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O impacto da IA agêntica no atendimento ao cliente
A Inteligência Artificial (IA) agêntica está revolucionando a forma como as empresas interagem com seus clientes e otimizam seus processos. Essa tecnologia, baseada em agentes autônomos capazes de perceber o ambiente e tomar decisões de forma independente, já faz parte do nosso dia a dia, estando presente em assistentes virtuais, bots de trading e até mesmo em carros autônomos. Mas qual o impacto real dessa evolução para os negócios? A partir de uma pesquisa que identificou que o consumidor de produtos de beleza tem dificuldade para comprar online, foi realizada uma campanha, em que a IA montava um carrinho perfeito para cada consumidor e ainda dava dicas de uso dos produtos. O resultado foi um aumento no ticket médio das compras. Uma das grandes evoluções recentes é a capacidade computacional necessária para treinar esses agentes. “Inicialmente, as IAs tinham uma função muito específica. Com o advento de modelos mais generativos, como o ChatGPT e similares, vemos uma evolução para sistemas mais acessíveis e eficientes, que podem operar autonomamente 24/7 e melhorar experiências como atendimento ao cliente e e-commerce”. Destacamos que a IA agêntica permite um atendimento escalável e de alta qualidade, reduzindo custos operacionais e melhorando a experiência do consumidor. “Os agentes de IA operam dentro da empresa, auxiliam atendentes humanos e também permitem que a empresa alcance melhores resultados sem a necessidade de um atendente humano em todos os momentos”. Com isso, explica, é possível criar uma experiência melhor para o cliente de maneira muito mais escalável operacionalmente para a empresa. “Quando você tem processos repetitivos e manuais, a IA agêntica é extremamente eficaz, pois pode executar tarefas recorrentes de maneira ininterrupta e com maior precisão”. “Na prática, o que a IA agêntica traz? Eu diria que você ganha maior produtividade exatamente fora dos horários humanos, principalmente quando existem atividades que são repetitivas. Esse é o grande ponto. O segundo ponto é que ela traz as informações que você der. E esse volume pode ser muito acima do que eventualmente um atendente tradicional teria”. Os setores que mais se beneficiam da IA agêntica incluem e-commerce, serviços financeiros, atendimento ao cliente e varejo. Além disso, a IA agêntica também tem sido utilizada para guiar processos internos dentro das empresas, oferecendo suporte a funcionários e otimizando fluxos operacionais. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

Consignado CLT recebe 36 milhões de simulações em três dias
É grande a procura pelo Crédito do Trabalhador, que vem sendo chamado de Consignado CLT. no aplicativo da carteira de trabalho digital (CTPS) no primeiro fim de semana após a modalidade ter entrado em vigor. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), entre as 6h de sexta-feira (21) e as 11h da manhã de domingo (23), já ocorreram mais de 35,9 milhões de simulações de empréstimos consignados ao setor privado, com 3.137.412 propostas solicitadas e 7.644 contratos realizados. Para acessar o crédito pela carteira digital, é preciso clicar na aba Crédito do Trabalhador. Ali o interessado vai autorizar o acesso a dados como nome, CPF, valor do salário e tempo de empresa, em respeito à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A partir daí, o trabalhador interessado receberá ofertas no prazo de até 24 horas. Ele deverá, então, avaliar a melhor opção e fazer a contratação no canal da instituição financeira, que analisa a margem do salário disponível para consignação. Pela linha de crédito, o empregado pode usar até 10% do saldo no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou ainda 100% da multa rescisória emmt caso de demissão. Caso desista do empréstimo, o trabalhador tem sete dias corridos, a contar do recebimento do crédito, para devolver todo o dinheiro repassado pelas instituições financeiras. Qualquer trabalhador com carteira assinada, empregados domésticos e rurais; assim como empregados contratados por MEI (cada MEI pode contratar um trabalhador), pode solicitar o Consignado CLT. Com o novo programa, mais de 80 bancos e instituições financeiras poderão ter acesso ao perfil de trabalhadores com carteira assinada através do eSocial, sistema eletrônico obrigatório que unifica informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais de empregadores e empregados de todo o país. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o volume de crédito consignado privado poderá ultrapassar os R$ 120 bilhões neste ano. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/

Fecomércio alerta para um cenário econômico desafiador em 2025
O cenário econômico nacional em 2025 aponta para um período desafiador aos empresários do comércio varejista. Apesar dos números positivos registrados no acumulado do ano passado, a inflação acima do teto da meta e o ciclo de alta da taxa Selic devem levar a uma desaceleração gradual da economia ao longo dos próximos meses. Os dados positivos refletem uma realidade diferente da performance das empresas. Além disso, o Produto Interno Bruto (PIB), com crescimento de 3,4%, melhor desempenho desde 2021, contrasta com o número recorde de pedidos de recuperação judicial e falência. Para a assessoria da Fecomércio, os pilares do avanço do PIB de 2024 estão calcados na alta da geração de emprego, atingindo quase 1,7 milhão de vagas; no aumento da concessão de crédito das famílias (12,9%); na baixa do saldo nas poupanças; na injeção dos recursos provenientes do pagamento de precatórios; e no impulsionamento pelos gastos do governo federal. Esses fatores alavancaram o consumo da população, mas sem qualquer mudança estrutural relevante que tenha propiciado um crescimento sustentável da economia brasileira a longo prazo. Diante dessa perspectiva, a recomendação é de uma certa dose de cautela aos empresários para fazer investimentos e formar estoque. Além disso, alerta os empresários que pretendem recorrer aos bancos — os juros das principais linhas de crédito estão mais elevados e devem continuar a crescer. “Nesse contexto, as empresas do setor precisarão ajustar as estratégias para manter a competitividade e preservar margens em um possível cenário de menor crescimento em 2025”.Fonte: https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomercio.

Vendas do comércio crescem 13,1% no carnaval em 2025.
O faturamento do comércio brasileiro subiu 13,1% no carnaval deste ano em relação ao período equivalente de 2024, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). O número considera as vendas de 28 de fevereiro a 5 de março deste ano, e as compara com as do período de 9 a 14 de fevereiro do ano passado. De acordo com a Cielo, o setor de supermercados e hipermercados teve a maior alta, de 25,9%. Setores tradicionalmente relacionados à festa, como os de turismo e transporte (+3,5%) e alimentação em bares e restaurantes (+3%), também avançaram. O segmento de recreação e lazer, por outro lado, teve queda de 0,6%. O vice-presidente de Tecnologia e Negócios da Cielo, Carlos Alves, afirma que o efeito calendário favoreceu o comércio neste ano, porque o feriado de Carnaval aconteceu no começo do mês, o que impulsiona as vendas graças aos pagamentos de salários e benefícios. “Além disso, o início do mês é um período especialmente forte para o segmento de mercados. A junção deste fato com a ocorrência do feriado impulsionou ainda mais o setor”, diz ele, em nota. O Rio de Janeiro foi a capital com a maior alta no faturamento, de 15,5%, seguida por São Paulo, com 12%; Florianópolis, com 11,6%; Recife, com 7,8%; Salvador, com 5,6%, e Belo Horizonte, com 4,2%. O ICVA parte das vendas realizadas em 18 setores mapeados pela Cielo para medir o crescimento do faturamento do comércio a cada mês. O indicador não mede apenas as vendas com cartões, mas todo o consumo nos pontos de venda, inclusive com dinheiro vivo. Fonte: https://istoedinheiro.com.br

Dicas para potencializar as vendas neste Carnaval
O Carnaval é um período que costuma aquecer diversos setores da economia e pode ser uma oportunidade para os pequenos negócios. Mas, para isso, o empresário precisa estar preparado, principalmente os empreendimentos que atuam no segmento de turismo. “É necessário que o empresário esteja informado sobre a programação e a logística daquele destino durante o Carnaval e oferte isto como um serviço agregado”, sugere a coordenadora de Serviços e Economias do Futuro do Sebrae, Ana Clévia. “Na área da alimentação, também é necessário fazer ajustes, como estender o horário do café da manhã e servir alimentos que repõem as energias, por exemplo, para que os clientes possam se surpreender. O mais importante é que o turista perceba que você pensou em algo diferente para ele”, completa. Se você está pensando em ampliar as oportunidades de negócio para a sua empresa, o Sebrae preparou algumas dicas que podem contribuir para atrair os clientes que vão curtir a folia: • Criatividade: atualize sua marca nas redes sociais com uma identidade visual para o Carnaval, com elementos visuais característicos da festa. Capacite sua empresa no marketing digital para melhorar as vendas on-line e a presença digital nas redes sociais; • Espaço físico: A loja física também requer atenção e uma decoração especial – crie um ambiente que gere uma boa experiência para o seu cliente. O consumidor quer ser bem atendido e alguns detalhes como som ambiente e brindes podem ser um diferencial; • Estoque: É importante estar atento para não perder vendas. Fique atento às novidades. O fornecedor é parte fundamental nesta etapa. Se possível, faça uma reposição completa, considerando as variedades do produto (cor, tamanho, modelos). Além disso, diversifique os fornecedores e cheque as melhores condições de prazo, qualidade, preço e prontidão de estoque; • Combo interno: Ofereça descontos e aproveite para vender itens parados no estoque, com pouca demanda ou que possam sofrer alguma redução nas vendas após o período do Carnaval, como produtos específicos de verão; • Parcerias (combo externo): É também uma boa oportunidade para fechar combos com parcerias externas com lojas, pousadas, bares, restaurantes, agencias de viagens e guias de turismo, que recebem o mesmo público de interesse do seu negócio. Fonte: Agência SEBRAE Notícias.

Veja o novo valor de contribuição para MEIs e autônomos
O novo calendário de pagamentos de microempreendedores individuais (MEIs) e autônomos já está em vigor. A partir dos dias 17 e 20 deste mês autônomos e MEIs, respectivamente, começarão a pagar um novo valor ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O reajuste é calculado com base no salário-mínimo (R$ 1.518). Apesar do novo piso nacional ter entrado em vigor em 1º de janeiro, o primeiro boleto a considerar o valor de contribuição vence em fevereiro. O recolhimento de MEIs e autônomos é sempre com relação ao mês anterior. A contribuição é obrigatória para profissionais que trabalham por conta própria ou prestam serviços a empresas e por empreendedores e dá o acesso a benefícios previdenciários como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade. Desempregados e estudantes com 16 anos ou mais também pode pagar o INSS de forma facultativa para garantir a qualidade de segurado. Já o trabalhador autônomo individual ou facultativo, o pagamento da contribuição ao INSS pode ser mensal ou trimestral. Os códigos são diferentes. Ao se escolher a contribuição trimestral, o total deve ser multiplicado por três. O pagamento deve ser feito pelo autônomo na rede bancária ou lotéricas até o dia 15 do mês seguinte ao da contribuição por meio da Guia da Previdência Social (GPS), que está disponível para emissão no aplicativo e site Meu INSS. Não é necessário ter login e senha. Se o dia 15 for em feriado ou fim de semana, o pagamento pode ser feito no primeiro dia útil seguinte. Neste mês, a guia pode ser paga até segunda-feira (17). Os códigos de recolhimento podem ser consultados no site do INSS: gov.br/inss. O MEI contribui com 5% sobre o salário-mínimo para garantir benefícios previdenciários como aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte. Há ainda a incidência de imposto, conforme o tipo de atividade. São enquadrados como MEIs os empreendedores cujo limite de faturamento por ano é de até R$ 81 mil. Neste mês, o pagamento deve ser feito no dia 20. O recolhimento ao INSS é feito por meio de Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que, além da contribuição previdenciária, cobra os impostos devidos pelos MEIs. O documento pode ser emitido diretamente no Portal do Simples Nacional ou pelo App MEI, disponível para iOS e Android. Pelo Portal do Empreendedor é possível obter mais informações sobre como recolher os valores: gov.br/empreendedor. Importante destacar que a contribuição mensal neste ano (2025) passou para R$ 75,90. Para o MEI caminhoneiro, que deve contribuir com 12% do salário mínimo, o valor é de R$ 182,16 e pode chegar a R$ 188,16, de acordo com o tipo de produto transportado e local para onde é destinado. Os MEIs que exercem atividades sujeitas ao ICMS (comércio e indústria) têm um acréscimo de R$ 1 por mês no DAS. Para atividades sujeitas ao ISSQN (prestador de serviços), o valor é de R$ 5. Os empreendedores que realizam os dois tipos de atividade precisam pagar os dois impostos, somando R$ 6 a mais na contribuição mensal. Fonte: https://www.gov.br/inss/pt-br/noticias

Falta de definição de sistemas pode atrasar início da reforma tributária
A menos de um ano para o início da fase de transição da reforma tributária, empresas de tecnologia aguardam definições importantes do governo para iniciarem o processo de integração dos sistemas de gestão para comportar e calcular os atuais tributos e os novos IBS (Imposto sobre Serviços) e CBS (Contribuição sobre Serviços). “Há uma modernização relevante no âmbito da reforma tributária e temos o desafio de desenvolver um sistema para as empresas, mas ainda não existe layout, sistemas recepcionadores das informações e a publicação para o mercado desenvolvedor de software, que será o intermediário entre os contribuintes e o fisco”, alerta Sergio Sgobbi, diretor de Relações Institucionais e Governamentais da Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais). Pelo cronograma do texto de regulamentação da primeira etapa da reforma tributária (Lei Complementar 214), no início de janeiro de 2026 entra em vigor uma alíquota teste de 1% (0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS), que será cobrada de forma simultânea com os tributais atuais. Em 2027, com a extinção total do PIS/Cofins, passará a ser cobrada a alíquota cheia da CBS e do novo IS (Imposto Seletivo). No mesmo ano, também está previsto a estreia do split payment (mecanismo que vai segregar, no momento da liquidação financeira das operações, o tributo a ser recolhido aos cofres públicos). De 2029 a 2032, as alíquotas de ICMS e ISS, cobradas simultaneamente com o IBS, serão reduzidas de forma gradual até 2033, quando entra em cena a alíquota cheia do IBS. Em termos de investimentos, número de atores envolvidos nos setores público e privado e adequações em sistemas de gestão, a reforma tributária supera os desafios enfrentados pelas empresas para lidarem com o Sped (Sistema Público de Escrituração Digital), instituído em 2007, e o e-Social (2014), este último ainda em fase de implementação nos órgãos públicos. “Precisamos de uma política pública para a modernização e digitação desse público, que inclua linhas de financiamento, diagnóstico de índices de maturidade digital, capacitação, assessoria técnica na compra de produtos e serviços e desenvolvimento de ERPs (sistemas de gestão empresarial) menos robustos que atendam às micro e pequenas empresas”. E as empresas também devem estar preparadas para os custos não previstos decorrentes da reforma tributária. “Não será a manutenção de um sistema, previsto em contrato, mas um novo modelo, que vai exigir das empresas de softwares e clientes a negociação de valores”, explica. Em um cenário ainda indefinido sobre os mecanismos tecnológicos da reforma, as empresas no momento se concentram na realização de planejamentos tributários para dimensionar os impactos do aumento ou, quem sabe, redução da carga de impostos. Fonte: https://dcomercio.com.br/publicacao.

Falta de confiança faz 48% dos brasileiros desistirem de compras online
A digitalização do consumo tem proporcionado comodidade e praticidade aos consumidores, mas também levanta preocupações sobre a segurança das compras online. Segundo o Relatório de Identidade Digital e Fraude 2024 da Serasa Experian, 48% dos consumidores já desistiram de uma compra por falta de confiança no site ou aplicativo, ainda que o volume de compras digitais tenha crescido 1,6 ponto percentual em 2024 em comparação com o ano anterior. Apesar do avanço das compras online, a percepção de que as empresas adotam medidas eficazes de proteção caiu de 51% para 43%. Os consumidores manifestam receios específicos ao realizarem compras online. Entre os principais medos apontados pela pesquisa estão: Comprar em um site falso (41%); Ter os dados utilizados por terceiros em compras indevidas (41%); Vazamento de informações pessoais (37%). Essas preocupações impactam diretamente a experiência digital dos consumidores e desafiam as empresas a investirem em soluções de proteção que equilibrem segurança e usabilidade. “A crescente digitalização trouxe inúmeros benefícios, tanto para as empresas quanto para os consumidores, mas também expôs vulnerabilidades que precisam ser endereçadas. Com esses insights, surge a oportunidade de as empresas investirem em soluções robustas de autenticação e prevenção à fraude para garantir a confiança dos consumidores no ambiente online”, afirma o diretor de Produtos de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian, Caio Rocha. Para 69% dos consumidores, é essencial que as empresas possam identificá-los com precisão no ambiente online. Esse fator se torna ainda mais relevante diante do aumento das tentativas de fraude, que ultrapassaram um milhão de incidências apenas em novembro de 2024, o equivalente a uma tentativa de fraude a cada 2,5 segundos, segundo o Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian. A pesquisa revela que métodos de autenticação ganham importância na segurança digital. A biometria física, que inclui reconhecimento facial, impressão digital e reconhecimento de voz, é vista como segura por 71,8% dos entrevistados. Seu uso cresceu de 59% para 67% no último ano. Já a biometria comportamental, que analisa padrões como pressão na tela e forma de digitação, ainda é pouco conhecida pelos consumidores. “A biometria física é uma solução confiável por ser tangível e difícil de replicar, mas, diante do cenário dinâmico das fraudes no Brasil, a prevenção eficaz exige uma estratégia em camadas. Conhecer o consumidor além da identidade permite identificar padrões de comportamento, reduzir fricções e fortalecer a segurança”, destaca Rocha. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

Os desafios estruturais do trabalho no mundo pós-IA.
No Brasil e nos Estados Unidos, os indicadores de desemprego estão nos seus patamares históricos mais baixos, com tendência de continuidade de queda. E com um cenário em que se antevê a potencial substituição de mão de obra por tecnologia potencializada pela Inteligência Artificial (IA), ao mesmo tempo em que parte das novas gerações discrimina empresas com menor flexibilidade no vetor de home office. No setor de tecnologia, a diferença cambial entre economias mais e menos desenvolvidas privilegia o multiemprego, ou seja, poder trabalhar para mais de uma empresa do setor em diferentes geografias. No Brasil, os diferentes programas de auxílio que atendem perto de 21 milhões de famílias desestimulam o vínculo formal de emprego via CLT. Ao mesmo tempo em que os custos sociais atrelados ao emprego formal ajudam a alavancar o microempreendedorismo individual, que já reúne perto de 15 milhões de pessoas. E em crescimento. Algumas são questões globais que transformam de forma definitiva o cenário estrutural do emprego. Outras são mais locais e contribuem para ampliar a magnitude do desafio. E que nos setores de varejo e hospitalidade, no âmbito global e na realidade brasileira, têm problemas ainda maiores pelas questões que envolvem trabalho nos fins de semana ou as limitações do home office. Para além de tudo isso, os hiperempoderados omniconsumidores pelo aumento da oferta e mais os recursos da IA aumentam a demanda por mais experiência, interação e toque humano nas suas relações com produtos e marcas nos diferentes canais. Para ampliar a dimensão dos desafios, é fundamental levar em conta que os cenários mais competitivos pela ampliação da concorrência e foco no valor pedem estruturas e processos mais enxutos, simples, racionais e, mais importante, com alta produtividade. Em tese a tecnologia, em especial aquela potencializada pela IA na linha de frente e na retaguarda dos negócios, torna-se fator decisivo para encontrar caminhos para, ao mesmo tempo em que racionaliza e torna tudo mais eficiente, pode oferecer soluções, experiências e interações que possam diferenciar e atrair nos diferentes canais, categorias e modelos de negócio. Como todos os desafios do presente, é preciso reconhecer que sua complexidade, amplitude e profundidade exigem ações, estudos e busca de soluções integradas, envolvendo as diferentes categorias, canais, modelos de negócios e organização. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

PRAZO PARA ADESÃO AO SIMPLES NACIONAL ENCERRA NO DIA 31
Depois de mais um ano de muitos desafios para quase todos os setores da economia no mundo, 2025 chegou para renovar os ares. É a hora de se planejar e garantir todos os benefícios tributários para que sua empresa tenha o máximo de lucro este ano. A manutenção do enquadramento da empresa no Simples Nacional ou a opção por este regime tributário é uma destas estratégias que podem garantir uma grande redução nos impostos pagos mensalmente, ou seja, mais dinheiro no caixa da empresa para outros investimentos ou até mesmo para a retirada dos sócios. O prazo para solicitar a mudança de sua empresa para o Simples Nacional é até 31 de janeiro de 2025. A opção pelo Simples Nacional pode ser realizada apenas no mês de janeiro ou na abertura do CNPJ, pela internet, no Portal do Simples Nacional. Não é possível trocar este regime tributário durante todo o ano-calendário, com exceção de situações que vedem o Simples Nacional como a inclusão de uma atividade não permitida ou ultrapassar o limite de faturamento, por exemplo. No momento da opção, a empresa declara que não possui nenhuma situação que impede a tributação neste formato e na sequência é realizada uma verificação automática de pendências na Receita Federal, Estadual e Prefeitura. Não havendo débitos ou qualquer outra situação para regularização, o pedido será deferido. Não perca a data, o portal não aceita solicitações fora do prazo e seu pedido não será processado para 2025. Fonte: ACECAM Notícias.

Como o varejo físico pode continuar sendo relevante na era digital?
A digitalização transformou a relação entre consumidores e varejistas. Nos últimos anos, o e-commerce se popularizou e as pessoas passaram a comprar mais pela internet. Segundo o Relatório de Transformação Digital da América Latina 2024, realizado pela Atlântico, o Brasil apresentou o maior crescimento mundial em comércio eletrônico no ano passado, com aumento de 16% nas vendas. Apesar disso, as compras online representam apenas 11% das vendas totais do varejo. Isso mostra que o varejo físico continua tendo muita relevância para as marcas. Apesar do crescimento contínuo do comércio eletrônico, o varejo físico segue em alta, principalmente para criar vínculos com os clientes. Questionamentos como, de que forma o comércio físico pode continuar sendo relevante em uma era dominada pela convergência digital. A resposta é que o consumidor continua a buscar as lojas físicas, mas de uma forma diferente, agora, ele procura pontos de venda com vitrines imersivas, espaços que vão além do transacional e que contenham entretenimento e storytelling. Vemos a importância da criação de conexão com os clientes e de experiências únicas para reforçar o relacionamento com a marca. O omnichannel é cada vez mais essencial no varejo. Por isso, é fundamental apostar em tecnologias que ajudam a aproximar o cliente com um atendimento mais personalizado. Contudo, manter a interação humana no centro do relacionamento com o consumidor ajuda a criar conexões de longo prazo que impulsionam as vendas e geram fidelização. Explorando a conexão com os clientes, o varejo físico pode desenvolver verdadeiras comunidades, transformando os tradicionais pontos de venda. É preciso pensar na essência da marca e ter criatividade para chamar a atenção do consumidor diante de um setor de alta concorrência. Fonte: https://exame.com/bussola/como-o-varejo-fisico-pode-continuar-sendo-relevante-na-era-digital/

Mercado varejista comemora previsão para 2025
O varejo global deve crescer 8,4% ao ano até 2027, segundo dados da McKinsey, enquanto no Brasil o comércio eletrônico projeta um aumento de 18% em 2025, liderado pelo social commerce. Apesar de uma desaceleração esperada para 2025, análises apresentadas durante o maior evento global de varejo em Nova York, o NRF 2025, reacenderam o otimismo no setor. Especialistas destacaram como tecnologia, sustentabilidade e experiências inovadoras estão transformando o mercado. “O varejo não é mais apenas sobre consumo. Ele está se tornando um ambiente de experiências e conexões reais,” afirma o empreendedor serial e empresário Guy Peixoto, que já fundou e liderou mais de 11 empresas em logística, varejo e energia. E ainda, “as empresas que equilibrarem inovação e responsabilidade ambiental terão um diferencial competitivo no futuro próximo” Essas lojas estão se tornando ambientes interativos, onde os consumidores podem experimentar produtos com realidade aumentada, participar de eventos ou até mesmo relaxar em espaços integrados, como lojas que combinam cafeterias e áreas de convivência. “As lojas físicas precisam ser destinos, não apenas pontos de venda,” conclui Peixoto. O varejo caminha para um futuro cada vez mais dinâmico, onde a integração de tecnologia, propósito e inovação será essencial para atender consumidores mais conscientes e exigentes. A diluição da lealdade e a volatilidade do comportamento do consumidor reforçam a necessidade de estratégias ágeis e autênticas. Com perspectivas otimistas e foco em transformação, o setor varejista está pronto para redefinir seu papel no cenário global, entregando não apenas produtos, mas experiências que conectem e inspirem gerações. Fonte: https://al1.com.br/informacao/noticias.

