é condenar a indústria nacional. A CNI projeta um impacto de R$ 179 bilhões ao setor produtivo e de R$ 150 bilhões ao setor público, elevando o custo do emprego em 25%. O resultado? Alta nos preços ao consumidor, informalidade e, no fim das contas, o desemprego. Por isso, pedimos a compreensão da sociedade para a complexidade deste tema, que não cabe em frases de efeito. Pedimos lucidez aos parlamentares: a gravidade do assunto exige responsabilidade técnica, não populismo. E convocamos os empresários para que apoiem no esclarecimento aos trabalhadores, políticos e opinião pública. Não pode haver açodamento na aprovação de uma medida que ameaça a sustentabilidade dos negócios. Um debate com este impacto não pode ser embalado por conveniências eleitorais, sob o risco de hipotecarmos o futuro dos empregos formais no Brasil em troca de promessas que a conta da realidade jamais permitirá pagar. Fonte: https://fiesc.com.br
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 acecam.acecam@gmail.com

  Telefone: (21)2649-3033

  Whatsapp: (21)97229-2877

  Cachoeiras de Macacu-RJ CEP: 28680000

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Enquanto a bola rola no gramado, o comércio brasileiro não deverá ter muito o que comemorar. Um estudo do BTG Pactual mostra que nos dias de jogos do Brasil na Copa do Mundo de 2026, os varejistas podem enfrentar uma queda de 12% nos seus negócios. Nos shoppings, o impacto pode ser ainda maior: uma redução de 40% no fluxo de pessoas. Em contrapartida, os artigos esportivos se beneficiam da demanda pré-evento, à medida que as vendas podem cair na maioria das categorias de produtos não essenciais. Diante desse cenário, o BTG avalia que grandes varejistas e supermercados se beneficiariam da economia gerada pelos eventos esportivos, enquanto as lojas de moda, por exemplo, ficam para trás. "A Copa do Mundo tem menos a ver com o crescimento agregado do varejo e mais com a redistribuição — recompensando a exposição ao consumo impulsionado pelo futebol e penalizando as categorias discricionárias sensíveis ao fator tempo", analisaram os especialistas do banco. Esse movimento não é único do Brasil. Em dias de jogos na Inglaterra durante a Copa do Mundo da FIFA e a Liga dos Campeões da UEFA, as vendas totais no varejo caíram, com as ruas comerciais praticamente paralisadas durante as partidas importantes. No entanto, categorias ligadas aos eventos, como vestuário esportivo, televisores e alimentos e bebidas, apresentaram um aumento significativo. Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia
ACECAM se faz presente na 1ª edição do Conecta em Petrópolis
Iniciativa do Sebrae Rio e da Facerj, com apoio da ACEP, reuniu nesta segunda (27/4) cerca de 300 participantes no Petropolitano F.C. A ACECAM se fez representar pelo Presidente Jocimar Coelho de Lima e o Vice Presidente Márcio Pereira. A primeira edição do Conecta em Petrópolis reuniu nesta segunda-feira (27/04), no Petropolitano F.C, cerca de 300 participantes, entre lideranças públicas, empresários, agentes de inovação e representantes da sociedade civil. A iniciativa realizada pelo Sebrae Rio e a Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Rio de Janeiro (Facerj), com apoio da Associação Comercial e Empresarial de Petrópolis (ACEP), abordou temas que contribuem para o empreendedorismo e o desenvolvimento integrado da Região Serrana. “Esse é um movimento que transforma a vida das empresas. O dono do pequeno negócio pode se conectar com as grandes empresas da região”, destacou na abertura o presidente da Facerj e do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae Rio, Robson Carneiro. Mais de R$ 150 milhões já foram movimentados em sessões de negócios nas edições do Conecta, evento que chegou agora à décima cidade do estado do Rio, criando conexões. “Convidamos as pessoas para realizarem negócios entre si e assim fortalecer as vocações que temos em cada lugar”, completou o diretor de Produto e Atendimento do Sebrae Rio e presidente do Sindicato do Comércio Varejista (Sicomércio) Petrópolis, Marcelo Fiorini. A programação contou com painéis como: Inovação, Tecnologia e Economia do Conhecimento; Cidades Inteligentes, Sustentabilidade e Resiliência; Turismo Inteligente e Valorização do Território; Capital Humano, Educação e Formação para o Futuro; e Empreendedorismo, Competitividade e Finanças. Casos de sucesso na região de empreendedores que participaram de ações do Sebrae, como o Empretec, foram citados durante os debates. O evento foi concluído com uma sessão de negócios da qual participaram oito empresas âncoras e mais de 80 pequenos negócios. Fonte: https://rj.agenciasebrae.com.br/cultura-empreendedora/empreendedorismo-e-desenvolvimento-em-foco-na-1a-edicao-do-conecta-em-petropolis/
CMEC-RJ realiza 3ª edição de Encontro Estadual no Rio de Janeiro
Realizou-se na data de 16 de Abril, no Rio de Janeiro a 3ª edição do Encontro Estadual do CMEC-RJ (Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura), reunindo lideranças femininas, empreendedoras e representantes de diversas regiões do estado. O evento contou com a parceria do Sebrae-RJ e teve como objetivo fortalecer o empreendedorismo feminino, promover conexões e incentivar o desenvolvimento de novos negócios. Estiveram presentes a Presidente e a Diretoria do CMEC de Cachoeiras de Macacu, além do presidente da FACERJ, Robson Carneiro, reforçando a importância da união entre entidades para o crescimento econômico e social. A participação no encontro evidencia o compromisso com o fortalecimento das mulheres empreendedoras e o desenvolvimento regional. Fonte ACECAM Notícias.
Escala 6x1: quem pagará a conta da jornada reduzida?
A indústria brasileira mantém o compromisso histórico de buscar a melhoria das condições de trabalho e o bem-estar de quem produz. No entanto, é preciso coragem para dizer o que muitos evitam: o debate sobre o fim da jornada 6x1 está sendo perigosamente contaminado por interesses eleitorais. Não se pode misturar uma mudança de tamanha magnitude estrutural com o oportunismo de quem busca popularidade digital ou dividendos nas urnas. O real interesse do Brasil — que é o crescimento sustentável — é muito diferente da pressa daqueles que visam apenas a próxima eleição. Como já manifestado publicamente pelo setor produtivo em diversas oportunidades, redução da jornada sem redução de salários só é viável sob duas premissas fundamentais: o aumento real da produtividade e a livre negociação. A Reforma Trabalhista de 2017 já oferece os instrumentos para que empregadores e empregados ajustem suas realidades. Onde há tecnologia e escala, a redução já acontece de forma negociada. Contudo, como exemplo, em Santa Catarina, 86% dos trabalhadores industriais (806 mil pessoas) ainda operam em regime de 44 horas semanais. Isso não é uma "escolha" arbitrária dos empresários, mas o reflexo das duras condições competitivas a que estamos expostos. O cenário internacional é de guerra comercial e protecionismo, simbolizado pelo "tarifaço" nos EUA e pela agressividade produtiva de gigantes asiáticos e vizinhos como o México, que mantêm jornadas de 48 horas ou mais. Alemanha, Dinamarca, Irlanda, Holanda, Argentina e Uruguai permitem jornadas de 48 horas. A Suíça, de 50. Ignorar isso é condenar a indústria nacional. A CNI projeta um impacto de R$ 179 bilhões ao setor produtivo e de R$ 150 bilhões ao setor público, elevando o custo do emprego em 25%. O resultado? Alta nos preços ao consumidor, informalidade e, no fim das contas, o desemprego. Por isso, pedimos a compreensão da sociedade para a complexidade deste tema, que não cabe em frases de efeito. Pedimos lucidez aos parlamentares: a gravidade do assunto exige responsabilidade técnica, não populismo. E convocamos os empresários para que apoiem no esclarecimento aos trabalhadores, políticos e opinião pública. Não pode haver açodamento na aprovação de uma medida que ameaça a sustentabilidade dos negócios. Um debate com este impacto não pode ser embalado por conveniências eleitorais, sob o risco de hipotecarmos o futuro dos empregos formais no Brasil em troca de promessas que a conta da realidade jamais permitirá pagar. Fonte: https://fiesc.com.br
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