INCERTEZAS ECONÔMICAS AFETAM O CONSUMO E VAREJO TEM PREVISÃO DE QUEDA.
Com projeções que indicam retração no consumo, o varejo restrito deve recuar 0,29% no primeiro trimestre, segundo levantamento do Ibevar FIA Business School. Já o varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, deve registrar estagnação. Entre os sete segmentos analisados, três – supermercados e produtos alimentícios, veículos e peças – devem manter estabilidade nas vendas. Já tecidos e vestuário apresentam uma queda projetada de 0,21%, enquanto móveis e eletrodomésticos sofrem um impacto mais severo, com previsão de retração de 2,08%. Os setores de artigos farmacêuticos e materiais de construção aparecem como exceções positivas, com expectativas de crescimento de 1,76% e 1,12%, respectivamente. Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar e professor da FIA Business School, acredita que esse resultado era esperado pelas incertezas do quadro econômico. “O consumo vinha resistindo graças ao arrefecimento das pressões inflacionárias e a crença de que a trajetória do ritmo de preços voltará a subir aumenta a insegurança, diminuindo ou postergando o consumo”, afirma. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) previu que o Natal movimentaria R$ 69,75 bilhões em vendas, o que representa aumento real de 1,3% (já descontada a inflação) no faturamento do varejo. Mesmo assim, o setor ainda não vai conseguir igualar o patamar pré-pandemia: em 2019, a movimentação foi de R$ 73,74 bilhões. A estimativa é que super e hipermercados representem 45% (R$ 31,37 bilhões) da movimentação financeira. Na sequência, vêm lojas especializadas em itens de vestuário, calçados e acessórios, com 28,8% do total (R$ 20,07 bilhões), e estabelecimentos voltados para artigos de usos pessoal e doméstico, com 11,7% (R$ 8,16 bilhões). Fonte: https://mercadoeconsumo.com

6 dicas aos comerciantes para as festas de fim de ano
Dica 1: público-alvo influencia gestão de estoque. Para fazer uma gestão assertiva do estoque numa época de extrema demanda, os comerciantes devem fazer uma série de perguntas: quem é o consumidor que eu quero atingir? Que nível de sofisticação deseja para as festas de fim de ano? Qual é o hábito de consumo em termos de volume de compra? É uma pessoa que vem uma vez aqui por mês e compra um volume grande ou vem aqui algumas vezes por semana e compra menos volumes? Meu cliente é influenciável e suscetível a promoções? A partir desses dados é possível entender o perfil que se quer atingir e fazer uma gestão de estoque eficiente, evitando rupturas. Dica 2: contratações extras exigem planejamentoNão basta apenas contratar às pressas uma equipe de colaboradores para reforçar o atendimento antes do Natal e do Ano Novo. "Imagine que esse time não conhece o tipo de produto, não sabe onde está o estoque, não está por dentro das políticas comerciais. Seja em formato temporário ou efetivo, é preciso viabilizar o treinamento e a imersão no funcionamento da loja de uma forma eficaz para gerar um bom atendimento. Dica 3: diagnóstico do ano anterior é essencial. O que funcionou, o que não funcionou e o que pode ser feito de novo ou diferente em 2024? O início dos preparativos para as vendas de fim de ano deve ser antecipado e baseado em um diagnóstico do ano anterior, acompanhado de um bom planejamento para o ano atual. Dica 4: negociações com os fornecedores. "Negociações feitas antecipadamente e baseadas em números e objetivos em comum tendem a ser mais assertivas. Além disso, é importante que o comprador tenha claro qual o papel de determinadas marcas dentro da categoria e priorize as de maior importância para dar foco nas negociações. Dica 5: ambientação faz a diferença. A ambientação nos estabelecimentos com o tema natalino faz parte do imaginário coletivo de todas as famílias e reforça as emoções envolvidas no processo de compras desse período. E ainda ajuda o varejista a criar vínculos com os clientes e a tornar a experiência de compra especial. Dica 6: promoções sempre atraem. Promoções de fim de ano, como descontos em grandes volumes de compras de fidelidade, incentivam os clientes a gastarem mais. A busca por presentes e a disposição de gastar mais com itens considerados especiais também influenciam as compras impulsivas. Muitos clientes aproveitam as festas para experimentar produtos novos ou de marcas premium, algo que é menos frequente em outros períodos do ano. Fonte: https://www.supervarejo.com.br/

COMÉRCIO ESPERA ALTA DE 2,5% NAS VENDAS DO DIA DAS CRIANÇAS
O comércio espera aumento das vendas de 2,5% para o Dia das Crianças, a segunda data comemorativa mais importante do segundo semestre do ano para o setor. Segundo CDL- Rio a maioria dos lojistas estima que o ticket médio oscilará de R$ 130,00 a R$ 150,00; e que de 60% a 70% dos clientes utilizarão como meio de pagamento o cartão de crédito parcelado, seguido de cartão de débito, cartão de loja, Pix e dinheiro. Brinquedos, roupas, calçados incluindo tênis, mochilas e acessórios, jogos eletrônicos, artigos esportivos, celulares e tablets e livros serão os presentes mais procurados. A Expectativa de Vendas procurou compreender a demanda, também, em alguns aspectos. O CDL – Rio destaca que os pais, os avós e os tios e padrinhos são protagonistas no presentear; e na maior parte das vezes as crianças escolhem o que receber. A expectativas cautelosas do empresariado fluminense em relação a outras regiões, tem observado vendas no Rio de Janeiro abaixo de outras praças. Sendo assim, o comerciante ao mesmo tempo que está confiante, trabalha para acompanhar os níveis esperados de procura, ajustando custos e volume de produtos ao mercado. Todo segundo semestre é importantíssimo para o fortalecimento da atividade comercial. Logo mais teremos Black Friday e Natal para revigorar o faturamento. Mas, nem tudo são flores. Agora atravessamos problemas com as bets e o desvio do consumo para apostas. Além disso, um possível freio com as perspectivas de alta de juros. O final do ano pode ficar um pouco mais difícil do que esperamos, com o consumo com o décimo-terceiro salário podendo ficar mais comprometido. Fonte: https://cdlrio.com.br/

Eleições Municipais: impacto no seu emprego e negócio
O que as eleições municipais têm a ver com o seu emprego ou o seu negócio? O primeiro final de semana de outubro será marcado por duas das mais importantes celebrações para o presente e o futuro do país. A primeira, no sábado, dia 5, coloca em destaque o trabalho de mulheres e homens que conduzem negócios e contribuem para o desenvolvimento brasileiro e cujo trabalho é posto em destaque, com justiça, no Dia do Empreendedor. No dia seguinte, 6 de outubro, o compromisso é com a democracia, com a realização das Eleições Municipais para escolher prefeitos e vereadores nos mais de 5.568 municípios brasileiros. Votar é um dos fatores decisivos para a criação de cenários favoráveis para que novos empreendimentos se estabeleçam, fortaleçam e prosperem. O poder executivo e legislativo tem condições para sugerir e definir leis, políticas e regulamentações capazes de impulsionar os negócios e, consequentemente, transformar positivamente a realidade das Cidades. O empreendedorismo é parte do desenvolvimento sustentável, ao originar riquezas e empregos ou, ainda, ao aportar mais e melhores ideias e soluções para a resolução de problemas e aproveitamento de oportunidades nos âmbitos econômico, social e ambiental. O voto consciente e que reconhece a relevância e a potência do empreendedorismo é, portanto, indispensável para termos comunidades prósperas, inovadoras, motivadas e sustentáveis. Analogamente para renovarmos, ano após ano, os motivos para celebrarmos a democracia em nosso País. Fonte: ACECAM Notícias.

A queda do poder de compra
As dificuldades relacionadas à queda do poder de compra se tornaram o maior problema de ordem social para 88% dos brasileiros em 2024. Outros fatores que causam preocupação são o aumento da taxa de juros (72% dos entrevistados) e o risco de perda de renda, que chega a 63% da população, apesar da recente redução nas taxas de desemprego no país. Os dados vêm da pesquisa Protect and Project Oneself, conduzida pela seguradora BNP Paribas Cardif, especialista em seguros massificados, em parceria com o Instituto Ipsos. O levantamento foi realizado entre 9 de janeiro e 13 de fevereiro deste ano, com a participação de mil brasileiros. Apesar da percepção de dificuldades econômicas, o levantamento mostrou que os brasileiros continuam buscando mais empréstimos. Eles estão mais propensos a utilizar crédito para financiar a compra de imóveis (72%), iniciar negócios próprios (68%) e para tratamentos médicos (66%). O cenário brasileiro mostra uma tendência global de inquietação diante dos desafios financeiros. A pesquisa, realizada em 21 países, mostra que questões financeiras causam mais preocupação do que a violência ou problemas de saúde. Globalmente, 79% dos entrevistados expressaram preocupação com conflitos internacionais, 76% com as mudanças climáticas e 75% com a queda do poder de compra. Na América Latina e Ásia, o desemprego é a principal preocupação, atingindo 86% e 71% dos entrevistados, respectivamente. A perda de renda continua no topo da lista de preocupações para três quartos das pessoas entrevistadas em todo o mundo. Além disso, a segurança cibernética, inserida pela primeira vez na pesquisa deste ano, foi destacada como um dos principais riscos por 74% dos participantes. Fonte: https://economicnewsbrasil.com.br

Setor de varejo e consumo lança manifesto alertando contra perigo das bets
Quinze entidades empresariais alertam para o fato de que gastos com apostas atrai recursos da população, especialmente entre os mais pobres Quinze entidades empresariais que representam setores de varejo e consumo divulgaram nesta quinta-feira um manifesto alertando para riscos associados ao crescimento das plataformas eletrônicas de apostas, conhecidas como bets. O manifesto foi lido no encerramento do Latam Retail Show, feira de negócios e congresso do setor, que ocorreu esta semana, em São Paulo. O documento, divulgado pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), uma das entidades signatárias, começa alertando para o fato de que o crescimento das bets atrai recursos da população dos mais diversos segmentos e faixas etárias.As entidades ressaltam ainda que o hábito de apostar é ainda mais marcante nas classes mais baixas e de menor idade, redirecionando renda destinada ao consumo pessoal, inclusive de alimentos. Além dos alertas, o manifesto informa que as entidades atuarão para conter o crescimento das apostas e cobram algumas medidas por parte do governo. Entre as cobranças, estão impedir de forma imediata o uso do cartão de crédito para pagamento das apostas, proibição que só entrará em vigor em 2025, conforme a regulamentação das bets aprovada em lei ano passado, e rever a tributação prevista na lei, de forma que ela seja mais gravosa na operação de apostas on-line, tanto para a empresa de apostas quanto para o apostador. Existem circunstâncias em que é preciso ir contra a correnteza representada pelo amplo engajamento em prol das apostas eletrônicas para levar em conta o que é mais importante, saudável e responsável em prol da nação, diz um trecho do manifesto. Fonte: https://exame.com/negocios/setor-de-varejo-e-consumo-lanca-manifesto-alertando-contra-perigo-das-bets.

Saiba como a estiagem severa pode afetar a economia e o bolso do consumidor
O Brasil está vivenciando a pior seca das últimas décadas. O Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden) indica que as condições de calor extremo e a falta de chuvas devem persistir em grande parte do território nacional até novembro. Essa situação preocupa especialistas, que veem potenciais impactos significativos na economia do país. A seca prolongada não só compromete as safras agrícolas, mas também a geração de energia hidrelétrica, eleva os custos dos combustíveis e dificulta o transporte de cargas. Esses fatores podem desencadear uma alta nos custos de produção e, consequentemente, nos preços de bens essenciais. A seca prolongada no Brasil está gerando preocupações com o desabastecimento de produtos agrícolas, resultado das quebras de safra e perdas na produção de alimentos. Esses prejuízos causam o que os economistas chamam de “choques de oferta”, que ocorrem quando a oferta de um produto diminui no mercado, levando à alta dos preços. Já os incêndios ocorridos nas últimas semanas por todo o País, também podem pressionar ítens como preço da cana-de-açúcar, matéria-prima essencial para a produção de açúcar e etanol, o desenvolvimento da cadeia turística, onde os atrativos naturais estão sendo impactados com a estiagem e os incêndios. Esperamos que, a partir do início de outubro, as chuvas retornem ao país com mais intensidade. Mas isso, inicialmente, não significará redução no custo da energia. Precisaremos de uma sequência de alguns meses com boas chuvas para normalizar a situação. Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/

O que muda para o MEI com a reforma tributária
A reforma tributária sobre o consumo em discussão no Congresso Nacional será implementada em etapas, com a unificação dos impostos a partir de 2026 e conclusão em 2032. Durante esse período, diversos tributos serão extintos ou substituídos pelos novos IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), com transições graduais para dar tempo para que o governo e as empresas adaptem seus sistemas. Os MEIs (Microempreendedores Individuais), que hoje somam cerca de 15 milhões no país, também foram incluídos nessa fase de transição entre os dois sistemas tributários. Atualmente, além da contribuição previdenciária, fixada em 5% sobre o valor do salário mínimo – R$ 70,60 em valores atuais -, os microempreendedores do comércio e da indústria recolhem R$ 1 de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), e aqueles que atuam na área de serviços pagam R$ 5 de ISS (Imposto sobre Serviços) por meio de uma única guia, a DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Durante a transição da reforma, de 2027 a 2028, eles pagarão os dois impostos que serão extintos (ISS e ICMS), e os novos CBS e IBS, sem contar a contribuição ao INSS. A partir de 2033, quando a reforma estiver completamente concluída, tanto os MEIs que atuam no comércio e na indústria como os prestadores de serviços vão recolher um total de R$ 3, sendo R$ 1 relativo à CBS, e R$ 2 de IBS. Na prática, MEIs que exercem atividades de comércio e indústria vão pagar R$ 2 a mais em tributos - fora a contribuição previdenciária - depois de concluída a reforma. E quem atua na área de serviços vai recolher R$ 2 a menos na comparação com os valores atuais. Fonte: https://dcomercio.com.br/

Aposte no Dia do Cliente para fidelização!
Comemorado em 15 de Setembro, o Dia do Cliente é uma grande oportunidade de fidelização e de negócio que homenageia aquele que efetivamente movimenta todas as empresas. A data surgiu pela constatação de que poucas ações são feitas no Brasil para reforçar o relacionamento com o cliente. Em tempos que a experiência do consumidor é tão crucial para as marcas, isso é inadmissível. Reforçar que a lealdade leva a maior lucratividade com o aumento das bases de clientes, não e tão difícil. Clientes que passam por uma boa fidelização são lucrativos pois: São menos sensíveis a preços; Ajudam a divulgar a organização; Fazem compras maiores e Custam menos para serem atendidos. Essa é a importância de dedicar-se ao relacionamento com o cliente. Seguem algumas dicas de práticas para surpreender e incentivar a recompra! Lembre-se que o conceito deve ser o de presentear seu cliente; portanto, trabalhe campanhas que ofereçam um benefício claro para quem compra. Aproveite para divulgar, especialmente, para quem já é cliente da sua loja. Cupons exclusivos Envie um cupom de desconto especial por e-mail para compras no período de campanha. Você pode escolher trabalhar esses cupons com produtos específicos, para regiões específicas ou para aumentar o tíquete médio, determinando um valor mínimo de compras para validar o desconto. Brindes especiais Dê um presente para seus clientes! Encontre uma opção de brinde para enviar para quem fizer compras na sua loja durante esta campanha. Negocie com fornecedores para não sair no prejuízo! Frete grátis Frete grátis é um dos benefícios favoritos dos consumidores online. Então, use a data para oferecer essa vantagem como um presente. Capriche na comunicação e faça com que seu cliente se sinta especial! Fonte: ACECAM Notícias.

As tendências de pagamentos estão mudando a forma de consumo?
As tendências do mercado de pagamentos vêm sendo influenciadas por diversos fatores, como as novas tecnologias, por exemplo. Aliás, a possibilidade de variedade na escolha é um dos principais motores do comércio eletrônico, atraindo consumidores e promovendo a fidelização. As carteiras digitais e novos métodos de pagamentos estão ganhando popularidade mundo afora. Esse cenário é influenciado não apenas pelo tipo de tecnologia, mas também pelo fator geracional. Utilizar uma ou outra forma de pagamento ou mesmo ter o hábito de diversifica-las varia, principalmente, devido a fatores como idade e a confiança depositada na forma de aquisição, além da renda e do estilo de vida. De acordo com estudos recentes, a possibilidade de escolha é um dos principais impulsionadores do comércio eletrônico, sendo capaz de atrair o consumidor, ajudar a criar laços e promover a sua fidelização, torna-se fundamental oferecer diferentes formas de pagamentos para as mais variadas transações. Embora os cartões de crédito convencionais ainda sejam os mais lembrados, os novos meios de pagamentos já fazem parte do cotidiano dos consumidores. Entre eles, se destacam as carteiras digitais. É o que revela a Pesquisa Global Insights da Serasa Experian, feita com seis mil pessoas e duas mil empresas de 20 países, com o objetivo de entender como é a interação online do consumidor com as marcas. Além dos indicadores positivos em relação às carteiras digitais, o estudo destaca também como os aplicativos de comércio eletrônico e QR codes obtiveram boas avaliações quando se observa as tendências, evolução das expectativas e experiências do consumidor na era digital. Além da tecnologia, a geração dos consumidores também é um fator com influência na escolha do método de pagamento. Quanto menor é a idade, maior é a diversificação. Ainda entre as descobertas, os consumidores com alta diversificação de pagamentos usam, em média, cinco métodos de pagamentos. Já o grupo de consumidores com leve diversificação de pagamentos usa quase três e, a categoria de baixa diversificação de pagamentos, emprega apenas 1,7 métodos de pagamento em média. Fonte: https://institutopropague.org/pagamentos/pagamentos-como-as-tendencias-do-mercado-influenciam-as-diferentes-geracoes-de-consumidores/

CFM lança plataforma online para combater a emissão de atestados médicos falsos no Brasil
O Conselho Federal de Medicina (CFM) lança nesta quinta-feira (5) o Atesta CFM, uma plataforma online que vai oferecer à sociedade serviços gratuitos de validação e chancela de atestados médicos emitidos no País. Com isso, a Autarquia cria mecanismos efetivos para combater fraudes e outras irregularidades na emissão desses documentos. A decisão beneficia médicos, que contarão com a proteção do seu ato profissional; os trabalhadores, que terão a certeza de os atestados que portam foram assinados por médicos de fato; e as empresas, que poderão detectar irregularidades em documentos que foram entregues, mas são fraudulentos. O Atesta CFM integrará diferentes bancos de dados, de forma segura e com total respeito às regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), possibilitando a emissão, validação e verificação de atestados médicos. Entre as ações decorrentes, o médico será notificado de todos os documentos emitidos em seu nome e CRM, os trabalhadores poderão verificar o seu histórico de atestados e as empresas e empregadores terão a chance de verificar a veracidade dos atestados entregues. Resolução – A plataforma está regulamentada por meio da Resolução CFM nº 2.382/24, encaminhada em 5 de setembro para o Diário Oficial da União. A partir de agora, a ferramenta já está disponível para que médicos, empregadores e trabalhadores conheçam o seu fluxo de funcionamento. Em novembro, os médicos já poderão emitir documentos pelo Atesta CFM. Após 180 dias da publicação, todos os atestados médicos deverão ser emitidos ou validados pela ferramenta criada pelo Conselho Federal de Medicina. Fonte:https://portal.cfm.org.br/noticias/cfm-lanca-plataforma-online-para-combater-a-emissao-de-atestados-medicos-falso-no-brasil

PIS/Cofins são tributos gêmeos que incidem sobre a receita das empresas
De janeiro a junho deste ano, as duas contribuições sociais renderam cerca de R$ 205 bilhões aos cofres da União. O resultado da arrecadação da Cofins é direcionado para a manutenção dos gastos relacionados à Previdência Social. Já os recursos obtidos por meio do Pis são usados para o custeio do seguro-desemprego e abono salarial. De janeiro a junho deste ano, as duas contribuições geraram cerca de R$ 205 bilhões para os cofres da União. Conforme estabelecem as Leis 10.637/02 e 10.833/03, respectivamente, Pis e Cofins passaram a ser tributos não cumulativos, com alíquotas de 1,65% e 7,6%. Até então, incidiam em cascata – regime cumulativo - sobre o faturamento das empresas, com alíquotas de 0,65% e 3%, respectivamente. “Quando a empresa opta pelo regime de lucro real, as contribuições são “não cumulativas”, ou seja, o contribuinte tem o crédito dos insumos que são necessários para o desenvolvimento de suas atividades, sendo que a contribuição incidirá entre a diferença da receita bruta e os créditos tomados na cadeia da atividade”, explica Marco Antonio Vasquez Rodriguez, advogado tributarista e sócio da VRL Advogados. Já as empresas que estão no regime de lucro presumido ficam no regime “cumulativo” e pagam as contribuições sobre a receita bruta, enquanto as empresas do Simples Nacional têm uma parcela das contribuições embutida no pagamento único do imposto. Fonte: https://dcomercio.com.br/publicacao/s/pis-cofins-sao-tributos-gemeos-que-incidem-sobre-a-receita-das-empresas.

AS ASSOCIAÇÕES NO PROCESSO ELEITORAL
AS ASSOCIAÇÕES NO PROCESSO ELEITORAL Durante períodos eleitorais, as associações comerciais devem adotar uma postura neutra e imparcial para evitar qualquer impressão de favorecimento ou conflito de interesses. Aqui estão algumas orientações gerais sobre como se comportar:  Neutralidade Política: As associações comerciais devem se abster de apoiar ou se opor publicamente a candidatos ou partidos políticos. É importante que as ações e comunicações da associação permaneçam imparciais;  Uso de Recursos: Evitar o uso de recursos da associação para promover ou financiar campanhas políticas. Isso inclui não utilizar canais de comunicação, como newsletters e redes sociais, para promover qualquer candidato ou partido;  Eventos e Reuniões: Se a associação organizar eventos, esses devem ser planejados de forma a não favorecer candidatos ou partidos. Qualquer evento com a participação de políticos deve ser conduzido de maneira a garantir a equidade entre todos os envolvidos;  Comunicados e Pronunciamentos: Comunicações oficiais da associação devem focar em temas de interesse geral e não em questões eleitorais. Quando a associação se pronunciar, deve fazê-lo de forma objetiva e não tendenciosa;  Membros e Associados: Incentivar os membros e associados a exercerem seus direitos de voto de forma informada e responsável, sem promover um candidato ou partido específico;  Conformidade Legal: Certificar-se de que todas as atividades da associação estejam em conformidade com as leis eleitorais e regulamentos locais. Em muitos países, há regras específicas sobre como entidades não governamentais podem se envolver em períodos eleitorais; Essas práticas ajudam a garantir que as associações mantenham sua integridade e evite complicações legais ou éticas durante o período eleitoral. Fonte: ACECAM Notícias.

Reforma tributária desconfigura o Simples Nacional
O texto aprovado pela Câmara coloca micro e pequenas empresas em uma encruzilhada, já que deverão escolher entre arcar com uma carga tributária e burocrática maior fora do Simples ou permanecer no regime tributário, mas repassando um crédito menor, sob o risco de perderem negócios. A reforma tributária sobre o consumo, em fase de regulamentação no Congresso Nacional, mantém a existência do Simples Nacional, mas retira boa parte das suas vantagens, colocando em risco a sobrevivência das micro, pequenas e médias empresas, principalmente aquelas que estão no meio da cadeia produtiva, na condição de fornecedores de bens e serviços. O PLP 68/24, já aprovado pela Câmara e em tramitação no Senado, prevê que o valor do crédito será limitado à alíquota efetivamente paga pela empresa do Simples, que é bem menor. Pelos cálculos da Fecomércio-SP, na prática, elas vão poder transferir cerca de 7% de crédito do IBS e da CBS, afetando a competitividade dos pequenos negócios enquadrados nesse regime tributário. “Os contribuintes optantes pelo Simples Nacional que vendem para distribuidores, atacadistas ou varejistas terão que analisar as vantagens de recolher o IBS e a CBS por fora, pois certamente essas empresas deverão dar preferência para aquelas que transfiram créditos de forma integral”, explica o consultor tributário da Orcose Contabilidade, Flávio Perez. O regime do Simples está sendo tratado como um “empecilho” na reforma tributária. “As empresas perdem competitividade tanto na condição de fornecedoras para outras empresas como nas vendas para o consumidor final. Esses consumidores, que representam cerca de um terço da população, vão preferir comprar, por exemplo, uma televisão de varejistas que paguem o IBS e a CBS de forma integral, ou seja, com a alíquota padrão de 26,5%, do que das empresas do Simples, já que o valor da devolução do imposto será bem maior”. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br/

Dia dos Pais aumenta a expectativa de vendas em 21,3%
O Dia dos Pais está chegando, e com isso, a busca por presentes para homenageá-los aumenta. Neste ano, o otimismo dos lojistas e dos consumidores com a data segue em alta no Comercio Varejista. A última pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio apresenta que a expectativa de crescimento nas vendas é de 21,3%. De acordo com a pesquisa, em comparação com as vendas em dias normais, 68,64% dos empresários esperam alcançar um desempenho maior para a data, outros 30,62% acreditam que venderão como em dias regulares de comércio e 0,74% consideram que as vendas serão menores. José Aparecido Freire, presidente do Sistema Fecomércio, aponta que o levantamento mostrou que mais da metade dos lojistas acredita que as vendas neste ano serão melhores que no ano passado. “O valor médio do presente de acordo com os consumidores também registrou crescimento na pesquisa de expectativa. Passou de R$ 192,10 no ano passado para R$ 204,58 neste ano, um crescimento de 6,5%”, apresenta. A pesquisa também mostra que as mulheres pretendem gastar mais que os homens. O ticket médio registrado entre elas ficou de R$ 224,03, enquanto entre os homens foi de R$ 180,87. Os produtos mais procurados para presentear os pais deverão ser calçados e acessórios, cosméticos e perfumes, eletroeletrônicos e artigos para presente e souvenirs. “De acordo com o Instituto Fecomércio, 48,26% dos consumidores deverão pagar no cartão de crédito, enquanto 46,51% deverão pagar à vista por meio de cartão de débito, dinheiro ou Pix”, revela o presidente do instituto. José Aparecido comenta que 96% dos lojistas entrevistados para a pesquisa disseram que não reajustaram os preços, mas irão mantê-los para que os consumidores possam aproveitar melhor a data comemorativa. Fonte: Brasil 61

Redes sociais são usadas por 65% dos brasileiros para compras online, revela pesquisa.
As redes sociais são utilizadas por 65% dos brasileiros na hora de fazer compras online, segundo pesquisa realizada pela Adyen, companhia de tecnologia de pagamentos para grandes empresas, cedida com exclusividade à CNN. Embora apenas 29% dos varejistas ofereçam social commerce — como a modalidade é conhecida —, o levantamento mostra que as mídias digitais têm ganhado cada vez mais espaço, sobretudo nas gerações mais novas. De acordo com o Relatório Varejo 2024 da Adyen, a modalidade é majoritariamente usado pelas gerações Z (entre 16 e 26 anos) e Millennials (entre 27 e 42 anos), com 72% de aderência cada. A pesquisa ainda mostra que o Instagram lidera a preferência dos consumidores, com 61% dos entrevistados. Facebook (52%) e TikTok (19%) aparecem na sequência. Renato Migliacci, vice-presidente de vendas da Adyen Brasil, explica que as redes sociais possuem anúncios mais direcionados ao seu público, baseados em dados de comportamento e, por isso, a apresentação dos produtos e serviços é feita de forma mais contextual. “As empresas que estão tirando mais vantagem disso são as que não só fazem uma boa segmentação de marketing, como também permitem uma experiência de compra fluida e segura a partir desses canais”, diz Migliacci. Além disso, com o uso cada vez maior das redes sociais para compras online, o mercado do varejo ganha uma oportunidade para se expandir. Segundo a pesquisa da Adyen, 84% dos varejistas que implementaram o social commerce como uma das modalidades de venda relataram crescimento de receita. Atualmente, os setores com maior adoção da medida são empresas de eletrônicos (38%), beleza e saúde (33%) e produtos variados (36%). Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/mercado/

Nova lei da saúde mental: saiba mais sobre a legislação.
A Presidência da República publicou no Diário Oficial de 27 de março de 2024 a Lei 14.831 que estabelece o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, de âmbito nacional, a ser concedido pelo governo federal às empresas que atenderem a determinados critérios de promoção da saúde mental e do bem-estar de seus trabalhadores. Dentre as boas práticas a serem adotadas pelas empresas, de acordo com a nova lei, em resumo, estão as seguintes: implementação de programas de promoção da saúde mental no ambiente de trabalho; oferta de acesso a recursos de apoio psicológico e psiquiátrico para seus trabalhadores; combate à discriminação e ao assédio em todas as suas formas; promoção de ambiente de trabalho seguro e saudável; incentivo ao equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional; incentivo à prática de atividades físicas e de lazer; divulgação regular das ações e das políticas relacionadas à promoção da saúde mental e do bem-estar de seus trabalhadores nos meios de comunicação utilizados pela empresa. A lei acima mencionada também destaca a importância de ações empresariais voltadas especificamente à promoção da conscientização direcionada à saúde mental das trabalhadoras. Ainda de acordo com a nova lei, a concessão do Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental será realizada por uma comissão certificadora, a ser nomeada pelo governo federal, nos termos de regulamento que também ainda será editado, com a atribuição de aferir a conformidade das boas práticas desenvolvidas. Fonte: https://www.conjur.com.br/2024-mai-31/a-nova-lei-da-empresa-promotora-da-saude-mental-e-do-bem-estar-dos-trabalhadores/

Mercado varejista brasileiro continua apreensivo em 2024
O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou em seu relatório Monitor Fiscal que a dívida pública bruta do Brasil deve avançar dos 84,7% do PIB em 2023, para 86,7% em 2024, e projeta para 2025 e 2026, uma dívida pública bruta de 89,3% e 90,9% do PIB respectivamente, aumentando o risco de calote, dificultando a obtenção de dinheiro no mercado e aumentando a taxa de juros da dívida. Com o crédito mais caro, a inflação elevada e a redução do poder de compra da população, as empresas estão apertando os cintos, mas nem sempre é o suficiente. No Brasil o e-commerce que movimentou R$ 69,88 bilhões em 2018, fechou 2023 com faturamento de R$ 185,7 bilhões, e a estimativa é que em 2028 atinja R$ 277,81 bilhões, o que coloca o mercado brasileiro desde 2022 entre os 10 com maior expectativa de crescimento. Além da concorrência on-line e a mudança nas preferências dos consumidores, colaboraram também para o atual cenário vivido pelo varejo nacional o endividamento excessivo, a imobilidade ou resistência à mudança, os custos operacionais elevados, a gestão financeira inapropriada e as mudanças no ambiente regulatório e econômico". Se reconectar com os antigos clientes e se conectar aos novos clientes, não é o suficiente, além disso a rede varejista deve adequar sua operação a nova realidade mercadológica, torná-la eficiente sob o aspecto financeiro e operacional, para se tornar competitiva neste novo mercado, o que normalmente importa na reestruturação de seu passivo e no redimensionamento de sua estrutura e quadro de colaboradores". Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/

Vendas no varejo avançam 0,9% em abril, quarto mês no campo positivo
Na passagem de março para abril, as vendas no comércio varejista no país cresceram 0,9%, atingindo o maior patamar da série. Esse foi o quarto resultado positivo seguido do setor, que acumula alta de 4,9% no ano e de 2,7% nos últimos 12 meses. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (13) pelo IBGE. “Esse comportamento de quatro pontos não negativos seguidos também aconteceu no ano passado, entre junho e setembro, mas com amplitudes menores. Neste ano, o varejo veio com resultados mais expressivos e, nos últimos três meses, vem alcançando o último recorde da série com ajuste sazonal, que havia sido em outubro/novembro de 2021”, explica Cristiano Santos, gerente da pesquisa. Das oito atividades pesquisadas, cinco avançaram em abril, com destaque para hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,5%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (14,2%), que exerceram as principais influências sobre o resultado geral. “No caso de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, essa variação com grande amplitude significa um certo rebatimento do mês anterior, quando houve queda de 10,1%, por conta do crescimento forte do dólar. Em abril, algumas grandes marcas deram descontos nos produtos e, apesar da estabilidade do dólar, o setor conseguiu se recuperar”, diz o pesquisador. No ano, a atividade acumula alta de 3,5%. A PMC produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no país, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista. Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação. Os resultados podem ser consultados no Sidra. A próxima divulgação da PMC, com os resultados para maio de 2024, será em 11 de julho. Fonte: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias

CACHOEIRAS DE MACACU COMEMORA 345 ANOS.
UM POUCO DA NOSSA HISTÓRIA Os primeiros registros de ocupação do território que hoje compõem o Município de Cachoeiras de Macacu datam do final do século XVI. Aproveitando a fertilidade natural dos solos, desenvolveram - se cultivos de mandioca, milho, cana de açúcar, arroz e feijão, num pequeno núcleo agrícola instalado ao redor da antiga capela de Santo Antônio, denominado Santo Antônio de Casseribu. Este núcleo inicial foi elevado à Vila em 15 de maio de 1679, com o nome de Santo Antônio de Sá, criando - se, ao mesmo tempo, o Município do mesmo nome. Entre 1831 e 1835, por conta de uma febre endêmica, conhecida como "Febre de Macacu", houve grande perda de vidas e um significativo processo de êxodo rural, desorganizando as atividades produtivas, levando o Município a uma série de crises. Em novembro de 1857 foram iniciados os trabalhos de construção da Ferrovia, e em abril de 1860 foi inaugurada a primeira seção da Estrada de Ferro de Cantagalo, entre Porto das Caixas e Cachoeiras. Em 1868, a sede municipal foi transferida do núcleo original para a freguesia de Santíssima Trindade de SantAna de Macacu, posteriormente denominada SantAna de Japuíba. No início, para poder vencer os fortes aclives da serra, se utilizou um sistema de cremalheira chamado Fell, que depois foi substituído pelo sistema chamado “total aderência”, com um trilho central entre os dois trilhos normais. Esse sistema, denominado Fell, era o mais apropriado para subir elevações, tendo sido utilizado pela primeira vez, havia dois anos, na construção da estrada de ferro do Monte Cenis, ferrovia que atravessava os Alpes entre a França e a Itália, sistema esse inventado pelo engenheiro John Barraclough Fell. Conta-se que na parada de Boca do Mato, onde se trocavam as locomotivas, no dia da inauguração, o Imperador D. Pedro II e alguns convidados aproveitaram para examinarem a locomotiva Fell e em Juca Penna ou Posto do Penna, onde a locomotiva parou para o abastecimento da caldeira com água, foram ver um grande pontilhão de arco de 15 metros de altura. Na parada do Alto da Serra examinaram igualmente a máquina Fairlie, a primeira de tal sistema no país”. O Trecho entre Cachoeiras de Macacu e Friburgo (ou seja, a subida da serra) foi desativado em 27 de maio 1965, e o trecho inicial, de Porto das Caixas até Cachoeiras, foi suprimido em 1973. Fonte: ‘’A Vida Fluminense, ano 7, n. 315 (10/01/1874), p.1680’’

Comércio pode perder muito com os feriados de 2024
Com 14 feriados em 2024 (10 nacionais, dois estaduais e os municipais), mais os dias com possibilidade de prolongamento, o chamado “enforcamento”, o comércio varejista do Rio de Janeiro pode perder mais de R$ 7 bilhões em vendas neste ano. Cada dia parado representa uma estimativa média de prejuízo de cerca de R$ 510 milhões. A estimativa é do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro – SindilojasRio. Segundo o presidente das duas entidades, apesar dos acordos feitos entre o SindilojasRio e o Sindicato dos Empregados do Comércio do Rio de Janeiro – SECRJ, que permitem a abertura das lojas, os feriados do ano e seus possíveis prolongamentos acabam por penalizar os lojistas, principalmente os de rua que são os mais prejudicados, especialmente no Centro, onde o esvaziamento é ainda mais acentuado nessas datas. “Não há dúvida que este excessivo número de dias parados prejudicará o comércio. Podem ser mais de 15 dias de vendas que não se realizam. E não são apenas os empresários lojistas que são impactados. Perdem os comerciários que deixarão de trabalhar; o próprio consumidor que não pode comprar; e o governo que deixa de arrecadar impostos. No caso dos comerciários, uma estimativa do CDLRio e do SindilojasRio mostra que eles podem perder quase um salário no ano, um verdadeiro 14º. Não somos contra os feriados em datas comemorativas. Mas, somos a favor de que a sociedade, empresários, líderes de classe e o poder público busquem soluções para evitar tamanho prejuízo”, destaca o presidente. Fonte: https://www.sindilojas.rio

Evitar a falta de produtos vira desafio para os supermercados
Três em cada 10 clientes procuram outra loja quando não encontram os produtos desejados. Outros 37% optam por comprar uma marca diferente, segundo levantamento da Neogrid. A falta de produtos nas gôndolas deve ser um ponto de atenção para as marcas. Segundo levantamento feito pela Neogrid, em parceria com o Opinion Box, 33% dos consumidores buscam o item em outra loja quando não encontram o que procuram, enquanto 37% optam por comprar uma marca diferente. “Assegurar que o item esteja disponível na prateleira e que haja gerenciamento correto nos estoques são indicadores essenciais para a sincronização da cadeia”, explica Robson Munhoz, diretor de Costumer Success da Neogrid. Os dados sobre ruptura de estoque, índice que mede a indisponibilidade de produtos, apontam que o patamar subiu de 10,70%, em outubro de 2022, para 14,10%, em novembro de 2023, com pico de 15,20%. No entanto, a curva de ruptura vem alcançando uma estabilidade desde o final do ano passado. No e-commerce, a ruptura é maior, de acordo com a Lett, marca da Neogrid especializada em Trade Marketing Digital. As categorias com os maiores índices de indisponibilidade no ano passado foram peixes, com 59,55%, carnes e aves (50,79%) e hortifruti (48,61%). “Caso ocorra a falta e excesso de estoque, tanto a indústria quanto o varejo acabam sofrendo prejuízo”, destaca Munhoz. Essa situação, tão corriqueira no dia a dia dos consumidores, nunca esteve tão em pauta em reuniões de executivos das indústrias e dos supermercados. De cada 100 itens que o consumidor quer comprar em um supermercado no Brasil, 9,8 ele não encontra, de acordo com o mais recente levantamento da NeoGrid, empresa que mensura a chamada ruptura de produtos nas gôndolas de 10 mil lojas de 150 redes espalhadas pelo país. Com base nas informações que possui dos supermercados, a NeoGrid estima que uma loja poderia vender quase 4% mais, se tivesse um índice de ruptura próximo de zero. Para Munhoz, a ruptura de produtos nos supermercados no país é um problema que ainda está longe de ser resolvido. A cultura, diz ele, é mais forte do que a razão. A pesquisa foi realizada online, na plataforma de pesquisa da Opinion Box, em dezembro de 2023, com mais de 2 mil consumidores de todo o Brasil, acima de 16 anos e de todas as classes sociais. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

SEMANA DO CONSUMIDOR
O Dia do Consumidor nada mais é do que uma data que destaca a importância dos Direitos do consumidor, como informação, segurança, liberdade de escolha e atendimento. Celebrado em todo o mundo no mês de março, ele se transformou em um marco na defesa dos direitos dos consumidores. O Dia Internacional dos Direitos do Consumidor foi criado em homenagem a um discurso feito pelo então presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, em 15 de março de 1962. Na oportunidade, Kennedy enviou uma mensagem ao Congresso Americano, reforçando a importância dos direitos dos consumidores e provocando debates em todo o mundo. Foram, então, estabelecidos quatro princípios fundamentais de garantia aos consumidores: escolha, informação, segurança e ser ouvido. Em 1985, a Organização das Nações Unidas (ONU) relembrou o discurso de Kennedy ao aprovar diretrizes para construir novas leis em benefício das relações de consumo. Quando a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou os Direitos do Consumidor como Diretrizes das Nações Unidas, eles ganharam ainda mais legitimidade e reconhecimento. Poucos anos depois, no Brasil, a data foi acompanhada pela instituição do Código de Defesa do Consumidor, Lei nº 8.078, de 11 de março de 1991. Promovido por varejistas de diversos países, o Dia do Consumidor simboliza a garantia desses direitos. Como forma de homenagear os clientes neste momento, o comércio aproveita a oportunidade para oferecer descontos, ofertas, promoções e condições especiais de compra. No Brasil, o Dia do Consumidor ajuda a movimentar a economia do país em um dos meses mais fracos do ano para os varejistas: março. Já se deparou com promoções da Semana do Consumidor ou do Mês do Consumidor em algumas lojas durante o mês de março? Os dois lados saem ganhando: os lojistas, que vendem mais, e os clientes, que podem ter acesso a promoções irresistíveis por mais tempo. Fonte: FolhaExpress.org.br

Comércio do Rio pode deixar de vender R$ 7 bilhões com feriados em 2024
Levantamento aponta que cada dia parado representa uma estimativa média de prejuízo de cerca de R$ 510 milhões; ao todo, são 14 feriados no ano Com 14 feriados em 2024 (10 nacionais, 2 estaduais e 2 municipais), sendo 9 em dias de semana e 3 consumidos pelo período de Carnaval, mais os dias com possibilidade de ”enforcamento”, o comércio varejista da cidade do Rio de Janeiro pode perder mais de R$ 7 bilhões em vendas no ano. Cada dia parado representa uma estimativa média de prejuízo de cerca de R$ 510 milhões. Levando em consideração os prolongamentos, ao longo do ano, o comércio terá mais de 15 dias de movimento prejudicado com as lojas fechadas. A estimativa é do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município (SindilojasRio). De acordo com Aldo Gonçalves, presidente tanto do CDLRio quanto do SindilojasRio, apesar dos acordos feitos com o Sindicato dos Empregados do Comércio que permitem que as lojas funcionem, os feriados do ano e seus possíveis prolongamentos acabam por penalizar lojistas, principalmente os de rua, os quais sofrem mais, especialmente no Centro da cidade, onde o cenário é de deserto. ”Não há dúvida que este excessivo número de dias parados prejudicará o comércio. Podem ser mais de 15 dias de vendas que não se realizam. E não são apenas os empresários lojistas que são impactados com isso. Perdem os comerciários que deixarão de laborar; o próprio consumidor que não pode comprar e o governo que deixa de arrecadar impostos. No caso dos comerciários, estimativa do CDLRio e do SindilojasRio mostra que eles podem perder quase um salário no ano, um verdadeiro 14º. Não somos contra os feriados em datas comemorativas – e até mesmo, quando possível, o adiamento deles. Mas somos a favor de que a sociedade civil organizada, empresários, líderes de classe e autoridades se sentem à mesa para discutir outras soluções que evitem tamanho desperdício”, diz Aldo. Fonte: Diário do Rio.

Compras pós-Carnaval: um dos melhores períodos do ano para o consumidor.
O Carnaval chegou ao fim, mas as oportunidades de compras estão apenas começando no comércio varejista. Lojas de todos os portes e segmentos e ainda os supermercados, estão lançando promoções irresistíveis, com descontos progressivos que chegam a surpreendentes 80%. É a chance perfeita para quem deseja renovar o guarda-roupa, fazer compras para o mês sem pesar no bolso, adquirir aquele eletrodoméstico ou eletrônico tão sonhado. Vale também para calçados, acessórios e todo tipo de artigo. Para os consumidores que conseguiram manter as finanças sob controle durante as festas e férias, esta é uma excelente oportunidade de fazer compras com preços mais baixos. As promoções se intensificam após o Carnaval, pois as lojas buscam renovar seus estoques, realizando a transição da coleção de primavera/verão para outono/inverno. Além disso, o comércio procura liquidar os produtos que restaram das festividades natalinas, proporcionando descontos que chegam a impressionantes 80%. No entanto, é importante ressaltar que o consumidor precisa agir rapidamente para garantir as melhores ofertas. Os últimos itens das promoções, incluindo peças de ponta de estoque e numerações menos comuns, estão agora disponíveis, mas em quantidade limitada. Quem conseguiu conter os gastos no Natal está em uma posição privilegiada para aproveitar os preços baixos oferecidos agora, uma mistura de liquidação de verão, queima de estoque natalino e renovação de artigos. O mercado, que anteriormente era dominado pelos comerciantes, agora está sob controle dos consumidores. O fim do ano era caracterizado por preços mais altos devido à alta demanda, mas o cenário inverteu, possibilitando aos consumidores aproveitarem verdadeiras pechinchas. Aqueles que não se importam em adquirir peças de coleções passadas encontram oportunidades ainda mais atrativas. Com a chegada das novas coleções, os itens remanescentes têm preços mais acessíveis, sendo ideal para quem busca economizar. No entanto, é fundamental que o consumidor não se deixe seduzir apenas pelos descontos. A avaliação do preço final é crucial, pois 80% de desconto em um item de alto valor não se compara à mesma redução aplicada a uma peça mais acessível. A pesquisa de preços também é essencial, permitindo que os consumidores verifiquem se o valor final com desconto é realmente mais vantajoso em comparação com outros estabelecimentos. Fonte: ACECAM Notícias

CARNAVAL MOVIMENTARÁ ECONOMIA
O faturamento do Carnaval de 2024 deve superar, pela primeira vez, o nível pré-pandêmia, com movimentação de 9 bilhões de reais no setor turístico. Esse é o quarto ano de alta. O resultado é 10% maior que em 2023. Os dados foram divulgados pela CNC, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Felipe Tavares, economista-chefe da CNC, explica o resultado. “Esse crescimento é explicado pelo aumento da atração de crescimento do turismo nos últimos 10 anos, mas tendo sido intensificado no pós-pandemia, depois do lockdown, com a mudança da preferência dos consumidores que valorizaram mais viagens e eventos externos”.. O carnaval é o primeiro feriado prolongado do ano e representa um período importante para o turismo, principal matriz econômica do Rio de Janeiro. Na proposta de interiorização do Turismo, Cachoeiras de Macacu se prepara muito para receber os turistas de braços abertos para uma experiência inesquecível. O Trade Turístico também já aguarda com grande expectativa os dias de folia, para quem vai se divertir, ou descansar no paraíso das águas cristalinas, são hotéis, pousadas, campings, bares e restaurantes aptos ao bom atendimento. Em paralelo, a Secretaria Municipal de Postura e Ordem Pública, em conjunto com a Secretaria do Ambiente, estarão realizando a Operação Verão, que auxiliará no ordenamento nos balneários e na cidade como um todo. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br – ACECAM Notícias.

Carnaval deve garantir aumento de vendas do comércio em fevereiro
Em função do Carnaval 2024 que ocorre nos dias 10, 11, 12 e 13 de fevereiro, a Associação Comercial de Cachoeiras de Macacu – ACECAM prospecta aumento das vendas do comércio local no próximo mês. Muitas lojas já estão em clima carnavalesco, em preparação para atender a demanda que deve ser intensa nos dias que antecedem a maior festa brasileira. Para o presidente da ACECAM, Jocimar Coelho de Lima, o Carnaval é um período que movimenta intensamente a economia do país, do estado e dos municípios, com impacto sobre diversos setores. No comércio, as vendas de roupas, calçados e acessórios tendem a crescer. “Neste ano, prevemos que a busca de peças de vestuário deve crescer bastante, pois a maioria dos foliões quer vestir algo confortável para brincar no Carnaval. Esse é um novo cenário que se apresenta para o comércio. O Carnaval sempre teve grande influência no incremento das vendas no período de sua realização, com fantasias e adereços sendo os artigos mais procurados. Hoje, com o crescimento dos blocos, vemos possível aumento a procura por roupas leves, como bermudas, shorts e camisetas, por exemplo, que fazem as pessoas se sentirem mais à vontade”, explica Jocimar. Há ainda o natural aumento expressivo de vendas de lojas especializadas em artigos de decoração e fantasias. O setor de Turismo também tem previsão de expressivo aumento no Carnaval 2024. Hotéis, pousadas, bares e restaurantes, além de empreendimentos ligados a eventos, comunicação, audiovisual, arte e cultura também têm seu faturamento ampliado durante o carnaval. “Agora e torcer par a previsão meteorológica ajudar no feriado prolongado”, ressalta o presidente da ACECAM. Fonte: ACECAM Notícias.

Sebrae vai ampliar o programa Sebrae Dela voltado para mulheres em 2024.
O programa Sebrae Delas, que incentiva, valoriza e acelera a jornada de mulheres empreendedoras, consolidou-se em 2023 como uma ferramenta fundamental de apoio e fortalecimento do empreendedorismo feminino. Para 2024, o objetivo é ampliar o olhar para as mulheres de forma interseccional, abrangendo diversos grupos, como mulheres negras, com deficiência, periféricas, com mais de 60 anos, entre outros, integrando-as ao Programa Plural, uma iniciativa do Sebrae voltada à promoção da diversidade e inclusão. Segundo a coordenadora nacional do Sebrae Delas, Renata Malheiros, o tema do empreendedorismo feminino está avançando e ganhando cada vez mais destaque. No entanto, ainda existem grandes desafios a serem superados. Com base em dados de um estudo encomendado pelo Sebrae, as mulheres enfrentam dificuldades, como menos apoio para abrir ou gerir pequenas empresas. Além disso, dedicam quase o dobro de horas aos cuidados familiares em comparação aos homens, e mais de 40% delas já sofreram ou conhecem alguém que enfrentou discriminação de gênero. “Sabemos que, na diversidade, temos mais ideias diferentes, que é um princípio da inovação, que está diretamente ligado à competitividade”, destaca a coordenadora. Em 2023, mais de 150 mil mulheres foram atendidas por meio de cursos, consultorias e mentorias para o desenvolvimento de competências emocionais. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

VAREJO NO RIO DE JANEIRO CRESCE ACIMA DA MÉDIA NACIONAL
Análise feita pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ), com base na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) de setembro de 2023, do IBGE, mostra que o varejo no Rio de Janeiro registrou aumento de 3,1% em relação a agosto, na série com ajuste sazonal (que leva em conta as diferenças entre cada mês, como número de dias úteis, por exemplo). Com isso, o resultado do comércio varejista fluminense foi o maior de todo o país. O índice apresentou crescimento de 7,1% ante setembro de 2022. As categorias com alta em 12 meses foram hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (13,3%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,7%) e combustíveis e lubrificantes (6,1%). “A atividade de hiper e supermercados tem apresentado ganhos consecutivos desde julho deste ano, devido ao aumento do poder de compra das famílias em relação à alimentação no domicílio. Assim, seu crescimento e maior peso na composição do índice estimulam o comércio varejista a permanecer no campo positivo, mesmo com o desempenho mais modesto em outras atividades”, explica o diretor-executivo do IFec RJ, João Gomes. O varejo no Rio de Janeiro “apresentou a segunda maior alta interanual da atividade (13,3%), além de ter apresentado crescimento interanual do saldo de contratações de trabalhadores formais superior ao nacional, segundo dados do Caged [sistema de registro de trabalhadores com carteira]”, comemora Gomes. “Para os próximos meses, espera-se que um consumo mais amplo ganhe força a partir da melhora nas condições financeiras das famílias, tanto através do programa Desenrola Brasil quanto da suavização dos efeitos da política monetária restritiva”, analisa o diretor-executivo do IFec RJ. No país, o volume de vendas do comércio varejista avançou em setembro, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio. O índice registrou aumento de 0,6% em relação ao mês de agosto. Além disso, o índice apresentou crescimento de 3,3% ante setembro de 2022. Fonte: https://monitormercantil.com.br/

Black Friday 2023: expectativas promissoras e crescimento sustentável
A Black Friday é um evento de compras anual que tem se consolidado como um dos momentos mais aguardados pelos consumidores e varejistas no Brasil. Em 2023, a expectativa é de que a Black Friday continue a sua trajetória de sucesso, com projeções que apontam para um evento ainda mais promissor. Segundo a Neotrust, empresa especializada em análise de dados, o cenário para a Black Friday de 2023 é positivo. Uma das principais métricas que indicam esse sucesso é o ticket médio das compras realizadas durante o ano. De acordo com a Neotrust, em 2023, o ticket médio está em aumento, chegando a impressionantes R$ 473,00. Esse valor representa uma aproximação do maior patamar histórico já registrado (R$ 475,00 no segundo trimestre de 2021), indicando que os consumidores estão dispostos a investir mais em suas compras durante a Black Friday. Além do aumento no ticket médio, outra previsão empolgante é o crescimento nas vendas durante a Black Friday de 2023. A Neotrust projeta um aumento de 12,6% nas vendas em comparação com o ano anterior, consolidando a tendência de crescimento sustentável desse evento no mercado brasileiro. A Black Friday de 2023 promete ser um evento promissor, com indicadores positivos, como o aumento no ticket médio e a previsão de crescimento nas vendas. A maturidade do mercado brasileiro, a digitalização do varejo e a variedade de produtos em promoção são fatores-chave que contribuem para esse cenário positivo. Os consumidores estão mais preparados do que nunca para aproveitar as melhores ofertas, e os varejistas estão se preparando para atender a essa demanda crescente. Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/black-friday-2023

O QUE ESPERAR DO FUTURO DO VAREJO???
O futuro do varejo será de convergência total entre as lojas físicas e lojas online, com tecnologias inovadoras como Realidade Virtual (RV), Realidade Aumentada (RA), metaverso e web 3.0. Será um avanço inédito da transformação digital na economia e a criação de uma nova experiência do cliente. Compras feitas por meio de algoritmos, lojas com autoatendimento, robôs empacotando encomendas, simulações de produtos com realidade aumentada. Parece ficção científica, mas é apenas o futuro do varejo que já está chegando. Nos próximos anos, veremos um avanço inédito da transformação digital na economia e a criação de uma nova experiência do cliente. A expectativa é que as barreiras entre o mundo físico e o mundo digital sejam rompidas e tudo se torne uma única realidade. Agora a pergunta é: você está preparado para esse novo cenário? Como será o futuro do varejo com as novas tendências do e-commerce. Com a pandemia da covid-19, a digitalização acelerou-se ainda mais, adiantando as mudanças que já eram previstas para o mercado. Agora, temos um cenário pós-pandemia à frente com mudanças radicais nos hábitos de consumo da população e novas oportunidades para o comércio eletrônico. Se você quer garantir o sucesso do seu e-commerce no futuro do varejo, precisa colocar as tendências do mercado no seu radar. A melhor forma de fazer isso é acompanhar mídias especializadas, também é importante se manter atualizado com cursos e conteúdos específicos. Observar o que seus concorrentes estão fazendo e o que está dando certo é essencial para se manter sintonizado às tendências do varejo online. Então, aposte no benchmarking e fique por dentro das novidades do seu segmento. Fonte: https://www.nuvemshop.com.br/blog/futuro-do-varejo.

DIA DAS CRIANÇAS
O Dia das Crianças, ou simplesmente Dia da Criança, é comemorado em 12 de outubro no Brasil. Nessa data, homenageamos as criancinhas e, por isso, diversos eventos infantis e entrega de presentes são realizados. Além das festividades, a data alerta para muitos problemas enfrentados pelas crianças de todo o mundo. Merecem destaque a educação, o trabalho, a exploração e o abuso infantil, ou mesmo a fome e a subnutrição. No Brasil, o Deputado Federal Galdino do Valle Filho propôs a criação de um dia que homenageasse as crianças. Assim, no governo do Presidente Arthur Bernardes, foi instituído o Dia Nacional da Criança por meio do Decreto n.º 4.867, de 5 de novembro de 1924. O dia 12 de outubro foi escolhido para homenagear a data em que Cristóvão Colombo descobriu as Américas. O próprio colonizador, que descobriu a América em 1492, batizou o continente de “continentes das crianças”, visto que as terras além-mar foram descobertas mais tarde. No entanto, essa data começou a ser celebrada décadas depois. Em 1960, a famosa fábrica de brinquedos Estrela e a loja dedicada a produtos infantis, Johnson & Johnson, se uniram com o intuito de comercializarem mais produtos. Assim, eles propuseram a criação de uma semana que ficou conhecida como “Semana do Bebê Robusto”. Foi a partir desse momento que a data (proposta pelo antigo decreto) começou a ser celebrada e atualmente é uma das mais famosas do país. Fonte: https://www.todamateria.com.br/dia-das-criancas/

Emenda do emprego estimula mercado de trabalho e aprimora a reforma tributária.
O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, reuniu-se, no dia 16 de agosto, na sede da CNC em Brasília, com o senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da reforma tributária no Senado. Tadros entregou ao parlamentar duas sugestões ao texto final: a Emenda do Emprego e a Emenda dos Serviços. Na reunião, o presidente da CNC reforçou que a reforma tributária é essencial ao desenvolvimento econômico do País. “Entendemos que esse é um anseio das empresas e da população há bastante tempo, por se tratar de um sistema complexo e oneroso”, afirmou Tadros. No entanto, ele ponderou que o setor de serviços não deve ser penalizado. “Prever a mesma alíquota acaba por majorar a carga tributária dessas empresas, o que afronta um dos pilares da própria reforma tributária.” A Emenda dos Serviços, apresentada pela CNC, sugere que uma lei complementar estipule uma relação de atividades do setor de serviços para que então sejam aplicadas alíquotas nominais inferiores, mantendo o equilíbrio da carga tributária. A outra proposta entregue ao senador Eduardo Braga é a Emenda do Emprego, que prevê que atividades altamente empregadoras utilizem um redutor da alíquota nominal atrelada ao seu grau de empregabilidade. A emenda tem o objetivo de reduzir o IVA recolhido pela empresa, na medida em que ela tenha custos previdenciários elevados em decorrência da utilização intensiva de mão de obra. Com isso, além de reduzir o aumento dos preços praticados, ela incentiva a formalização de postos de trabalho e a criação de novas vagas. Fonte: https://oglobo.globo.com/

ESTADO DO RIO EM ALERTA – H5N1
O Governo do Estado do Rio de Janeiro decretou, nesta sexta-feira (18), estado de emergência zoossanitária, por 180 dias, em função da detecção da infecção pelo vírus H5N1, da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP). O decreto n° 48.644 (de 17 de agosto de 2023) com a medida, foi publicado na edição desta sexta-feira do Diário Oficial do Estado, seguindo recomendação da Portaria nº 587 do Ministério da Agricultura e Pecuária. A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento (SEAPPA) reforça que a doença está controlada, registrando 16 casos em nove municípios, mas apenas em aves silvestres migratórias. A gripe aviária é causada pela cepa da Influenza A, subtipo H5N1. É uma doença viral altamente contagiosa que afeta aves, e em casos raros, humanos. O vírus pode ser transmitido para humanos através do contato com aves infectadas, seja diretamente ou indiretamente. As aves silvestres, durante a migração, podem contaminar as aves domésticas que são criadas soltas. Isso se deve ao fato de que estas podem, por exemplo, compartilhar o mesmo reservatório de água, e aves doentes podem contaminar esse reservatório com excreções. Os vírus podem ser levados por meio de animais, como roedores, equipamentos contaminados e, até mesmo, sapatos de um local para outro, facilitando que a doença se espalhe entre granjas. Para fins de investigação, é necessário realizar exames nas aves doentes a fim de identificar o tipo de influenza que provocou a doença. A orientação da SEAPPA é que a população siga as instruções: “Em caso de encontrarem aves doentes ou mortas, as mesmas não devem ser manipuladas sem a utilização de equipamento de proteção individual, e a Defesa Agropecuária deve ser acionada imediatamente caso ocorra suspeita da doença”. Fonte: https://www.saude.rj.gov.br/noticias...

PREPARATIVOS DO COMÉRCIO PARA O DIA DOS PAIS
No próximo domingo será comemorado o Dia dos Pais, que é a quarta melhor data para o comércio, ficando atrás apenas do Natal, Dia das Mães, e Dia dos Namorados. E os lojistas estão bastante otimistas com as vendas. E nestes dias que antecedem o Dia dos Pais, os lojistas devem se preparar ainda mais para conquistar os consumidores. Seguem algumas dicas de estratégias para que os lojistas possam atrair os filhos que estarão à procura de presentes para seus pais. A primeira dica é caprichar no visual da loja. Datas comemorativas pedem vitrines temáticas. Portanto, nesta semana a loja deve ser personalizada com criatividade. Para o pequeno lojista, que não pode contratar um vitrinista, a opção é pesquisar referências na internet e adaptar para a realidade do seu negócio. Via de regra, cores como verde, azul e violeta são as mais utilizadas em ações voltadas para o segmento masculino. Também é importante avaliar a disposição dos móveis, araras e provadores. Se possível, melhore a circulação dos clientes no estabelecimento, valorizando os produtos que estão em oferta. Outro recurso eficiente para convencer o consumidor a comprar mais itens é montar combos com preços promocionais, principalmente para quem não consegue escolher um produto entre vários. Reforçar o atendimento nesta semana que antecede o Dia dos Pais também é uma forma de beneficiar os clientes e vender mais. Aliás, é importante que os lojistas avaliem o custo e o benefício de abrir um pouco mais cedo ou fechar mais tarde para conseguir receber o público que trabalha durante o horário comercial. Dessa forma, além de focar no atendimento aos finais de semana, consegue atrair uma parcela de clientes que prefere comprar nos dias de semana, que geralmente são mais tranquilos, e com menos movimento no comércio. Fonte: https://bandnewsfm.com

Venda de dívida bancária pode impedir negociação via Desenrola.
A transferência de dívidas bancárias para outras empresas, embora seja uma prática regular, é um obstáculo à negociação pelas regras do programa Desenrola, lançado neste mês. A venda ocorre quando um banco repassa o débito de um cliente a uma empresa de cobrança ou securitizadora por um valor geralmente abaixo da cifra devida. A partir daí, cabe a esse novo credor lidar com a negociação e buscar o pagamento. O problema é que, conforme o Ministério da Fazenda, essas instituições fora do sistema bancário ainda não estão contempladas pelo projeto federal de combate à inadimplência. O ministério esclareceu em nota que "nessa primeira etapa, estão sendo renegociadas somente dívidas com instituições financeiras, e não fazem parte as dívidas que tenham se originado nos bancos, mas foram transferidas para outros credores. A segunda etapa do programa será aberta para diferentes credores, além dos bancos. O Ministério da Fazenda divulgará oportunamente os prazos para habilitação desses credores e o cronograma para renegociação". Dessa forma, quem teve o seu contrato negociado tem duas opções: aguardar pela inclusão no programa federal, caso se enquadre nas regras da próxima etapa, ou buscar um acordo mesmo fora do Desenrola. Conforme o diretor da Serasa, Matheus Moura, costuma haver disposição das empresas de cobrança ou securitizadoras em achar uma saída — o que pode ser feito diretamente ou por intermediários como a própria Serasa. Há casos específicos em que o desconto pode chegar a mais de 90%. Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/

Vendas no comércio crescem em março e avançam 2,4% no 1º trimestre.
As vendas no comércio cresceram 0,8% em março frente a fevereiro de 2023, se recuperando do mês anterior, na qual havia estabilidade. Com isso, no primeiro trimestre do ano, as vendas do comércio registraram crescimento de 2,4% comparado ao mesmo período de 2022. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira, 17, pelo IBGE. “Esse aumento de 0,8% representa a saída de uma estabilidade em fevereiro para um resultado que podemos considerar como crescimento. Além disso, ao observarmos os últimos três meses juntos, vemos ganho de patamar de 4,5% em relação a dezembro do ano passado, último mês de queda”, comenta o gerente da pesquisa, Cristiano Santos. A alta no mês foi acompanhada por três das oito atividades que fazem parte do comércio varejista: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (7,7%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,7%) e Móveis e eletrodomésticos (0,3%). Quatro apresentaram resultados negativos: Tecidos, vestuário e calçados (-4,5%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,2%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-0,6%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,1%). Já o setor de Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, maior peso no índice, ficou estável (0,0%). Fonte: https://veja.abril.com.br/economia/vendas-no-comercio-crescem-em-marco-e-avancam-24-no-1o-tri/

A evolução do varejo no Brasil
Nas últimas décadas, um intenso ritmo de transformações foi observado nas instituições varejistas brasileiras. Basta retroagir no tempo até início da década de 60 – e verificar que a maioria dos formatos de "varejo de loja" atual não existia naquela época. Não se encontravam os shopping centers. Os hipermercados, os autosserviços de materiais de construção ou as redes de franquias. E, muito menos, as lojas de eletrodomésticos associadas à informática e as empresas globalizadas. Estando a população com as necessidades básicas atendidas, novos desejos como a socialização e a informação foram despertados. E, na busca da satisfação desses anseios, as compras representavam momentos agradáveis e desejáveis para as pessoas, pois as opções eram escassas. Este ambiente proporcionou oportunidades para o surgimento e o desenvolvimento de lojas de compra comparada, especializadas nas cidades mais desenvolvidas. O perfil dos consumidores mudou. Hoje, eles estão buscando obter o máximo de valor pelo menor preço nos bens que adquirem, pela necessidade de reduzir os custos financeiros. O preço passou a ser priorizado visando uma transação mais eficiente. Assim, deste novo perfil de consumidor, resultaram as estratégias de custos, no surgimento de novos formatos de varejo. Para entregar cada vez mais experiência, conveniência e serviços no futuro do varejo, o lojista, deve automatizar os seus processos utilizando uma vasta quantidade de ferramentas que estão ao seu dispor. Cada vez mais o varejo terá que incorporar novas tecnologias que já estão em poder do novo consumidor. Fazer a transformação digital do varejo, ou seja, ter um e-commerce, oferecer uma experiência omnichannel, onde o cliente possa comprar na web e retirar na loja, será apenas o novo normal em 2023. Temos de ousar mais se quisermos ser relevantes no futuro do varejo. Fonte: https://nerus.com.br/

Confiança do comércio recua para menor nível desde julho de 2021
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) recuou 1,6% em março ante fevereiro, para 112,3 pontos, informou nesta quarta-feira (29) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Foi o quarto mês seguido de queda. Conforme a entidade, a leitura de março é a menor desde julho de 2021. A queda foi puxada pela percepção dos comerciantes sobre o presente. “O destaque do mês foi novamente a queda de 7,6% da avaliação das condições atuais, a mais intensa retração desde julho de 2020, ainda no início da pandemia de Covid-19”, diz a nota divulgada pela CNC. Para a maioria dos empresários entrevistados em março, a economia piorou. O subíndice de avaliação das condições econômicas atuais tombou 16,1% em março ante fevereiro. “Entre os varejistas, 58,1% consideram que o desempenho da economia está pior do que no mesmo período do ano passado”, diz a nota da CNC. “A crise no crédito tem afetado o grande varejo nos últimos meses, com menor disponibilidade de recursos e juros altos. Esse contexto influencia negativamente a confiança dos agentes”, diz a nota da CNC. O indicador que mede as intenções de investimento caiu 0,7% em março ante fevereiro, para 101,5 pontos, o menor patamar em 20 meses. O recuo na intenção de investir foi maior entre os varejistas de supermercados, farmácias e cosméticos, com queda de 4,2%. Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/

Juros elevados diminuem vendas e enfraquecem o comércio, dizem economistas
A alta taxa de juros e o tempo de permanência em patamar elevado prejudicam o comércio ao desestimular o consumo e encarecer as operações de linha de crédito para as empresas, segundo especialistas consultados pela CNN. “Com os juros que estamos, por um longo tempo, isso tem um duplo efeito. Primeiro, o crédito para capital de giro fica mais caro para o comércio varejista. E, segundo, com este patamar da Selic, a economia desacelera. Logo, o consumo diminui e o comércio passa a vender menos”, diz Rodrigo Simões economista e professor da FAC-SP. A taxa de juros no início de 2022 era de 9,15% e encerrou o ano no patamar atual de 13,75% ao ano. Segundo Simões, o setor, principalmente o comércio varejista, depende em grande medida do crédito para girar o caixa, uma vez que as margens de lucro são baixas. Trata-se, na avaliação dele, de operações que mantém muitas empresas vivas no dia a dia. O especialista explica que a queda do consumo aliada às projeções de desaquecimento da economia faz com o crédito fique ainda mais caro. Ainda que tenha crescido 2,9% em 2022, a economia brasileira demonstrou, no quarto trimestre, sinais de desaceleração ao recuar de 0,2% em comparação com o período imediatamente anterior. “Se olharmos apenas os juros, isoladamente, ele é um vilão. Mas ele está alto para a combater a inflação que ainda é persistente. Temos visto perspectivas de aumento da inflação ao longo desse ano”, diz Medina. Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/

CMDCA lança campanha "Leãozinho Solidário"
O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - CMDCA, em parceria com a Prefeitura Municipal de Cachoeiras de Macacu, realizaram no dia 15 de Março, reunião de lançamento da Campanha “Leãozinho Solidário”. O evento contou com participação de representantes do CRC - Conselho Regional de Contabilidade. A Campanha visa conscientizar os profissionais de contabilidade e os contribuintes, que em realizando a Declaração de Imposto de Renda, podem optar por direcionar parte dos valores a serem pagos, com destinação para o atendimento à crianças, adolescentes e pessoas idosas. Assim, no caso de pessoas físicas, o valor é deduzido integralmente do imposto a pagar ou acrescentado à restituição a receber. A destinação de parte do imposto de renda, portanto, além de um direito, é também um exercício de cidadania. Destinações para Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, também conhecidos como FIA (Fundos da Infância e Adolescência) são de fundamental importância para o desenvolvimento de projetos voltados ao público infanto-juvenil, especialmente aqueles em situação de risco social, e são aplicados para erradicação do trabalho infantil, profissionalização de adolescentes, combate a maus tratos, exploração sexual e uso de drogas, entre outros. Ressalta-se que o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente de Cachoeiras de Macacu, já está apto para receber tais contribuições. Vamos Colaborar!!!! – Fonte: Arquivo ACECAM.

Micro e pequenas empresas do Rio de Janeiro geraram mais de 128 mil empregos.
Levantamento do Sebrae Rio reforça importância dos pequenos negócios para retomada econômica do Rio de Janeiro. As micro e pequenas empresas do Estado do Rio de Janeiro foram responsáveis por mais de 128 mil empregos com carteira assinada no ano passado. As MPE foram responsáveis por 66% dos empregos formais no Rio de Janeiro, sendo o terceiro estado que mais criou vagas de emprego, ficando atrás apenas de São Paulo (431 mil vagas) e Minas Gerais (159 mil oportunidades). Já as médias e grandes empresas produziram 34% das demais vagas. É o que aponta levantamento do Sebrae Rio, com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). “Em 2021, 88% das vagas formais criadas no estado foram pelos pequenos negócios. Ao longo de 2022, mesmo em um ano desafiador para toda a economia, os empreendedores permaneceram sustentando o mercado de trabalho, movimentando o poder de consumo, o que reforça a importância das micro e pequenas empresas para a retomada do crescimento da atividade econômica”, sustenta Antonio Alvarenga, diretor-superintendente do Sebrae Rio. Os setores de Serviços, Comércio e Construção Civil criaram 89% dos empregos formais no Estado do Rio de Janeiro. Todos os setores apresentaram saldo positivo de empregos. O setor de Serviços criou mais de 76,9 mil vagas, com destaque para restaurantes e similares (8,1 mil), serviços combinados de escritório e apoio administrativo (6 mil) e lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares (3,8 mil). Já o comércio gerou mais de 18,5 mil postos de trabalho, com destaque para supermercados (2,4 mil) e minimercados, mercearias e armazéns (1,6 mil). Setenta por cento das oportunidades formais criadas pelos pequenos negócios dos munícipios estão localizadas no Rio de Janeiro (66,1 mil), Niterói (6,4 mil), Duque de Caxias (5,2 mil), São Gonçalo (4,1 mil), Macaé (3,9 mil) e Campos dos Goytacazes (3,1 mil). Fonte: https://diariodorio.com/

PIX é principal forma de pagamentos recebidos por MEIs e PMEs, diz estudo.
Pesquisa do Sebrae e IBGE mostra que os microempreendedores individuais são os que mais recebem pagamento via PIX: de cada 10, 5 têm no PIX a principal forma de recebimento. O PIX já é o meio de pagamento mais utilizado pelos clientes dos pequenos negócios. A ferramenta digital é a principal forma de recebimento para 42% dos empreendedores e está à frente de outras modalidades como dinheiro e cartões de crédito e débito. As informações são de uma pesquisa realizada pelo Sebrae e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A primeira edição do levantamento ouviu, entre o fim de agosto e as duas primeiras semanas de setembro, mais de 6 mil empresários de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal. Separados por porte, o PIX teve seu melhor desempenho entre os MEIs: 51% deles afirmam que esse é principal meio de pagamento utilizado em suas vendas. Entre as micro e pequenas empresas, o PIX é o principal meio para 28% dos entrevistados, quantidade bem próxima à do cartão de crédito, que corresponde a 30%. “Já havíamos percebido esse movimento de crescimento do PIX em pesquisas anteriores e, agora, constatamos que o meio digital vem ocupando, cada vez mais, lugar de destaque entre as formas de pagamento usadas pelos empreendedores”, destaca o presidente do Sebrae, Carlos Melles. Levantamento realizado pelo Sebrae no início do ano já havia detectado que 9 em cada 10 empreendedores de pequeno porte já estavam aceitando pagamentos via PIX. Fonte: https://g1.globo.com

Petrobras busca investidores para o Polo GasLub
A Petrobras abriu uma consulta ao mercado para atrair investidores interessados na aquisição de terrenos da companhia em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A oferta acontece no Polo GasLub, novo nome do repaginado Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj). Da área de cerca de 3km² de área terraplanada, a empresa está disposta a negociar até 2,1 km². O polo abriga a Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), que receberá gás vindo do polígono do pré-sal da Bacia de Santos, por meio de um gasoduto com cerca de 355 quilômetros de extensão, o Rota 3. No entanto, a empresa anunciou no último dia 12 que a obra foi paralisada unilateralmente pelo consórcio responsável pela construção. A estrutura, que originalmente ficaria pronta em 2020, tinha inauguração prevista para o segundo semestre deste ano. Agora, o mercado projeta que o funcionamento comece em março de 2023. A UPGN, de acordo com a Petrobras, terá condições de processar até 21 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, o que supriria a demanda interna pelo produto até 2027, de acordo com projeções da estatal federal Empresa de Pesquisa Energética (EPE). A unidade para tratar gás natural é a principal parte do que restou do ambicioso projeto original, que incluía ainda duas refinarias, em meio ao programa de desinvestimento da companhia, para que se concentre na exploração de petróleo off-shore. Quando as obras foram interrompidas, o Comperj estava com 68% das obras concluídas. O trem de refino inicial da primeira refinaria estava 82% pronto. O complexo, contudo, esteve no centro das denúncias de irregularidades da Operação Lava-Jato. A empresa informou que receberá as informações dos interessados, para avaliar modelos de maior potencial para oferta dos terrenos, e destacou, em um informe, o compromisso firmado com o governo do Rio de Janeiro e a Prefeitura de Itaboraí para desenvolvimento industrial do Polo GasLub. A Petrobras analisa ainda a integração dos ativos do Polo GasLub com a refinaria Duque de Caxias, localizada na Baixada Fluminense, a única da estatal no Rio de Janeiro, para produção de óleos lubrificantes básicos e combustíveis, além da construção de uma usina termelétrica. FONTE: https://www.cnnbrasil.com.br

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O impacto da IA agêntica no atendimento ao cliente
A Inteligência Artificial (IA) agêntica está revolucionando a forma como as empresas interagem com seus clientes e otimizam seus processos. Essa tecnologia, baseada em agentes autônomos capazes de perceber o ambiente e tomar decisões de forma independente, já faz parte do nosso dia a dia, estando presente em assistentes virtuais, bots de trading e até mesmo em carros autônomos. Mas qual o impacto real dessa evolução para os negócios? A partir de uma pesquisa que identificou que o consumidor de produtos de beleza tem dificuldade para comprar online, foi realizada uma campanha, em que a IA montava um carrinho perfeito para cada consumidor e ainda dava dicas de uso dos produtos. O resultado foi um aumento no ticket médio das compras. Uma das grandes evoluções recentes é a capacidade computacional necessária para treinar esses agentes. “Inicialmente, as IAs tinham uma função muito específica. Com o advento de modelos mais generativos, como o ChatGPT e similares, vemos uma evolução para sistemas mais acessíveis e eficientes, que podem operar autonomamente 24/7 e melhorar experiências como atendimento ao cliente e e-commerce”. Destacamos que a IA agêntica permite um atendimento escalável e de alta qualidade, reduzindo custos operacionais e melhorando a experiência do consumidor. “Os agentes de IA operam dentro da empresa, auxiliam atendentes humanos e também permitem que a empresa alcance melhores resultados sem a necessidade de um atendente humano em todos os momentos”. Com isso, explica, é possível criar uma experiência melhor para o cliente de maneira muito mais escalável operacionalmente para a empresa. “Quando você tem processos repetitivos e manuais, a IA agêntica é extremamente eficaz, pois pode executar tarefas recorrentes de maneira ininterrupta e com maior precisão”. “Na prática, o que a IA agêntica traz? Eu diria que você ganha maior produtividade exatamente fora dos horários humanos, principalmente quando existem atividades que são repetitivas. Esse é o grande ponto. O segundo ponto é que ela traz as informações que você der. E esse volume pode ser muito acima do que eventualmente um atendente tradicional teria”. Os setores que mais se beneficiam da IA agêntica incluem e-commerce, serviços financeiros, atendimento ao cliente e varejo. Além disso, a IA agêntica também tem sido utilizada para guiar processos internos dentro das empresas, oferecendo suporte a funcionários e otimizando fluxos operacionais. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

Consignado CLT recebe 36 milhões de simulações em três dias
É grande a procura pelo Crédito do Trabalhador, que vem sendo chamado de Consignado CLT. no aplicativo da carteira de trabalho digital (CTPS) no primeiro fim de semana após a modalidade ter entrado em vigor. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), entre as 6h de sexta-feira (21) e as 11h da manhã de domingo (23), já ocorreram mais de 35,9 milhões de simulações de empréstimos consignados ao setor privado, com 3.137.412 propostas solicitadas e 7.644 contratos realizados. Para acessar o crédito pela carteira digital, é preciso clicar na aba Crédito do Trabalhador. Ali o interessado vai autorizar o acesso a dados como nome, CPF, valor do salário e tempo de empresa, em respeito à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A partir daí, o trabalhador interessado receberá ofertas no prazo de até 24 horas. Ele deverá, então, avaliar a melhor opção e fazer a contratação no canal da instituição financeira, que analisa a margem do salário disponível para consignação. Pela linha de crédito, o empregado pode usar até 10% do saldo no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou ainda 100% da multa rescisória emmt caso de demissão. Caso desista do empréstimo, o trabalhador tem sete dias corridos, a contar do recebimento do crédito, para devolver todo o dinheiro repassado pelas instituições financeiras. Qualquer trabalhador com carteira assinada, empregados domésticos e rurais; assim como empregados contratados por MEI (cada MEI pode contratar um trabalhador), pode solicitar o Consignado CLT. Com o novo programa, mais de 80 bancos e instituições financeiras poderão ter acesso ao perfil de trabalhadores com carteira assinada através do eSocial, sistema eletrônico obrigatório que unifica informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais de empregadores e empregados de todo o país. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o volume de crédito consignado privado poderá ultrapassar os R$ 120 bilhões neste ano. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/

Fecomércio alerta para um cenário econômico desafiador em 2025
O cenário econômico nacional em 2025 aponta para um período desafiador aos empresários do comércio varejista. Apesar dos números positivos registrados no acumulado do ano passado, a inflação acima do teto da meta e o ciclo de alta da taxa Selic devem levar a uma desaceleração gradual da economia ao longo dos próximos meses. Os dados positivos refletem uma realidade diferente da performance das empresas. Além disso, o Produto Interno Bruto (PIB), com crescimento de 3,4%, melhor desempenho desde 2021, contrasta com o número recorde de pedidos de recuperação judicial e falência. Para a assessoria da Fecomércio, os pilares do avanço do PIB de 2024 estão calcados na alta da geração de emprego, atingindo quase 1,7 milhão de vagas; no aumento da concessão de crédito das famílias (12,9%); na baixa do saldo nas poupanças; na injeção dos recursos provenientes do pagamento de precatórios; e no impulsionamento pelos gastos do governo federal. Esses fatores alavancaram o consumo da população, mas sem qualquer mudança estrutural relevante que tenha propiciado um crescimento sustentável da economia brasileira a longo prazo. Diante dessa perspectiva, a recomendação é de uma certa dose de cautela aos empresários para fazer investimentos e formar estoque. Além disso, alerta os empresários que pretendem recorrer aos bancos — os juros das principais linhas de crédito estão mais elevados e devem continuar a crescer. “Nesse contexto, as empresas do setor precisarão ajustar as estratégias para manter a competitividade e preservar margens em um possível cenário de menor crescimento em 2025”.Fonte: https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomercio.

Vendas do comércio crescem 13,1% no carnaval em 2025.
O faturamento do comércio brasileiro subiu 13,1% no carnaval deste ano em relação ao período equivalente de 2024, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). O número considera as vendas de 28 de fevereiro a 5 de março deste ano, e as compara com as do período de 9 a 14 de fevereiro do ano passado. De acordo com a Cielo, o setor de supermercados e hipermercados teve a maior alta, de 25,9%. Setores tradicionalmente relacionados à festa, como os de turismo e transporte (+3,5%) e alimentação em bares e restaurantes (+3%), também avançaram. O segmento de recreação e lazer, por outro lado, teve queda de 0,6%. O vice-presidente de Tecnologia e Negócios da Cielo, Carlos Alves, afirma que o efeito calendário favoreceu o comércio neste ano, porque o feriado de Carnaval aconteceu no começo do mês, o que impulsiona as vendas graças aos pagamentos de salários e benefícios. “Além disso, o início do mês é um período especialmente forte para o segmento de mercados. A junção deste fato com a ocorrência do feriado impulsionou ainda mais o setor”, diz ele, em nota. O Rio de Janeiro foi a capital com a maior alta no faturamento, de 15,5%, seguida por São Paulo, com 12%; Florianópolis, com 11,6%; Recife, com 7,8%; Salvador, com 5,6%, e Belo Horizonte, com 4,2%. O ICVA parte das vendas realizadas em 18 setores mapeados pela Cielo para medir o crescimento do faturamento do comércio a cada mês. O indicador não mede apenas as vendas com cartões, mas todo o consumo nos pontos de venda, inclusive com dinheiro vivo. Fonte: https://istoedinheiro.com.br

Dicas para potencializar as vendas neste Carnaval
O Carnaval é um período que costuma aquecer diversos setores da economia e pode ser uma oportunidade para os pequenos negócios. Mas, para isso, o empresário precisa estar preparado, principalmente os empreendimentos que atuam no segmento de turismo. “É necessário que o empresário esteja informado sobre a programação e a logística daquele destino durante o Carnaval e oferte isto como um serviço agregado”, sugere a coordenadora de Serviços e Economias do Futuro do Sebrae, Ana Clévia. “Na área da alimentação, também é necessário fazer ajustes, como estender o horário do café da manhã e servir alimentos que repõem as energias, por exemplo, para que os clientes possam se surpreender. O mais importante é que o turista perceba que você pensou em algo diferente para ele”, completa. Se você está pensando em ampliar as oportunidades de negócio para a sua empresa, o Sebrae preparou algumas dicas que podem contribuir para atrair os clientes que vão curtir a folia: • Criatividade: atualize sua marca nas redes sociais com uma identidade visual para o Carnaval, com elementos visuais característicos da festa. Capacite sua empresa no marketing digital para melhorar as vendas on-line e a presença digital nas redes sociais; • Espaço físico: A loja física também requer atenção e uma decoração especial – crie um ambiente que gere uma boa experiência para o seu cliente. O consumidor quer ser bem atendido e alguns detalhes como som ambiente e brindes podem ser um diferencial; • Estoque: É importante estar atento para não perder vendas. Fique atento às novidades. O fornecedor é parte fundamental nesta etapa. Se possível, faça uma reposição completa, considerando as variedades do produto (cor, tamanho, modelos). Além disso, diversifique os fornecedores e cheque as melhores condições de prazo, qualidade, preço e prontidão de estoque; • Combo interno: Ofereça descontos e aproveite para vender itens parados no estoque, com pouca demanda ou que possam sofrer alguma redução nas vendas após o período do Carnaval, como produtos específicos de verão; • Parcerias (combo externo): É também uma boa oportunidade para fechar combos com parcerias externas com lojas, pousadas, bares, restaurantes, agencias de viagens e guias de turismo, que recebem o mesmo público de interesse do seu negócio. Fonte: Agência SEBRAE Notícias.

Veja o novo valor de contribuição para MEIs e autônomos
O novo calendário de pagamentos de microempreendedores individuais (MEIs) e autônomos já está em vigor. A partir dos dias 17 e 20 deste mês autônomos e MEIs, respectivamente, começarão a pagar um novo valor ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O reajuste é calculado com base no salário-mínimo (R$ 1.518). Apesar do novo piso nacional ter entrado em vigor em 1º de janeiro, o primeiro boleto a considerar o valor de contribuição vence em fevereiro. O recolhimento de MEIs e autônomos é sempre com relação ao mês anterior. A contribuição é obrigatória para profissionais que trabalham por conta própria ou prestam serviços a empresas e por empreendedores e dá o acesso a benefícios previdenciários como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade. Desempregados e estudantes com 16 anos ou mais também pode pagar o INSS de forma facultativa para garantir a qualidade de segurado. Já o trabalhador autônomo individual ou facultativo, o pagamento da contribuição ao INSS pode ser mensal ou trimestral. Os códigos são diferentes. Ao se escolher a contribuição trimestral, o total deve ser multiplicado por três. O pagamento deve ser feito pelo autônomo na rede bancária ou lotéricas até o dia 15 do mês seguinte ao da contribuição por meio da Guia da Previdência Social (GPS), que está disponível para emissão no aplicativo e site Meu INSS. Não é necessário ter login e senha. Se o dia 15 for em feriado ou fim de semana, o pagamento pode ser feito no primeiro dia útil seguinte. Neste mês, a guia pode ser paga até segunda-feira (17). Os códigos de recolhimento podem ser consultados no site do INSS: gov.br/inss. O MEI contribui com 5% sobre o salário-mínimo para garantir benefícios previdenciários como aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte. Há ainda a incidência de imposto, conforme o tipo de atividade. São enquadrados como MEIs os empreendedores cujo limite de faturamento por ano é de até R$ 81 mil. Neste mês, o pagamento deve ser feito no dia 20. O recolhimento ao INSS é feito por meio de Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que, além da contribuição previdenciária, cobra os impostos devidos pelos MEIs. O documento pode ser emitido diretamente no Portal do Simples Nacional ou pelo App MEI, disponível para iOS e Android. Pelo Portal do Empreendedor é possível obter mais informações sobre como recolher os valores: gov.br/empreendedor. Importante destacar que a contribuição mensal neste ano (2025) passou para R$ 75,90. Para o MEI caminhoneiro, que deve contribuir com 12% do salário mínimo, o valor é de R$ 182,16 e pode chegar a R$ 188,16, de acordo com o tipo de produto transportado e local para onde é destinado. Os MEIs que exercem atividades sujeitas ao ICMS (comércio e indústria) têm um acréscimo de R$ 1 por mês no DAS. Para atividades sujeitas ao ISSQN (prestador de serviços), o valor é de R$ 5. Os empreendedores que realizam os dois tipos de atividade precisam pagar os dois impostos, somando R$ 6 a mais na contribuição mensal. Fonte: https://www.gov.br/inss/pt-br/noticias

Falta de definição de sistemas pode atrasar início da reforma tributária
A menos de um ano para o início da fase de transição da reforma tributária, empresas de tecnologia aguardam definições importantes do governo para iniciarem o processo de integração dos sistemas de gestão para comportar e calcular os atuais tributos e os novos IBS (Imposto sobre Serviços) e CBS (Contribuição sobre Serviços). “Há uma modernização relevante no âmbito da reforma tributária e temos o desafio de desenvolver um sistema para as empresas, mas ainda não existe layout, sistemas recepcionadores das informações e a publicação para o mercado desenvolvedor de software, que será o intermediário entre os contribuintes e o fisco”, alerta Sergio Sgobbi, diretor de Relações Institucionais e Governamentais da Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais). Pelo cronograma do texto de regulamentação da primeira etapa da reforma tributária (Lei Complementar 214), no início de janeiro de 2026 entra em vigor uma alíquota teste de 1% (0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS), que será cobrada de forma simultânea com os tributais atuais. Em 2027, com a extinção total do PIS/Cofins, passará a ser cobrada a alíquota cheia da CBS e do novo IS (Imposto Seletivo). No mesmo ano, também está previsto a estreia do split payment (mecanismo que vai segregar, no momento da liquidação financeira das operações, o tributo a ser recolhido aos cofres públicos). De 2029 a 2032, as alíquotas de ICMS e ISS, cobradas simultaneamente com o IBS, serão reduzidas de forma gradual até 2033, quando entra em cena a alíquota cheia do IBS. Em termos de investimentos, número de atores envolvidos nos setores público e privado e adequações em sistemas de gestão, a reforma tributária supera os desafios enfrentados pelas empresas para lidarem com o Sped (Sistema Público de Escrituração Digital), instituído em 2007, e o e-Social (2014), este último ainda em fase de implementação nos órgãos públicos. “Precisamos de uma política pública para a modernização e digitação desse público, que inclua linhas de financiamento, diagnóstico de índices de maturidade digital, capacitação, assessoria técnica na compra de produtos e serviços e desenvolvimento de ERPs (sistemas de gestão empresarial) menos robustos que atendam às micro e pequenas empresas”. E as empresas também devem estar preparadas para os custos não previstos decorrentes da reforma tributária. “Não será a manutenção de um sistema, previsto em contrato, mas um novo modelo, que vai exigir das empresas de softwares e clientes a negociação de valores”, explica. Em um cenário ainda indefinido sobre os mecanismos tecnológicos da reforma, as empresas no momento se concentram na realização de planejamentos tributários para dimensionar os impactos do aumento ou, quem sabe, redução da carga de impostos. Fonte: https://dcomercio.com.br/publicacao.

Falta de confiança faz 48% dos brasileiros desistirem de compras online
A digitalização do consumo tem proporcionado comodidade e praticidade aos consumidores, mas também levanta preocupações sobre a segurança das compras online. Segundo o Relatório de Identidade Digital e Fraude 2024 da Serasa Experian, 48% dos consumidores já desistiram de uma compra por falta de confiança no site ou aplicativo, ainda que o volume de compras digitais tenha crescido 1,6 ponto percentual em 2024 em comparação com o ano anterior. Apesar do avanço das compras online, a percepção de que as empresas adotam medidas eficazes de proteção caiu de 51% para 43%. Os consumidores manifestam receios específicos ao realizarem compras online. Entre os principais medos apontados pela pesquisa estão: Comprar em um site falso (41%); Ter os dados utilizados por terceiros em compras indevidas (41%); Vazamento de informações pessoais (37%). Essas preocupações impactam diretamente a experiência digital dos consumidores e desafiam as empresas a investirem em soluções de proteção que equilibrem segurança e usabilidade. “A crescente digitalização trouxe inúmeros benefícios, tanto para as empresas quanto para os consumidores, mas também expôs vulnerabilidades que precisam ser endereçadas. Com esses insights, surge a oportunidade de as empresas investirem em soluções robustas de autenticação e prevenção à fraude para garantir a confiança dos consumidores no ambiente online”, afirma o diretor de Produtos de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian, Caio Rocha. Para 69% dos consumidores, é essencial que as empresas possam identificá-los com precisão no ambiente online. Esse fator se torna ainda mais relevante diante do aumento das tentativas de fraude, que ultrapassaram um milhão de incidências apenas em novembro de 2024, o equivalente a uma tentativa de fraude a cada 2,5 segundos, segundo o Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian. A pesquisa revela que métodos de autenticação ganham importância na segurança digital. A biometria física, que inclui reconhecimento facial, impressão digital e reconhecimento de voz, é vista como segura por 71,8% dos entrevistados. Seu uso cresceu de 59% para 67% no último ano. Já a biometria comportamental, que analisa padrões como pressão na tela e forma de digitação, ainda é pouco conhecida pelos consumidores. “A biometria física é uma solução confiável por ser tangível e difícil de replicar, mas, diante do cenário dinâmico das fraudes no Brasil, a prevenção eficaz exige uma estratégia em camadas. Conhecer o consumidor além da identidade permite identificar padrões de comportamento, reduzir fricções e fortalecer a segurança”, destaca Rocha. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

Os desafios estruturais do trabalho no mundo pós-IA.
No Brasil e nos Estados Unidos, os indicadores de desemprego estão nos seus patamares históricos mais baixos, com tendência de continuidade de queda. E com um cenário em que se antevê a potencial substituição de mão de obra por tecnologia potencializada pela Inteligência Artificial (IA), ao mesmo tempo em que parte das novas gerações discrimina empresas com menor flexibilidade no vetor de home office. No setor de tecnologia, a diferença cambial entre economias mais e menos desenvolvidas privilegia o multiemprego, ou seja, poder trabalhar para mais de uma empresa do setor em diferentes geografias. No Brasil, os diferentes programas de auxílio que atendem perto de 21 milhões de famílias desestimulam o vínculo formal de emprego via CLT. Ao mesmo tempo em que os custos sociais atrelados ao emprego formal ajudam a alavancar o microempreendedorismo individual, que já reúne perto de 15 milhões de pessoas. E em crescimento. Algumas são questões globais que transformam de forma definitiva o cenário estrutural do emprego. Outras são mais locais e contribuem para ampliar a magnitude do desafio. E que nos setores de varejo e hospitalidade, no âmbito global e na realidade brasileira, têm problemas ainda maiores pelas questões que envolvem trabalho nos fins de semana ou as limitações do home office. Para além de tudo isso, os hiperempoderados omniconsumidores pelo aumento da oferta e mais os recursos da IA aumentam a demanda por mais experiência, interação e toque humano nas suas relações com produtos e marcas nos diferentes canais. Para ampliar a dimensão dos desafios, é fundamental levar em conta que os cenários mais competitivos pela ampliação da concorrência e foco no valor pedem estruturas e processos mais enxutos, simples, racionais e, mais importante, com alta produtividade. Em tese a tecnologia, em especial aquela potencializada pela IA na linha de frente e na retaguarda dos negócios, torna-se fator decisivo para encontrar caminhos para, ao mesmo tempo em que racionaliza e torna tudo mais eficiente, pode oferecer soluções, experiências e interações que possam diferenciar e atrair nos diferentes canais, categorias e modelos de negócio. Como todos os desafios do presente, é preciso reconhecer que sua complexidade, amplitude e profundidade exigem ações, estudos e busca de soluções integradas, envolvendo as diferentes categorias, canais, modelos de negócios e organização. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

PRAZO PARA ADESÃO AO SIMPLES NACIONAL ENCERRA NO DIA 31
Depois de mais um ano de muitos desafios para quase todos os setores da economia no mundo, 2025 chegou para renovar os ares. É a hora de se planejar e garantir todos os benefícios tributários para que sua empresa tenha o máximo de lucro este ano. A manutenção do enquadramento da empresa no Simples Nacional ou a opção por este regime tributário é uma destas estratégias que podem garantir uma grande redução nos impostos pagos mensalmente, ou seja, mais dinheiro no caixa da empresa para outros investimentos ou até mesmo para a retirada dos sócios. O prazo para solicitar a mudança de sua empresa para o Simples Nacional é até 31 de janeiro de 2025. A opção pelo Simples Nacional pode ser realizada apenas no mês de janeiro ou na abertura do CNPJ, pela internet, no Portal do Simples Nacional. Não é possível trocar este regime tributário durante todo o ano-calendário, com exceção de situações que vedem o Simples Nacional como a inclusão de uma atividade não permitida ou ultrapassar o limite de faturamento, por exemplo. No momento da opção, a empresa declara que não possui nenhuma situação que impede a tributação neste formato e na sequência é realizada uma verificação automática de pendências na Receita Federal, Estadual e Prefeitura. Não havendo débitos ou qualquer outra situação para regularização, o pedido será deferido. Não perca a data, o portal não aceita solicitações fora do prazo e seu pedido não será processado para 2025. Fonte: ACECAM Notícias.

Como o varejo físico pode continuar sendo relevante na era digital?
A digitalização transformou a relação entre consumidores e varejistas. Nos últimos anos, o e-commerce se popularizou e as pessoas passaram a comprar mais pela internet. Segundo o Relatório de Transformação Digital da América Latina 2024, realizado pela Atlântico, o Brasil apresentou o maior crescimento mundial em comércio eletrônico no ano passado, com aumento de 16% nas vendas. Apesar disso, as compras online representam apenas 11% das vendas totais do varejo. Isso mostra que o varejo físico continua tendo muita relevância para as marcas. Apesar do crescimento contínuo do comércio eletrônico, o varejo físico segue em alta, principalmente para criar vínculos com os clientes. Questionamentos como, de que forma o comércio físico pode continuar sendo relevante em uma era dominada pela convergência digital. A resposta é que o consumidor continua a buscar as lojas físicas, mas de uma forma diferente, agora, ele procura pontos de venda com vitrines imersivas, espaços que vão além do transacional e que contenham entretenimento e storytelling. Vemos a importância da criação de conexão com os clientes e de experiências únicas para reforçar o relacionamento com a marca. O omnichannel é cada vez mais essencial no varejo. Por isso, é fundamental apostar em tecnologias que ajudam a aproximar o cliente com um atendimento mais personalizado. Contudo, manter a interação humana no centro do relacionamento com o consumidor ajuda a criar conexões de longo prazo que impulsionam as vendas e geram fidelização. Explorando a conexão com os clientes, o varejo físico pode desenvolver verdadeiras comunidades, transformando os tradicionais pontos de venda. É preciso pensar na essência da marca e ter criatividade para chamar a atenção do consumidor diante de um setor de alta concorrência. Fonte: https://exame.com/bussola/como-o-varejo-fisico-pode-continuar-sendo-relevante-na-era-digital/

Mercado varejista comemora previsão para 2025
O varejo global deve crescer 8,4% ao ano até 2027, segundo dados da McKinsey, enquanto no Brasil o comércio eletrônico projeta um aumento de 18% em 2025, liderado pelo social commerce. Apesar de uma desaceleração esperada para 2025, análises apresentadas durante o maior evento global de varejo em Nova York, o NRF 2025, reacenderam o otimismo no setor. Especialistas destacaram como tecnologia, sustentabilidade e experiências inovadoras estão transformando o mercado. “O varejo não é mais apenas sobre consumo. Ele está se tornando um ambiente de experiências e conexões reais,” afirma o empreendedor serial e empresário Guy Peixoto, que já fundou e liderou mais de 11 empresas em logística, varejo e energia. E ainda, “as empresas que equilibrarem inovação e responsabilidade ambiental terão um diferencial competitivo no futuro próximo” Essas lojas estão se tornando ambientes interativos, onde os consumidores podem experimentar produtos com realidade aumentada, participar de eventos ou até mesmo relaxar em espaços integrados, como lojas que combinam cafeterias e áreas de convivência. “As lojas físicas precisam ser destinos, não apenas pontos de venda,” conclui Peixoto. O varejo caminha para um futuro cada vez mais dinâmico, onde a integração de tecnologia, propósito e inovação será essencial para atender consumidores mais conscientes e exigentes. A diluição da lealdade e a volatilidade do comportamento do consumidor reforçam a necessidade de estratégias ágeis e autênticas. Com perspectivas otimistas e foco em transformação, o setor varejista está pronto para redefinir seu papel no cenário global, entregando não apenas produtos, mas experiências que conectem e inspirem gerações. Fonte: https://al1.com.br/informacao/noticias.

INCERTEZAS ECONÔMICAS AFETAM O CONSUMO E VAREJO TEM PREVISÃO DE QUEDA.
Com projeções que indicam retração no consumo, o varejo restrito deve recuar 0,29% no primeiro trimestre, segundo levantamento do Ibevar FIA Business School. Já o varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, deve registrar estagnação. Entre os sete segmentos analisados, três – supermercados e produtos alimentícios, veículos e peças – devem manter estabilidade nas vendas. Já tecidos e vestuário apresentam uma queda projetada de 0,21%, enquanto móveis e eletrodomésticos sofrem um impacto mais severo, com previsão de retração de 2,08%. Os setores de artigos farmacêuticos e materiais de construção aparecem como exceções positivas, com expectativas de crescimento de 1,76% e 1,12%, respectivamente. Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar e professor da FIA Business School, acredita que esse resultado era esperado pelas incertezas do quadro econômico. “O consumo vinha resistindo graças ao arrefecimento das pressões inflacionárias e a crença de que a trajetória do ritmo de preços voltará a subir aumenta a insegurança, diminuindo ou postergando o consumo”, afirma. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) previu que o Natal movimentaria R$ 69,75 bilhões em vendas, o que representa aumento real de 1,3% (já descontada a inflação) no faturamento do varejo. Mesmo assim, o setor ainda não vai conseguir igualar o patamar pré-pandemia: em 2019, a movimentação foi de R$ 73,74 bilhões. A estimativa é que super e hipermercados representem 45% (R$ 31,37 bilhões) da movimentação financeira. Na sequência, vêm lojas especializadas em itens de vestuário, calçados e acessórios, com 28,8% do total (R$ 20,07 bilhões), e estabelecimentos voltados para artigos de usos pessoal e doméstico, com 11,7% (R$ 8,16 bilhões). Fonte: https://mercadoeconsumo.com

6 dicas aos comerciantes para as festas de fim de ano
Dica 1: público-alvo influencia gestão de estoque. Para fazer uma gestão assertiva do estoque numa época de extrema demanda, os comerciantes devem fazer uma série de perguntas: quem é o consumidor que eu quero atingir? Que nível de sofisticação deseja para as festas de fim de ano? Qual é o hábito de consumo em termos de volume de compra? É uma pessoa que vem uma vez aqui por mês e compra um volume grande ou vem aqui algumas vezes por semana e compra menos volumes? Meu cliente é influenciável e suscetível a promoções? A partir desses dados é possível entender o perfil que se quer atingir e fazer uma gestão de estoque eficiente, evitando rupturas. Dica 2: contratações extras exigem planejamentoNão basta apenas contratar às pressas uma equipe de colaboradores para reforçar o atendimento antes do Natal e do Ano Novo. "Imagine que esse time não conhece o tipo de produto, não sabe onde está o estoque, não está por dentro das políticas comerciais. Seja em formato temporário ou efetivo, é preciso viabilizar o treinamento e a imersão no funcionamento da loja de uma forma eficaz para gerar um bom atendimento. Dica 3: diagnóstico do ano anterior é essencial. O que funcionou, o que não funcionou e o que pode ser feito de novo ou diferente em 2024? O início dos preparativos para as vendas de fim de ano deve ser antecipado e baseado em um diagnóstico do ano anterior, acompanhado de um bom planejamento para o ano atual. Dica 4: negociações com os fornecedores. "Negociações feitas antecipadamente e baseadas em números e objetivos em comum tendem a ser mais assertivas. Além disso, é importante que o comprador tenha claro qual o papel de determinadas marcas dentro da categoria e priorize as de maior importância para dar foco nas negociações. Dica 5: ambientação faz a diferença. A ambientação nos estabelecimentos com o tema natalino faz parte do imaginário coletivo de todas as famílias e reforça as emoções envolvidas no processo de compras desse período. E ainda ajuda o varejista a criar vínculos com os clientes e a tornar a experiência de compra especial. Dica 6: promoções sempre atraem. Promoções de fim de ano, como descontos em grandes volumes de compras de fidelidade, incentivam os clientes a gastarem mais. A busca por presentes e a disposição de gastar mais com itens considerados especiais também influenciam as compras impulsivas. Muitos clientes aproveitam as festas para experimentar produtos novos ou de marcas premium, algo que é menos frequente em outros períodos do ano. Fonte: https://www.supervarejo.com.br/

COMÉRCIO ESPERA ALTA DE 2,5% NAS VENDAS DO DIA DAS CRIANÇAS
O comércio espera aumento das vendas de 2,5% para o Dia das Crianças, a segunda data comemorativa mais importante do segundo semestre do ano para o setor. Segundo CDL- Rio a maioria dos lojistas estima que o ticket médio oscilará de R$ 130,00 a R$ 150,00; e que de 60% a 70% dos clientes utilizarão como meio de pagamento o cartão de crédito parcelado, seguido de cartão de débito, cartão de loja, Pix e dinheiro. Brinquedos, roupas, calçados incluindo tênis, mochilas e acessórios, jogos eletrônicos, artigos esportivos, celulares e tablets e livros serão os presentes mais procurados. A Expectativa de Vendas procurou compreender a demanda, também, em alguns aspectos. O CDL – Rio destaca que os pais, os avós e os tios e padrinhos são protagonistas no presentear; e na maior parte das vezes as crianças escolhem o que receber. A expectativas cautelosas do empresariado fluminense em relação a outras regiões, tem observado vendas no Rio de Janeiro abaixo de outras praças. Sendo assim, o comerciante ao mesmo tempo que está confiante, trabalha para acompanhar os níveis esperados de procura, ajustando custos e volume de produtos ao mercado. Todo segundo semestre é importantíssimo para o fortalecimento da atividade comercial. Logo mais teremos Black Friday e Natal para revigorar o faturamento. Mas, nem tudo são flores. Agora atravessamos problemas com as bets e o desvio do consumo para apostas. Além disso, um possível freio com as perspectivas de alta de juros. O final do ano pode ficar um pouco mais difícil do que esperamos, com o consumo com o décimo-terceiro salário podendo ficar mais comprometido. Fonte: https://cdlrio.com.br/

Eleições Municipais: impacto no seu emprego e negócio
O que as eleições municipais têm a ver com o seu emprego ou o seu negócio? O primeiro final de semana de outubro será marcado por duas das mais importantes celebrações para o presente e o futuro do país. A primeira, no sábado, dia 5, coloca em destaque o trabalho de mulheres e homens que conduzem negócios e contribuem para o desenvolvimento brasileiro e cujo trabalho é posto em destaque, com justiça, no Dia do Empreendedor. No dia seguinte, 6 de outubro, o compromisso é com a democracia, com a realização das Eleições Municipais para escolher prefeitos e vereadores nos mais de 5.568 municípios brasileiros. Votar é um dos fatores decisivos para a criação de cenários favoráveis para que novos empreendimentos se estabeleçam, fortaleçam e prosperem. O poder executivo e legislativo tem condições para sugerir e definir leis, políticas e regulamentações capazes de impulsionar os negócios e, consequentemente, transformar positivamente a realidade das Cidades. O empreendedorismo é parte do desenvolvimento sustentável, ao originar riquezas e empregos ou, ainda, ao aportar mais e melhores ideias e soluções para a resolução de problemas e aproveitamento de oportunidades nos âmbitos econômico, social e ambiental. O voto consciente e que reconhece a relevância e a potência do empreendedorismo é, portanto, indispensável para termos comunidades prósperas, inovadoras, motivadas e sustentáveis. Analogamente para renovarmos, ano após ano, os motivos para celebrarmos a democracia em nosso País. Fonte: ACECAM Notícias.

A queda do poder de compra
As dificuldades relacionadas à queda do poder de compra se tornaram o maior problema de ordem social para 88% dos brasileiros em 2024. Outros fatores que causam preocupação são o aumento da taxa de juros (72% dos entrevistados) e o risco de perda de renda, que chega a 63% da população, apesar da recente redução nas taxas de desemprego no país. Os dados vêm da pesquisa Protect and Project Oneself, conduzida pela seguradora BNP Paribas Cardif, especialista em seguros massificados, em parceria com o Instituto Ipsos. O levantamento foi realizado entre 9 de janeiro e 13 de fevereiro deste ano, com a participação de mil brasileiros. Apesar da percepção de dificuldades econômicas, o levantamento mostrou que os brasileiros continuam buscando mais empréstimos. Eles estão mais propensos a utilizar crédito para financiar a compra de imóveis (72%), iniciar negócios próprios (68%) e para tratamentos médicos (66%). O cenário brasileiro mostra uma tendência global de inquietação diante dos desafios financeiros. A pesquisa, realizada em 21 países, mostra que questões financeiras causam mais preocupação do que a violência ou problemas de saúde. Globalmente, 79% dos entrevistados expressaram preocupação com conflitos internacionais, 76% com as mudanças climáticas e 75% com a queda do poder de compra. Na América Latina e Ásia, o desemprego é a principal preocupação, atingindo 86% e 71% dos entrevistados, respectivamente. A perda de renda continua no topo da lista de preocupações para três quartos das pessoas entrevistadas em todo o mundo. Além disso, a segurança cibernética, inserida pela primeira vez na pesquisa deste ano, foi destacada como um dos principais riscos por 74% dos participantes. Fonte: https://economicnewsbrasil.com.br

Setor de varejo e consumo lança manifesto alertando contra perigo das bets
Quinze entidades empresariais alertam para o fato de que gastos com apostas atrai recursos da população, especialmente entre os mais pobres Quinze entidades empresariais que representam setores de varejo e consumo divulgaram nesta quinta-feira um manifesto alertando para riscos associados ao crescimento das plataformas eletrônicas de apostas, conhecidas como bets. O manifesto foi lido no encerramento do Latam Retail Show, feira de negócios e congresso do setor, que ocorreu esta semana, em São Paulo. O documento, divulgado pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), uma das entidades signatárias, começa alertando para o fato de que o crescimento das bets atrai recursos da população dos mais diversos segmentos e faixas etárias.As entidades ressaltam ainda que o hábito de apostar é ainda mais marcante nas classes mais baixas e de menor idade, redirecionando renda destinada ao consumo pessoal, inclusive de alimentos. Além dos alertas, o manifesto informa que as entidades atuarão para conter o crescimento das apostas e cobram algumas medidas por parte do governo. Entre as cobranças, estão impedir de forma imediata o uso do cartão de crédito para pagamento das apostas, proibição que só entrará em vigor em 2025, conforme a regulamentação das bets aprovada em lei ano passado, e rever a tributação prevista na lei, de forma que ela seja mais gravosa na operação de apostas on-line, tanto para a empresa de apostas quanto para o apostador. Existem circunstâncias em que é preciso ir contra a correnteza representada pelo amplo engajamento em prol das apostas eletrônicas para levar em conta o que é mais importante, saudável e responsável em prol da nação, diz um trecho do manifesto. Fonte: https://exame.com/negocios/setor-de-varejo-e-consumo-lanca-manifesto-alertando-contra-perigo-das-bets.

Saiba como a estiagem severa pode afetar a economia e o bolso do consumidor
O Brasil está vivenciando a pior seca das últimas décadas. O Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden) indica que as condições de calor extremo e a falta de chuvas devem persistir em grande parte do território nacional até novembro. Essa situação preocupa especialistas, que veem potenciais impactos significativos na economia do país. A seca prolongada não só compromete as safras agrícolas, mas também a geração de energia hidrelétrica, eleva os custos dos combustíveis e dificulta o transporte de cargas. Esses fatores podem desencadear uma alta nos custos de produção e, consequentemente, nos preços de bens essenciais. A seca prolongada no Brasil está gerando preocupações com o desabastecimento de produtos agrícolas, resultado das quebras de safra e perdas na produção de alimentos. Esses prejuízos causam o que os economistas chamam de “choques de oferta”, que ocorrem quando a oferta de um produto diminui no mercado, levando à alta dos preços. Já os incêndios ocorridos nas últimas semanas por todo o País, também podem pressionar ítens como preço da cana-de-açúcar, matéria-prima essencial para a produção de açúcar e etanol, o desenvolvimento da cadeia turística, onde os atrativos naturais estão sendo impactados com a estiagem e os incêndios. Esperamos que, a partir do início de outubro, as chuvas retornem ao país com mais intensidade. Mas isso, inicialmente, não significará redução no custo da energia. Precisaremos de uma sequência de alguns meses com boas chuvas para normalizar a situação. Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/

O que muda para o MEI com a reforma tributária
A reforma tributária sobre o consumo em discussão no Congresso Nacional será implementada em etapas, com a unificação dos impostos a partir de 2026 e conclusão em 2032. Durante esse período, diversos tributos serão extintos ou substituídos pelos novos IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), com transições graduais para dar tempo para que o governo e as empresas adaptem seus sistemas. Os MEIs (Microempreendedores Individuais), que hoje somam cerca de 15 milhões no país, também foram incluídos nessa fase de transição entre os dois sistemas tributários. Atualmente, além da contribuição previdenciária, fixada em 5% sobre o valor do salário mínimo – R$ 70,60 em valores atuais -, os microempreendedores do comércio e da indústria recolhem R$ 1 de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), e aqueles que atuam na área de serviços pagam R$ 5 de ISS (Imposto sobre Serviços) por meio de uma única guia, a DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Durante a transição da reforma, de 2027 a 2028, eles pagarão os dois impostos que serão extintos (ISS e ICMS), e os novos CBS e IBS, sem contar a contribuição ao INSS. A partir de 2033, quando a reforma estiver completamente concluída, tanto os MEIs que atuam no comércio e na indústria como os prestadores de serviços vão recolher um total de R$ 3, sendo R$ 1 relativo à CBS, e R$ 2 de IBS. Na prática, MEIs que exercem atividades de comércio e indústria vão pagar R$ 2 a mais em tributos - fora a contribuição previdenciária - depois de concluída a reforma. E quem atua na área de serviços vai recolher R$ 2 a menos na comparação com os valores atuais. Fonte: https://dcomercio.com.br/

Aposte no Dia do Cliente para fidelização!
Comemorado em 15 de Setembro, o Dia do Cliente é uma grande oportunidade de fidelização e de negócio que homenageia aquele que efetivamente movimenta todas as empresas. A data surgiu pela constatação de que poucas ações são feitas no Brasil para reforçar o relacionamento com o cliente. Em tempos que a experiência do consumidor é tão crucial para as marcas, isso é inadmissível. Reforçar que a lealdade leva a maior lucratividade com o aumento das bases de clientes, não e tão difícil. Clientes que passam por uma boa fidelização são lucrativos pois: São menos sensíveis a preços; Ajudam a divulgar a organização; Fazem compras maiores e Custam menos para serem atendidos. Essa é a importância de dedicar-se ao relacionamento com o cliente. Seguem algumas dicas de práticas para surpreender e incentivar a recompra! Lembre-se que o conceito deve ser o de presentear seu cliente; portanto, trabalhe campanhas que ofereçam um benefício claro para quem compra. Aproveite para divulgar, especialmente, para quem já é cliente da sua loja. Cupons exclusivos Envie um cupom de desconto especial por e-mail para compras no período de campanha. Você pode escolher trabalhar esses cupons com produtos específicos, para regiões específicas ou para aumentar o tíquete médio, determinando um valor mínimo de compras para validar o desconto. Brindes especiais Dê um presente para seus clientes! Encontre uma opção de brinde para enviar para quem fizer compras na sua loja durante esta campanha. Negocie com fornecedores para não sair no prejuízo! Frete grátis Frete grátis é um dos benefícios favoritos dos consumidores online. Então, use a data para oferecer essa vantagem como um presente. Capriche na comunicação e faça com que seu cliente se sinta especial! Fonte: ACECAM Notícias.

As tendências de pagamentos estão mudando a forma de consumo?
As tendências do mercado de pagamentos vêm sendo influenciadas por diversos fatores, como as novas tecnologias, por exemplo. Aliás, a possibilidade de variedade na escolha é um dos principais motores do comércio eletrônico, atraindo consumidores e promovendo a fidelização. As carteiras digitais e novos métodos de pagamentos estão ganhando popularidade mundo afora. Esse cenário é influenciado não apenas pelo tipo de tecnologia, mas também pelo fator geracional. Utilizar uma ou outra forma de pagamento ou mesmo ter o hábito de diversifica-las varia, principalmente, devido a fatores como idade e a confiança depositada na forma de aquisição, além da renda e do estilo de vida. De acordo com estudos recentes, a possibilidade de escolha é um dos principais impulsionadores do comércio eletrônico, sendo capaz de atrair o consumidor, ajudar a criar laços e promover a sua fidelização, torna-se fundamental oferecer diferentes formas de pagamentos para as mais variadas transações. Embora os cartões de crédito convencionais ainda sejam os mais lembrados, os novos meios de pagamentos já fazem parte do cotidiano dos consumidores. Entre eles, se destacam as carteiras digitais. É o que revela a Pesquisa Global Insights da Serasa Experian, feita com seis mil pessoas e duas mil empresas de 20 países, com o objetivo de entender como é a interação online do consumidor com as marcas. Além dos indicadores positivos em relação às carteiras digitais, o estudo destaca também como os aplicativos de comércio eletrônico e QR codes obtiveram boas avaliações quando se observa as tendências, evolução das expectativas e experiências do consumidor na era digital. Além da tecnologia, a geração dos consumidores também é um fator com influência na escolha do método de pagamento. Quanto menor é a idade, maior é a diversificação. Ainda entre as descobertas, os consumidores com alta diversificação de pagamentos usam, em média, cinco métodos de pagamentos. Já o grupo de consumidores com leve diversificação de pagamentos usa quase três e, a categoria de baixa diversificação de pagamentos, emprega apenas 1,7 métodos de pagamento em média. Fonte: https://institutopropague.org/pagamentos/pagamentos-como-as-tendencias-do-mercado-influenciam-as-diferentes-geracoes-de-consumidores/

CFM lança plataforma online para combater a emissão de atestados médicos falsos no Brasil
O Conselho Federal de Medicina (CFM) lança nesta quinta-feira (5) o Atesta CFM, uma plataforma online que vai oferecer à sociedade serviços gratuitos de validação e chancela de atestados médicos emitidos no País. Com isso, a Autarquia cria mecanismos efetivos para combater fraudes e outras irregularidades na emissão desses documentos. A decisão beneficia médicos, que contarão com a proteção do seu ato profissional; os trabalhadores, que terão a certeza de os atestados que portam foram assinados por médicos de fato; e as empresas, que poderão detectar irregularidades em documentos que foram entregues, mas são fraudulentos. O Atesta CFM integrará diferentes bancos de dados, de forma segura e com total respeito às regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), possibilitando a emissão, validação e verificação de atestados médicos. Entre as ações decorrentes, o médico será notificado de todos os documentos emitidos em seu nome e CRM, os trabalhadores poderão verificar o seu histórico de atestados e as empresas e empregadores terão a chance de verificar a veracidade dos atestados entregues. Resolução – A plataforma está regulamentada por meio da Resolução CFM nº 2.382/24, encaminhada em 5 de setembro para o Diário Oficial da União. A partir de agora, a ferramenta já está disponível para que médicos, empregadores e trabalhadores conheçam o seu fluxo de funcionamento. Em novembro, os médicos já poderão emitir documentos pelo Atesta CFM. Após 180 dias da publicação, todos os atestados médicos deverão ser emitidos ou validados pela ferramenta criada pelo Conselho Federal de Medicina. Fonte:https://portal.cfm.org.br/noticias/cfm-lanca-plataforma-online-para-combater-a-emissao-de-atestados-medicos-falso-no-brasil

PIS/Cofins são tributos gêmeos que incidem sobre a receita das empresas
De janeiro a junho deste ano, as duas contribuições sociais renderam cerca de R$ 205 bilhões aos cofres da União. O resultado da arrecadação da Cofins é direcionado para a manutenção dos gastos relacionados à Previdência Social. Já os recursos obtidos por meio do Pis são usados para o custeio do seguro-desemprego e abono salarial. De janeiro a junho deste ano, as duas contribuições geraram cerca de R$ 205 bilhões para os cofres da União. Conforme estabelecem as Leis 10.637/02 e 10.833/03, respectivamente, Pis e Cofins passaram a ser tributos não cumulativos, com alíquotas de 1,65% e 7,6%. Até então, incidiam em cascata – regime cumulativo - sobre o faturamento das empresas, com alíquotas de 0,65% e 3%, respectivamente. “Quando a empresa opta pelo regime de lucro real, as contribuições são “não cumulativas”, ou seja, o contribuinte tem o crédito dos insumos que são necessários para o desenvolvimento de suas atividades, sendo que a contribuição incidirá entre a diferença da receita bruta e os créditos tomados na cadeia da atividade”, explica Marco Antonio Vasquez Rodriguez, advogado tributarista e sócio da VRL Advogados. Já as empresas que estão no regime de lucro presumido ficam no regime “cumulativo” e pagam as contribuições sobre a receita bruta, enquanto as empresas do Simples Nacional têm uma parcela das contribuições embutida no pagamento único do imposto. Fonte: https://dcomercio.com.br/publicacao/s/pis-cofins-sao-tributos-gemeos-que-incidem-sobre-a-receita-das-empresas.

AS ASSOCIAÇÕES NO PROCESSO ELEITORAL
AS ASSOCIAÇÕES NO PROCESSO ELEITORAL Durante períodos eleitorais, as associações comerciais devem adotar uma postura neutra e imparcial para evitar qualquer impressão de favorecimento ou conflito de interesses. Aqui estão algumas orientações gerais sobre como se comportar:  Neutralidade Política: As associações comerciais devem se abster de apoiar ou se opor publicamente a candidatos ou partidos políticos. É importante que as ações e comunicações da associação permaneçam imparciais;  Uso de Recursos: Evitar o uso de recursos da associação para promover ou financiar campanhas políticas. Isso inclui não utilizar canais de comunicação, como newsletters e redes sociais, para promover qualquer candidato ou partido;  Eventos e Reuniões: Se a associação organizar eventos, esses devem ser planejados de forma a não favorecer candidatos ou partidos. Qualquer evento com a participação de políticos deve ser conduzido de maneira a garantir a equidade entre todos os envolvidos;  Comunicados e Pronunciamentos: Comunicações oficiais da associação devem focar em temas de interesse geral e não em questões eleitorais. Quando a associação se pronunciar, deve fazê-lo de forma objetiva e não tendenciosa;  Membros e Associados: Incentivar os membros e associados a exercerem seus direitos de voto de forma informada e responsável, sem promover um candidato ou partido específico;  Conformidade Legal: Certificar-se de que todas as atividades da associação estejam em conformidade com as leis eleitorais e regulamentos locais. Em muitos países, há regras específicas sobre como entidades não governamentais podem se envolver em períodos eleitorais; Essas práticas ajudam a garantir que as associações mantenham sua integridade e evite complicações legais ou éticas durante o período eleitoral. Fonte: ACECAM Notícias.

Reforma tributária desconfigura o Simples Nacional
O texto aprovado pela Câmara coloca micro e pequenas empresas em uma encruzilhada, já que deverão escolher entre arcar com uma carga tributária e burocrática maior fora do Simples ou permanecer no regime tributário, mas repassando um crédito menor, sob o risco de perderem negócios. A reforma tributária sobre o consumo, em fase de regulamentação no Congresso Nacional, mantém a existência do Simples Nacional, mas retira boa parte das suas vantagens, colocando em risco a sobrevivência das micro, pequenas e médias empresas, principalmente aquelas que estão no meio da cadeia produtiva, na condição de fornecedores de bens e serviços. O PLP 68/24, já aprovado pela Câmara e em tramitação no Senado, prevê que o valor do crédito será limitado à alíquota efetivamente paga pela empresa do Simples, que é bem menor. Pelos cálculos da Fecomércio-SP, na prática, elas vão poder transferir cerca de 7% de crédito do IBS e da CBS, afetando a competitividade dos pequenos negócios enquadrados nesse regime tributário. “Os contribuintes optantes pelo Simples Nacional que vendem para distribuidores, atacadistas ou varejistas terão que analisar as vantagens de recolher o IBS e a CBS por fora, pois certamente essas empresas deverão dar preferência para aquelas que transfiram créditos de forma integral”, explica o consultor tributário da Orcose Contabilidade, Flávio Perez. O regime do Simples está sendo tratado como um “empecilho” na reforma tributária. “As empresas perdem competitividade tanto na condição de fornecedoras para outras empresas como nas vendas para o consumidor final. Esses consumidores, que representam cerca de um terço da população, vão preferir comprar, por exemplo, uma televisão de varejistas que paguem o IBS e a CBS de forma integral, ou seja, com a alíquota padrão de 26,5%, do que das empresas do Simples, já que o valor da devolução do imposto será bem maior”. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br/

Dia dos Pais aumenta a expectativa de vendas em 21,3%
O Dia dos Pais está chegando, e com isso, a busca por presentes para homenageá-los aumenta. Neste ano, o otimismo dos lojistas e dos consumidores com a data segue em alta no Comercio Varejista. A última pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio apresenta que a expectativa de crescimento nas vendas é de 21,3%. De acordo com a pesquisa, em comparação com as vendas em dias normais, 68,64% dos empresários esperam alcançar um desempenho maior para a data, outros 30,62% acreditam que venderão como em dias regulares de comércio e 0,74% consideram que as vendas serão menores. José Aparecido Freire, presidente do Sistema Fecomércio, aponta que o levantamento mostrou que mais da metade dos lojistas acredita que as vendas neste ano serão melhores que no ano passado. “O valor médio do presente de acordo com os consumidores também registrou crescimento na pesquisa de expectativa. Passou de R$ 192,10 no ano passado para R$ 204,58 neste ano, um crescimento de 6,5%”, apresenta. A pesquisa também mostra que as mulheres pretendem gastar mais que os homens. O ticket médio registrado entre elas ficou de R$ 224,03, enquanto entre os homens foi de R$ 180,87. Os produtos mais procurados para presentear os pais deverão ser calçados e acessórios, cosméticos e perfumes, eletroeletrônicos e artigos para presente e souvenirs. “De acordo com o Instituto Fecomércio, 48,26% dos consumidores deverão pagar no cartão de crédito, enquanto 46,51% deverão pagar à vista por meio de cartão de débito, dinheiro ou Pix”, revela o presidente do instituto. José Aparecido comenta que 96% dos lojistas entrevistados para a pesquisa disseram que não reajustaram os preços, mas irão mantê-los para que os consumidores possam aproveitar melhor a data comemorativa. Fonte: Brasil 61

Redes sociais são usadas por 65% dos brasileiros para compras online, revela pesquisa.
As redes sociais são utilizadas por 65% dos brasileiros na hora de fazer compras online, segundo pesquisa realizada pela Adyen, companhia de tecnologia de pagamentos para grandes empresas, cedida com exclusividade à CNN. Embora apenas 29% dos varejistas ofereçam social commerce — como a modalidade é conhecida —, o levantamento mostra que as mídias digitais têm ganhado cada vez mais espaço, sobretudo nas gerações mais novas. De acordo com o Relatório Varejo 2024 da Adyen, a modalidade é majoritariamente usado pelas gerações Z (entre 16 e 26 anos) e Millennials (entre 27 e 42 anos), com 72% de aderência cada. A pesquisa ainda mostra que o Instagram lidera a preferência dos consumidores, com 61% dos entrevistados. Facebook (52%) e TikTok (19%) aparecem na sequência. Renato Migliacci, vice-presidente de vendas da Adyen Brasil, explica que as redes sociais possuem anúncios mais direcionados ao seu público, baseados em dados de comportamento e, por isso, a apresentação dos produtos e serviços é feita de forma mais contextual. “As empresas que estão tirando mais vantagem disso são as que não só fazem uma boa segmentação de marketing, como também permitem uma experiência de compra fluida e segura a partir desses canais”, diz Migliacci. Além disso, com o uso cada vez maior das redes sociais para compras online, o mercado do varejo ganha uma oportunidade para se expandir. Segundo a pesquisa da Adyen, 84% dos varejistas que implementaram o social commerce como uma das modalidades de venda relataram crescimento de receita. Atualmente, os setores com maior adoção da medida são empresas de eletrônicos (38%), beleza e saúde (33%) e produtos variados (36%). Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/mercado/

Nova lei da saúde mental: saiba mais sobre a legislação.
A Presidência da República publicou no Diário Oficial de 27 de março de 2024 a Lei 14.831 que estabelece o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, de âmbito nacional, a ser concedido pelo governo federal às empresas que atenderem a determinados critérios de promoção da saúde mental e do bem-estar de seus trabalhadores. Dentre as boas práticas a serem adotadas pelas empresas, de acordo com a nova lei, em resumo, estão as seguintes: implementação de programas de promoção da saúde mental no ambiente de trabalho; oferta de acesso a recursos de apoio psicológico e psiquiátrico para seus trabalhadores; combate à discriminação e ao assédio em todas as suas formas; promoção de ambiente de trabalho seguro e saudável; incentivo ao equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional; incentivo à prática de atividades físicas e de lazer; divulgação regular das ações e das políticas relacionadas à promoção da saúde mental e do bem-estar de seus trabalhadores nos meios de comunicação utilizados pela empresa. A lei acima mencionada também destaca a importância de ações empresariais voltadas especificamente à promoção da conscientização direcionada à saúde mental das trabalhadoras. Ainda de acordo com a nova lei, a concessão do Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental será realizada por uma comissão certificadora, a ser nomeada pelo governo federal, nos termos de regulamento que também ainda será editado, com a atribuição de aferir a conformidade das boas práticas desenvolvidas. Fonte: https://www.conjur.com.br/2024-mai-31/a-nova-lei-da-empresa-promotora-da-saude-mental-e-do-bem-estar-dos-trabalhadores/

Mercado varejista brasileiro continua apreensivo em 2024
O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou em seu relatório Monitor Fiscal que a dívida pública bruta do Brasil deve avançar dos 84,7% do PIB em 2023, para 86,7% em 2024, e projeta para 2025 e 2026, uma dívida pública bruta de 89,3% e 90,9% do PIB respectivamente, aumentando o risco de calote, dificultando a obtenção de dinheiro no mercado e aumentando a taxa de juros da dívida. Com o crédito mais caro, a inflação elevada e a redução do poder de compra da população, as empresas estão apertando os cintos, mas nem sempre é o suficiente. No Brasil o e-commerce que movimentou R$ 69,88 bilhões em 2018, fechou 2023 com faturamento de R$ 185,7 bilhões, e a estimativa é que em 2028 atinja R$ 277,81 bilhões, o que coloca o mercado brasileiro desde 2022 entre os 10 com maior expectativa de crescimento. Além da concorrência on-line e a mudança nas preferências dos consumidores, colaboraram também para o atual cenário vivido pelo varejo nacional o endividamento excessivo, a imobilidade ou resistência à mudança, os custos operacionais elevados, a gestão financeira inapropriada e as mudanças no ambiente regulatório e econômico". Se reconectar com os antigos clientes e se conectar aos novos clientes, não é o suficiente, além disso a rede varejista deve adequar sua operação a nova realidade mercadológica, torná-la eficiente sob o aspecto financeiro e operacional, para se tornar competitiva neste novo mercado, o que normalmente importa na reestruturação de seu passivo e no redimensionamento de sua estrutura e quadro de colaboradores". Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/

Vendas no varejo avançam 0,9% em abril, quarto mês no campo positivo
Na passagem de março para abril, as vendas no comércio varejista no país cresceram 0,9%, atingindo o maior patamar da série. Esse foi o quarto resultado positivo seguido do setor, que acumula alta de 4,9% no ano e de 2,7% nos últimos 12 meses. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (13) pelo IBGE. “Esse comportamento de quatro pontos não negativos seguidos também aconteceu no ano passado, entre junho e setembro, mas com amplitudes menores. Neste ano, o varejo veio com resultados mais expressivos e, nos últimos três meses, vem alcançando o último recorde da série com ajuste sazonal, que havia sido em outubro/novembro de 2021”, explica Cristiano Santos, gerente da pesquisa. Das oito atividades pesquisadas, cinco avançaram em abril, com destaque para hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,5%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (14,2%), que exerceram as principais influências sobre o resultado geral. “No caso de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, essa variação com grande amplitude significa um certo rebatimento do mês anterior, quando houve queda de 10,1%, por conta do crescimento forte do dólar. Em abril, algumas grandes marcas deram descontos nos produtos e, apesar da estabilidade do dólar, o setor conseguiu se recuperar”, diz o pesquisador. No ano, a atividade acumula alta de 3,5%. A PMC produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no país, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista. Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação. Os resultados podem ser consultados no Sidra. A próxima divulgação da PMC, com os resultados para maio de 2024, será em 11 de julho. Fonte: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias

CACHOEIRAS DE MACACU COMEMORA 345 ANOS.
UM POUCO DA NOSSA HISTÓRIA Os primeiros registros de ocupação do território que hoje compõem o Município de Cachoeiras de Macacu datam do final do século XVI. Aproveitando a fertilidade natural dos solos, desenvolveram - se cultivos de mandioca, milho, cana de açúcar, arroz e feijão, num pequeno núcleo agrícola instalado ao redor da antiga capela de Santo Antônio, denominado Santo Antônio de Casseribu. Este núcleo inicial foi elevado à Vila em 15 de maio de 1679, com o nome de Santo Antônio de Sá, criando - se, ao mesmo tempo, o Município do mesmo nome. Entre 1831 e 1835, por conta de uma febre endêmica, conhecida como "Febre de Macacu", houve grande perda de vidas e um significativo processo de êxodo rural, desorganizando as atividades produtivas, levando o Município a uma série de crises. Em novembro de 1857 foram iniciados os trabalhos de construção da Ferrovia, e em abril de 1860 foi inaugurada a primeira seção da Estrada de Ferro de Cantagalo, entre Porto das Caixas e Cachoeiras. Em 1868, a sede municipal foi transferida do núcleo original para a freguesia de Santíssima Trindade de SantAna de Macacu, posteriormente denominada SantAna de Japuíba. No início, para poder vencer os fortes aclives da serra, se utilizou um sistema de cremalheira chamado Fell, que depois foi substituído pelo sistema chamado “total aderência”, com um trilho central entre os dois trilhos normais. Esse sistema, denominado Fell, era o mais apropriado para subir elevações, tendo sido utilizado pela primeira vez, havia dois anos, na construção da estrada de ferro do Monte Cenis, ferrovia que atravessava os Alpes entre a França e a Itália, sistema esse inventado pelo engenheiro John Barraclough Fell. Conta-se que na parada de Boca do Mato, onde se trocavam as locomotivas, no dia da inauguração, o Imperador D. Pedro II e alguns convidados aproveitaram para examinarem a locomotiva Fell e em Juca Penna ou Posto do Penna, onde a locomotiva parou para o abastecimento da caldeira com água, foram ver um grande pontilhão de arco de 15 metros de altura. Na parada do Alto da Serra examinaram igualmente a máquina Fairlie, a primeira de tal sistema no país”. O Trecho entre Cachoeiras de Macacu e Friburgo (ou seja, a subida da serra) foi desativado em 27 de maio 1965, e o trecho inicial, de Porto das Caixas até Cachoeiras, foi suprimido em 1973. Fonte: ‘’A Vida Fluminense, ano 7, n. 315 (10/01/1874), p.1680’’

Comércio pode perder muito com os feriados de 2024
Com 14 feriados em 2024 (10 nacionais, dois estaduais e os municipais), mais os dias com possibilidade de prolongamento, o chamado “enforcamento”, o comércio varejista do Rio de Janeiro pode perder mais de R$ 7 bilhões em vendas neste ano. Cada dia parado representa uma estimativa média de prejuízo de cerca de R$ 510 milhões. A estimativa é do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro – SindilojasRio. Segundo o presidente das duas entidades, apesar dos acordos feitos entre o SindilojasRio e o Sindicato dos Empregados do Comércio do Rio de Janeiro – SECRJ, que permitem a abertura das lojas, os feriados do ano e seus possíveis prolongamentos acabam por penalizar os lojistas, principalmente os de rua que são os mais prejudicados, especialmente no Centro, onde o esvaziamento é ainda mais acentuado nessas datas. “Não há dúvida que este excessivo número de dias parados prejudicará o comércio. Podem ser mais de 15 dias de vendas que não se realizam. E não são apenas os empresários lojistas que são impactados. Perdem os comerciários que deixarão de trabalhar; o próprio consumidor que não pode comprar; e o governo que deixa de arrecadar impostos. No caso dos comerciários, uma estimativa do CDLRio e do SindilojasRio mostra que eles podem perder quase um salário no ano, um verdadeiro 14º. Não somos contra os feriados em datas comemorativas. Mas, somos a favor de que a sociedade, empresários, líderes de classe e o poder público busquem soluções para evitar tamanho prejuízo”, destaca o presidente. Fonte: https://www.sindilojas.rio

Evitar a falta de produtos vira desafio para os supermercados
Três em cada 10 clientes procuram outra loja quando não encontram os produtos desejados. Outros 37% optam por comprar uma marca diferente, segundo levantamento da Neogrid. A falta de produtos nas gôndolas deve ser um ponto de atenção para as marcas. Segundo levantamento feito pela Neogrid, em parceria com o Opinion Box, 33% dos consumidores buscam o item em outra loja quando não encontram o que procuram, enquanto 37% optam por comprar uma marca diferente. “Assegurar que o item esteja disponível na prateleira e que haja gerenciamento correto nos estoques são indicadores essenciais para a sincronização da cadeia”, explica Robson Munhoz, diretor de Costumer Success da Neogrid. Os dados sobre ruptura de estoque, índice que mede a indisponibilidade de produtos, apontam que o patamar subiu de 10,70%, em outubro de 2022, para 14,10%, em novembro de 2023, com pico de 15,20%. No entanto, a curva de ruptura vem alcançando uma estabilidade desde o final do ano passado. No e-commerce, a ruptura é maior, de acordo com a Lett, marca da Neogrid especializada em Trade Marketing Digital. As categorias com os maiores índices de indisponibilidade no ano passado foram peixes, com 59,55%, carnes e aves (50,79%) e hortifruti (48,61%). “Caso ocorra a falta e excesso de estoque, tanto a indústria quanto o varejo acabam sofrendo prejuízo”, destaca Munhoz. Essa situação, tão corriqueira no dia a dia dos consumidores, nunca esteve tão em pauta em reuniões de executivos das indústrias e dos supermercados. De cada 100 itens que o consumidor quer comprar em um supermercado no Brasil, 9,8 ele não encontra, de acordo com o mais recente levantamento da NeoGrid, empresa que mensura a chamada ruptura de produtos nas gôndolas de 10 mil lojas de 150 redes espalhadas pelo país. Com base nas informações que possui dos supermercados, a NeoGrid estima que uma loja poderia vender quase 4% mais, se tivesse um índice de ruptura próximo de zero. Para Munhoz, a ruptura de produtos nos supermercados no país é um problema que ainda está longe de ser resolvido. A cultura, diz ele, é mais forte do que a razão. A pesquisa foi realizada online, na plataforma de pesquisa da Opinion Box, em dezembro de 2023, com mais de 2 mil consumidores de todo o Brasil, acima de 16 anos e de todas as classes sociais. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

SEMANA DO CONSUMIDOR
O Dia do Consumidor nada mais é do que uma data que destaca a importância dos Direitos do consumidor, como informação, segurança, liberdade de escolha e atendimento. Celebrado em todo o mundo no mês de março, ele se transformou em um marco na defesa dos direitos dos consumidores. O Dia Internacional dos Direitos do Consumidor foi criado em homenagem a um discurso feito pelo então presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, em 15 de março de 1962. Na oportunidade, Kennedy enviou uma mensagem ao Congresso Americano, reforçando a importância dos direitos dos consumidores e provocando debates em todo o mundo. Foram, então, estabelecidos quatro princípios fundamentais de garantia aos consumidores: escolha, informação, segurança e ser ouvido. Em 1985, a Organização das Nações Unidas (ONU) relembrou o discurso de Kennedy ao aprovar diretrizes para construir novas leis em benefício das relações de consumo. Quando a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou os Direitos do Consumidor como Diretrizes das Nações Unidas, eles ganharam ainda mais legitimidade e reconhecimento. Poucos anos depois, no Brasil, a data foi acompanhada pela instituição do Código de Defesa do Consumidor, Lei nº 8.078, de 11 de março de 1991. Promovido por varejistas de diversos países, o Dia do Consumidor simboliza a garantia desses direitos. Como forma de homenagear os clientes neste momento, o comércio aproveita a oportunidade para oferecer descontos, ofertas, promoções e condições especiais de compra. No Brasil, o Dia do Consumidor ajuda a movimentar a economia do país em um dos meses mais fracos do ano para os varejistas: março. Já se deparou com promoções da Semana do Consumidor ou do Mês do Consumidor em algumas lojas durante o mês de março? Os dois lados saem ganhando: os lojistas, que vendem mais, e os clientes, que podem ter acesso a promoções irresistíveis por mais tempo. Fonte: FolhaExpress.org.br

Comércio do Rio pode deixar de vender R$ 7 bilhões com feriados em 2024
Levantamento aponta que cada dia parado representa uma estimativa média de prejuízo de cerca de R$ 510 milhões; ao todo, são 14 feriados no ano Com 14 feriados em 2024 (10 nacionais, 2 estaduais e 2 municipais), sendo 9 em dias de semana e 3 consumidos pelo período de Carnaval, mais os dias com possibilidade de ”enforcamento”, o comércio varejista da cidade do Rio de Janeiro pode perder mais de R$ 7 bilhões em vendas no ano. Cada dia parado representa uma estimativa média de prejuízo de cerca de R$ 510 milhões. Levando em consideração os prolongamentos, ao longo do ano, o comércio terá mais de 15 dias de movimento prejudicado com as lojas fechadas. A estimativa é do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município (SindilojasRio). De acordo com Aldo Gonçalves, presidente tanto do CDLRio quanto do SindilojasRio, apesar dos acordos feitos com o Sindicato dos Empregados do Comércio que permitem que as lojas funcionem, os feriados do ano e seus possíveis prolongamentos acabam por penalizar lojistas, principalmente os de rua, os quais sofrem mais, especialmente no Centro da cidade, onde o cenário é de deserto. ”Não há dúvida que este excessivo número de dias parados prejudicará o comércio. Podem ser mais de 15 dias de vendas que não se realizam. E não são apenas os empresários lojistas que são impactados com isso. Perdem os comerciários que deixarão de laborar; o próprio consumidor que não pode comprar e o governo que deixa de arrecadar impostos. No caso dos comerciários, estimativa do CDLRio e do SindilojasRio mostra que eles podem perder quase um salário no ano, um verdadeiro 14º. Não somos contra os feriados em datas comemorativas – e até mesmo, quando possível, o adiamento deles. Mas somos a favor de que a sociedade civil organizada, empresários, líderes de classe e autoridades se sentem à mesa para discutir outras soluções que evitem tamanho desperdício”, diz Aldo. Fonte: Diário do Rio.

Compras pós-Carnaval: um dos melhores períodos do ano para o consumidor.
O Carnaval chegou ao fim, mas as oportunidades de compras estão apenas começando no comércio varejista. Lojas de todos os portes e segmentos e ainda os supermercados, estão lançando promoções irresistíveis, com descontos progressivos que chegam a surpreendentes 80%. É a chance perfeita para quem deseja renovar o guarda-roupa, fazer compras para o mês sem pesar no bolso, adquirir aquele eletrodoméstico ou eletrônico tão sonhado. Vale também para calçados, acessórios e todo tipo de artigo. Para os consumidores que conseguiram manter as finanças sob controle durante as festas e férias, esta é uma excelente oportunidade de fazer compras com preços mais baixos. As promoções se intensificam após o Carnaval, pois as lojas buscam renovar seus estoques, realizando a transição da coleção de primavera/verão para outono/inverno. Além disso, o comércio procura liquidar os produtos que restaram das festividades natalinas, proporcionando descontos que chegam a impressionantes 80%. No entanto, é importante ressaltar que o consumidor precisa agir rapidamente para garantir as melhores ofertas. Os últimos itens das promoções, incluindo peças de ponta de estoque e numerações menos comuns, estão agora disponíveis, mas em quantidade limitada. Quem conseguiu conter os gastos no Natal está em uma posição privilegiada para aproveitar os preços baixos oferecidos agora, uma mistura de liquidação de verão, queima de estoque natalino e renovação de artigos. O mercado, que anteriormente era dominado pelos comerciantes, agora está sob controle dos consumidores. O fim do ano era caracterizado por preços mais altos devido à alta demanda, mas o cenário inverteu, possibilitando aos consumidores aproveitarem verdadeiras pechinchas. Aqueles que não se importam em adquirir peças de coleções passadas encontram oportunidades ainda mais atrativas. Com a chegada das novas coleções, os itens remanescentes têm preços mais acessíveis, sendo ideal para quem busca economizar. No entanto, é fundamental que o consumidor não se deixe seduzir apenas pelos descontos. A avaliação do preço final é crucial, pois 80% de desconto em um item de alto valor não se compara à mesma redução aplicada a uma peça mais acessível. A pesquisa de preços também é essencial, permitindo que os consumidores verifiquem se o valor final com desconto é realmente mais vantajoso em comparação com outros estabelecimentos. Fonte: ACECAM Notícias

CARNAVAL MOVIMENTARÁ ECONOMIA
O faturamento do Carnaval de 2024 deve superar, pela primeira vez, o nível pré-pandêmia, com movimentação de 9 bilhões de reais no setor turístico. Esse é o quarto ano de alta. O resultado é 10% maior que em 2023. Os dados foram divulgados pela CNC, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Felipe Tavares, economista-chefe da CNC, explica o resultado. “Esse crescimento é explicado pelo aumento da atração de crescimento do turismo nos últimos 10 anos, mas tendo sido intensificado no pós-pandemia, depois do lockdown, com a mudança da preferência dos consumidores que valorizaram mais viagens e eventos externos”.. O carnaval é o primeiro feriado prolongado do ano e representa um período importante para o turismo, principal matriz econômica do Rio de Janeiro. Na proposta de interiorização do Turismo, Cachoeiras de Macacu se prepara muito para receber os turistas de braços abertos para uma experiência inesquecível. O Trade Turístico também já aguarda com grande expectativa os dias de folia, para quem vai se divertir, ou descansar no paraíso das águas cristalinas, são hotéis, pousadas, campings, bares e restaurantes aptos ao bom atendimento. Em paralelo, a Secretaria Municipal de Postura e Ordem Pública, em conjunto com a Secretaria do Ambiente, estarão realizando a Operação Verão, que auxiliará no ordenamento nos balneários e na cidade como um todo. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br – ACECAM Notícias.

Carnaval deve garantir aumento de vendas do comércio em fevereiro
Em função do Carnaval 2024 que ocorre nos dias 10, 11, 12 e 13 de fevereiro, a Associação Comercial de Cachoeiras de Macacu – ACECAM prospecta aumento das vendas do comércio local no próximo mês. Muitas lojas já estão em clima carnavalesco, em preparação para atender a demanda que deve ser intensa nos dias que antecedem a maior festa brasileira. Para o presidente da ACECAM, Jocimar Coelho de Lima, o Carnaval é um período que movimenta intensamente a economia do país, do estado e dos municípios, com impacto sobre diversos setores. No comércio, as vendas de roupas, calçados e acessórios tendem a crescer. “Neste ano, prevemos que a busca de peças de vestuário deve crescer bastante, pois a maioria dos foliões quer vestir algo confortável para brincar no Carnaval. Esse é um novo cenário que se apresenta para o comércio. O Carnaval sempre teve grande influência no incremento das vendas no período de sua realização, com fantasias e adereços sendo os artigos mais procurados. Hoje, com o crescimento dos blocos, vemos possível aumento a procura por roupas leves, como bermudas, shorts e camisetas, por exemplo, que fazem as pessoas se sentirem mais à vontade”, explica Jocimar. Há ainda o natural aumento expressivo de vendas de lojas especializadas em artigos de decoração e fantasias. O setor de Turismo também tem previsão de expressivo aumento no Carnaval 2024. Hotéis, pousadas, bares e restaurantes, além de empreendimentos ligados a eventos, comunicação, audiovisual, arte e cultura também têm seu faturamento ampliado durante o carnaval. “Agora e torcer par a previsão meteorológica ajudar no feriado prolongado”, ressalta o presidente da ACECAM. Fonte: ACECAM Notícias.

Sebrae vai ampliar o programa Sebrae Dela voltado para mulheres em 2024.
O programa Sebrae Delas, que incentiva, valoriza e acelera a jornada de mulheres empreendedoras, consolidou-se em 2023 como uma ferramenta fundamental de apoio e fortalecimento do empreendedorismo feminino. Para 2024, o objetivo é ampliar o olhar para as mulheres de forma interseccional, abrangendo diversos grupos, como mulheres negras, com deficiência, periféricas, com mais de 60 anos, entre outros, integrando-as ao Programa Plural, uma iniciativa do Sebrae voltada à promoção da diversidade e inclusão. Segundo a coordenadora nacional do Sebrae Delas, Renata Malheiros, o tema do empreendedorismo feminino está avançando e ganhando cada vez mais destaque. No entanto, ainda existem grandes desafios a serem superados. Com base em dados de um estudo encomendado pelo Sebrae, as mulheres enfrentam dificuldades, como menos apoio para abrir ou gerir pequenas empresas. Além disso, dedicam quase o dobro de horas aos cuidados familiares em comparação aos homens, e mais de 40% delas já sofreram ou conhecem alguém que enfrentou discriminação de gênero. “Sabemos que, na diversidade, temos mais ideias diferentes, que é um princípio da inovação, que está diretamente ligado à competitividade”, destaca a coordenadora. Em 2023, mais de 150 mil mulheres foram atendidas por meio de cursos, consultorias e mentorias para o desenvolvimento de competências emocionais. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

VAREJO NO RIO DE JANEIRO CRESCE ACIMA DA MÉDIA NACIONAL
Análise feita pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ), com base na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) de setembro de 2023, do IBGE, mostra que o varejo no Rio de Janeiro registrou aumento de 3,1% em relação a agosto, na série com ajuste sazonal (que leva em conta as diferenças entre cada mês, como número de dias úteis, por exemplo). Com isso, o resultado do comércio varejista fluminense foi o maior de todo o país. O índice apresentou crescimento de 7,1% ante setembro de 2022. As categorias com alta em 12 meses foram hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (13,3%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,7%) e combustíveis e lubrificantes (6,1%). “A atividade de hiper e supermercados tem apresentado ganhos consecutivos desde julho deste ano, devido ao aumento do poder de compra das famílias em relação à alimentação no domicílio. Assim, seu crescimento e maior peso na composição do índice estimulam o comércio varejista a permanecer no campo positivo, mesmo com o desempenho mais modesto em outras atividades”, explica o diretor-executivo do IFec RJ, João Gomes. O varejo no Rio de Janeiro “apresentou a segunda maior alta interanual da atividade (13,3%), além de ter apresentado crescimento interanual do saldo de contratações de trabalhadores formais superior ao nacional, segundo dados do Caged [sistema de registro de trabalhadores com carteira]”, comemora Gomes. “Para os próximos meses, espera-se que um consumo mais amplo ganhe força a partir da melhora nas condições financeiras das famílias, tanto através do programa Desenrola Brasil quanto da suavização dos efeitos da política monetária restritiva”, analisa o diretor-executivo do IFec RJ. No país, o volume de vendas do comércio varejista avançou em setembro, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio. O índice registrou aumento de 0,6% em relação ao mês de agosto. Além disso, o índice apresentou crescimento de 3,3% ante setembro de 2022. Fonte: https://monitormercantil.com.br/

Black Friday 2023: expectativas promissoras e crescimento sustentável
A Black Friday é um evento de compras anual que tem se consolidado como um dos momentos mais aguardados pelos consumidores e varejistas no Brasil. Em 2023, a expectativa é de que a Black Friday continue a sua trajetória de sucesso, com projeções que apontam para um evento ainda mais promissor. Segundo a Neotrust, empresa especializada em análise de dados, o cenário para a Black Friday de 2023 é positivo. Uma das principais métricas que indicam esse sucesso é o ticket médio das compras realizadas durante o ano. De acordo com a Neotrust, em 2023, o ticket médio está em aumento, chegando a impressionantes R$ 473,00. Esse valor representa uma aproximação do maior patamar histórico já registrado (R$ 475,00 no segundo trimestre de 2021), indicando que os consumidores estão dispostos a investir mais em suas compras durante a Black Friday. Além do aumento no ticket médio, outra previsão empolgante é o crescimento nas vendas durante a Black Friday de 2023. A Neotrust projeta um aumento de 12,6% nas vendas em comparação com o ano anterior, consolidando a tendência de crescimento sustentável desse evento no mercado brasileiro. A Black Friday de 2023 promete ser um evento promissor, com indicadores positivos, como o aumento no ticket médio e a previsão de crescimento nas vendas. A maturidade do mercado brasileiro, a digitalização do varejo e a variedade de produtos em promoção são fatores-chave que contribuem para esse cenário positivo. Os consumidores estão mais preparados do que nunca para aproveitar as melhores ofertas, e os varejistas estão se preparando para atender a essa demanda crescente. Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/black-friday-2023

O QUE ESPERAR DO FUTURO DO VAREJO???
O futuro do varejo será de convergência total entre as lojas físicas e lojas online, com tecnologias inovadoras como Realidade Virtual (RV), Realidade Aumentada (RA), metaverso e web 3.0. Será um avanço inédito da transformação digital na economia e a criação de uma nova experiência do cliente. Compras feitas por meio de algoritmos, lojas com autoatendimento, robôs empacotando encomendas, simulações de produtos com realidade aumentada. Parece ficção científica, mas é apenas o futuro do varejo que já está chegando. Nos próximos anos, veremos um avanço inédito da transformação digital na economia e a criação de uma nova experiência do cliente. A expectativa é que as barreiras entre o mundo físico e o mundo digital sejam rompidas e tudo se torne uma única realidade. Agora a pergunta é: você está preparado para esse novo cenário? Como será o futuro do varejo com as novas tendências do e-commerce. Com a pandemia da covid-19, a digitalização acelerou-se ainda mais, adiantando as mudanças que já eram previstas para o mercado. Agora, temos um cenário pós-pandemia à frente com mudanças radicais nos hábitos de consumo da população e novas oportunidades para o comércio eletrônico. Se você quer garantir o sucesso do seu e-commerce no futuro do varejo, precisa colocar as tendências do mercado no seu radar. A melhor forma de fazer isso é acompanhar mídias especializadas, também é importante se manter atualizado com cursos e conteúdos específicos. Observar o que seus concorrentes estão fazendo e o que está dando certo é essencial para se manter sintonizado às tendências do varejo online. Então, aposte no benchmarking e fique por dentro das novidades do seu segmento. Fonte: https://www.nuvemshop.com.br/blog/futuro-do-varejo.

DIA DAS CRIANÇAS
O Dia das Crianças, ou simplesmente Dia da Criança, é comemorado em 12 de outubro no Brasil. Nessa data, homenageamos as criancinhas e, por isso, diversos eventos infantis e entrega de presentes são realizados. Além das festividades, a data alerta para muitos problemas enfrentados pelas crianças de todo o mundo. Merecem destaque a educação, o trabalho, a exploração e o abuso infantil, ou mesmo a fome e a subnutrição. No Brasil, o Deputado Federal Galdino do Valle Filho propôs a criação de um dia que homenageasse as crianças. Assim, no governo do Presidente Arthur Bernardes, foi instituído o Dia Nacional da Criança por meio do Decreto n.º 4.867, de 5 de novembro de 1924. O dia 12 de outubro foi escolhido para homenagear a data em que Cristóvão Colombo descobriu as Américas. O próprio colonizador, que descobriu a América em 1492, batizou o continente de “continentes das crianças”, visto que as terras além-mar foram descobertas mais tarde. No entanto, essa data começou a ser celebrada décadas depois. Em 1960, a famosa fábrica de brinquedos Estrela e a loja dedicada a produtos infantis, Johnson & Johnson, se uniram com o intuito de comercializarem mais produtos. Assim, eles propuseram a criação de uma semana que ficou conhecida como “Semana do Bebê Robusto”. Foi a partir desse momento que a data (proposta pelo antigo decreto) começou a ser celebrada e atualmente é uma das mais famosas do país. Fonte: https://www.todamateria.com.br/dia-das-criancas/

Emenda do emprego estimula mercado de trabalho e aprimora a reforma tributária.
O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, reuniu-se, no dia 16 de agosto, na sede da CNC em Brasília, com o senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da reforma tributária no Senado. Tadros entregou ao parlamentar duas sugestões ao texto final: a Emenda do Emprego e a Emenda dos Serviços. Na reunião, o presidente da CNC reforçou que a reforma tributária é essencial ao desenvolvimento econômico do País. “Entendemos que esse é um anseio das empresas e da população há bastante tempo, por se tratar de um sistema complexo e oneroso”, afirmou Tadros. No entanto, ele ponderou que o setor de serviços não deve ser penalizado. “Prever a mesma alíquota acaba por majorar a carga tributária dessas empresas, o que afronta um dos pilares da própria reforma tributária.” A Emenda dos Serviços, apresentada pela CNC, sugere que uma lei complementar estipule uma relação de atividades do setor de serviços para que então sejam aplicadas alíquotas nominais inferiores, mantendo o equilíbrio da carga tributária. A outra proposta entregue ao senador Eduardo Braga é a Emenda do Emprego, que prevê que atividades altamente empregadoras utilizem um redutor da alíquota nominal atrelada ao seu grau de empregabilidade. A emenda tem o objetivo de reduzir o IVA recolhido pela empresa, na medida em que ela tenha custos previdenciários elevados em decorrência da utilização intensiva de mão de obra. Com isso, além de reduzir o aumento dos preços praticados, ela incentiva a formalização de postos de trabalho e a criação de novas vagas. Fonte: https://oglobo.globo.com/

ESTADO DO RIO EM ALERTA – H5N1
O Governo do Estado do Rio de Janeiro decretou, nesta sexta-feira (18), estado de emergência zoossanitária, por 180 dias, em função da detecção da infecção pelo vírus H5N1, da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP). O decreto n° 48.644 (de 17 de agosto de 2023) com a medida, foi publicado na edição desta sexta-feira do Diário Oficial do Estado, seguindo recomendação da Portaria nº 587 do Ministério da Agricultura e Pecuária. A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento (SEAPPA) reforça que a doença está controlada, registrando 16 casos em nove municípios, mas apenas em aves silvestres migratórias. A gripe aviária é causada pela cepa da Influenza A, subtipo H5N1. É uma doença viral altamente contagiosa que afeta aves, e em casos raros, humanos. O vírus pode ser transmitido para humanos através do contato com aves infectadas, seja diretamente ou indiretamente. As aves silvestres, durante a migração, podem contaminar as aves domésticas que são criadas soltas. Isso se deve ao fato de que estas podem, por exemplo, compartilhar o mesmo reservatório de água, e aves doentes podem contaminar esse reservatório com excreções. Os vírus podem ser levados por meio de animais, como roedores, equipamentos contaminados e, até mesmo, sapatos de um local para outro, facilitando que a doença se espalhe entre granjas. Para fins de investigação, é necessário realizar exames nas aves doentes a fim de identificar o tipo de influenza que provocou a doença. A orientação da SEAPPA é que a população siga as instruções: “Em caso de encontrarem aves doentes ou mortas, as mesmas não devem ser manipuladas sem a utilização de equipamento de proteção individual, e a Defesa Agropecuária deve ser acionada imediatamente caso ocorra suspeita da doença”. Fonte: https://www.saude.rj.gov.br/noticias...

PREPARATIVOS DO COMÉRCIO PARA O DIA DOS PAIS
No próximo domingo será comemorado o Dia dos Pais, que é a quarta melhor data para o comércio, ficando atrás apenas do Natal, Dia das Mães, e Dia dos Namorados. E os lojistas estão bastante otimistas com as vendas. E nestes dias que antecedem o Dia dos Pais, os lojistas devem se preparar ainda mais para conquistar os consumidores. Seguem algumas dicas de estratégias para que os lojistas possam atrair os filhos que estarão à procura de presentes para seus pais. A primeira dica é caprichar no visual da loja. Datas comemorativas pedem vitrines temáticas. Portanto, nesta semana a loja deve ser personalizada com criatividade. Para o pequeno lojista, que não pode contratar um vitrinista, a opção é pesquisar referências na internet e adaptar para a realidade do seu negócio. Via de regra, cores como verde, azul e violeta são as mais utilizadas em ações voltadas para o segmento masculino. Também é importante avaliar a disposição dos móveis, araras e provadores. Se possível, melhore a circulação dos clientes no estabelecimento, valorizando os produtos que estão em oferta. Outro recurso eficiente para convencer o consumidor a comprar mais itens é montar combos com preços promocionais, principalmente para quem não consegue escolher um produto entre vários. Reforçar o atendimento nesta semana que antecede o Dia dos Pais também é uma forma de beneficiar os clientes e vender mais. Aliás, é importante que os lojistas avaliem o custo e o benefício de abrir um pouco mais cedo ou fechar mais tarde para conseguir receber o público que trabalha durante o horário comercial. Dessa forma, além de focar no atendimento aos finais de semana, consegue atrair uma parcela de clientes que prefere comprar nos dias de semana, que geralmente são mais tranquilos, e com menos movimento no comércio. Fonte: https://bandnewsfm.com

Venda de dívida bancária pode impedir negociação via Desenrola.
A transferência de dívidas bancárias para outras empresas, embora seja uma prática regular, é um obstáculo à negociação pelas regras do programa Desenrola, lançado neste mês. A venda ocorre quando um banco repassa o débito de um cliente a uma empresa de cobrança ou securitizadora por um valor geralmente abaixo da cifra devida. A partir daí, cabe a esse novo credor lidar com a negociação e buscar o pagamento. O problema é que, conforme o Ministério da Fazenda, essas instituições fora do sistema bancário ainda não estão contempladas pelo projeto federal de combate à inadimplência. O ministério esclareceu em nota que "nessa primeira etapa, estão sendo renegociadas somente dívidas com instituições financeiras, e não fazem parte as dívidas que tenham se originado nos bancos, mas foram transferidas para outros credores. A segunda etapa do programa será aberta para diferentes credores, além dos bancos. O Ministério da Fazenda divulgará oportunamente os prazos para habilitação desses credores e o cronograma para renegociação". Dessa forma, quem teve o seu contrato negociado tem duas opções: aguardar pela inclusão no programa federal, caso se enquadre nas regras da próxima etapa, ou buscar um acordo mesmo fora do Desenrola. Conforme o diretor da Serasa, Matheus Moura, costuma haver disposição das empresas de cobrança ou securitizadoras em achar uma saída — o que pode ser feito diretamente ou por intermediários como a própria Serasa. Há casos específicos em que o desconto pode chegar a mais de 90%. Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/

Vendas no comércio crescem em março e avançam 2,4% no 1º trimestre.
As vendas no comércio cresceram 0,8% em março frente a fevereiro de 2023, se recuperando do mês anterior, na qual havia estabilidade. Com isso, no primeiro trimestre do ano, as vendas do comércio registraram crescimento de 2,4% comparado ao mesmo período de 2022. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira, 17, pelo IBGE. “Esse aumento de 0,8% representa a saída de uma estabilidade em fevereiro para um resultado que podemos considerar como crescimento. Além disso, ao observarmos os últimos três meses juntos, vemos ganho de patamar de 4,5% em relação a dezembro do ano passado, último mês de queda”, comenta o gerente da pesquisa, Cristiano Santos. A alta no mês foi acompanhada por três das oito atividades que fazem parte do comércio varejista: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (7,7%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,7%) e Móveis e eletrodomésticos (0,3%). Quatro apresentaram resultados negativos: Tecidos, vestuário e calçados (-4,5%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,2%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-0,6%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,1%). Já o setor de Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, maior peso no índice, ficou estável (0,0%). Fonte: https://veja.abril.com.br/economia/vendas-no-comercio-crescem-em-marco-e-avancam-24-no-1o-tri/

A evolução do varejo no Brasil
Nas últimas décadas, um intenso ritmo de transformações foi observado nas instituições varejistas brasileiras. Basta retroagir no tempo até início da década de 60 – e verificar que a maioria dos formatos de "varejo de loja" atual não existia naquela época. Não se encontravam os shopping centers. Os hipermercados, os autosserviços de materiais de construção ou as redes de franquias. E, muito menos, as lojas de eletrodomésticos associadas à informática e as empresas globalizadas. Estando a população com as necessidades básicas atendidas, novos desejos como a socialização e a informação foram despertados. E, na busca da satisfação desses anseios, as compras representavam momentos agradáveis e desejáveis para as pessoas, pois as opções eram escassas. Este ambiente proporcionou oportunidades para o surgimento e o desenvolvimento de lojas de compra comparada, especializadas nas cidades mais desenvolvidas. O perfil dos consumidores mudou. Hoje, eles estão buscando obter o máximo de valor pelo menor preço nos bens que adquirem, pela necessidade de reduzir os custos financeiros. O preço passou a ser priorizado visando uma transação mais eficiente. Assim, deste novo perfil de consumidor, resultaram as estratégias de custos, no surgimento de novos formatos de varejo. Para entregar cada vez mais experiência, conveniência e serviços no futuro do varejo, o lojista, deve automatizar os seus processos utilizando uma vasta quantidade de ferramentas que estão ao seu dispor. Cada vez mais o varejo terá que incorporar novas tecnologias que já estão em poder do novo consumidor. Fazer a transformação digital do varejo, ou seja, ter um e-commerce, oferecer uma experiência omnichannel, onde o cliente possa comprar na web e retirar na loja, será apenas o novo normal em 2023. Temos de ousar mais se quisermos ser relevantes no futuro do varejo. Fonte: https://nerus.com.br/

Confiança do comércio recua para menor nível desde julho de 2021
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) recuou 1,6% em março ante fevereiro, para 112,3 pontos, informou nesta quarta-feira (29) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Foi o quarto mês seguido de queda. Conforme a entidade, a leitura de março é a menor desde julho de 2021. A queda foi puxada pela percepção dos comerciantes sobre o presente. “O destaque do mês foi novamente a queda de 7,6% da avaliação das condições atuais, a mais intensa retração desde julho de 2020, ainda no início da pandemia de Covid-19”, diz a nota divulgada pela CNC. Para a maioria dos empresários entrevistados em março, a economia piorou. O subíndice de avaliação das condições econômicas atuais tombou 16,1% em março ante fevereiro. “Entre os varejistas, 58,1% consideram que o desempenho da economia está pior do que no mesmo período do ano passado”, diz a nota da CNC. “A crise no crédito tem afetado o grande varejo nos últimos meses, com menor disponibilidade de recursos e juros altos. Esse contexto influencia negativamente a confiança dos agentes”, diz a nota da CNC. O indicador que mede as intenções de investimento caiu 0,7% em março ante fevereiro, para 101,5 pontos, o menor patamar em 20 meses. O recuo na intenção de investir foi maior entre os varejistas de supermercados, farmácias e cosméticos, com queda de 4,2%. Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/

Juros elevados diminuem vendas e enfraquecem o comércio, dizem economistas
A alta taxa de juros e o tempo de permanência em patamar elevado prejudicam o comércio ao desestimular o consumo e encarecer as operações de linha de crédito para as empresas, segundo especialistas consultados pela CNN. “Com os juros que estamos, por um longo tempo, isso tem um duplo efeito. Primeiro, o crédito para capital de giro fica mais caro para o comércio varejista. E, segundo, com este patamar da Selic, a economia desacelera. Logo, o consumo diminui e o comércio passa a vender menos”, diz Rodrigo Simões economista e professor da FAC-SP. A taxa de juros no início de 2022 era de 9,15% e encerrou o ano no patamar atual de 13,75% ao ano. Segundo Simões, o setor, principalmente o comércio varejista, depende em grande medida do crédito para girar o caixa, uma vez que as margens de lucro são baixas. Trata-se, na avaliação dele, de operações que mantém muitas empresas vivas no dia a dia. O especialista explica que a queda do consumo aliada às projeções de desaquecimento da economia faz com o crédito fique ainda mais caro. Ainda que tenha crescido 2,9% em 2022, a economia brasileira demonstrou, no quarto trimestre, sinais de desaceleração ao recuar de 0,2% em comparação com o período imediatamente anterior. “Se olharmos apenas os juros, isoladamente, ele é um vilão. Mas ele está alto para a combater a inflação que ainda é persistente. Temos visto perspectivas de aumento da inflação ao longo desse ano”, diz Medina. Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/

CMDCA lança campanha "Leãozinho Solidário"
O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - CMDCA, em parceria com a Prefeitura Municipal de Cachoeiras de Macacu, realizaram no dia 15 de Março, reunião de lançamento da Campanha “Leãozinho Solidário”. O evento contou com participação de representantes do CRC - Conselho Regional de Contabilidade. A Campanha visa conscientizar os profissionais de contabilidade e os contribuintes, que em realizando a Declaração de Imposto de Renda, podem optar por direcionar parte dos valores a serem pagos, com destinação para o atendimento à crianças, adolescentes e pessoas idosas. Assim, no caso de pessoas físicas, o valor é deduzido integralmente do imposto a pagar ou acrescentado à restituição a receber. A destinação de parte do imposto de renda, portanto, além de um direito, é também um exercício de cidadania. Destinações para Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, também conhecidos como FIA (Fundos da Infância e Adolescência) são de fundamental importância para o desenvolvimento de projetos voltados ao público infanto-juvenil, especialmente aqueles em situação de risco social, e são aplicados para erradicação do trabalho infantil, profissionalização de adolescentes, combate a maus tratos, exploração sexual e uso de drogas, entre outros. Ressalta-se que o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente de Cachoeiras de Macacu, já está apto para receber tais contribuições. Vamos Colaborar!!!! – Fonte: Arquivo ACECAM.

Micro e pequenas empresas do Rio de Janeiro geraram mais de 128 mil empregos.
Levantamento do Sebrae Rio reforça importância dos pequenos negócios para retomada econômica do Rio de Janeiro. As micro e pequenas empresas do Estado do Rio de Janeiro foram responsáveis por mais de 128 mil empregos com carteira assinada no ano passado. As MPE foram responsáveis por 66% dos empregos formais no Rio de Janeiro, sendo o terceiro estado que mais criou vagas de emprego, ficando atrás apenas de São Paulo (431 mil vagas) e Minas Gerais (159 mil oportunidades). Já as médias e grandes empresas produziram 34% das demais vagas. É o que aponta levantamento do Sebrae Rio, com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). “Em 2021, 88% das vagas formais criadas no estado foram pelos pequenos negócios. Ao longo de 2022, mesmo em um ano desafiador para toda a economia, os empreendedores permaneceram sustentando o mercado de trabalho, movimentando o poder de consumo, o que reforça a importância das micro e pequenas empresas para a retomada do crescimento da atividade econômica”, sustenta Antonio Alvarenga, diretor-superintendente do Sebrae Rio. Os setores de Serviços, Comércio e Construção Civil criaram 89% dos empregos formais no Estado do Rio de Janeiro. Todos os setores apresentaram saldo positivo de empregos. O setor de Serviços criou mais de 76,9 mil vagas, com destaque para restaurantes e similares (8,1 mil), serviços combinados de escritório e apoio administrativo (6 mil) e lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares (3,8 mil). Já o comércio gerou mais de 18,5 mil postos de trabalho, com destaque para supermercados (2,4 mil) e minimercados, mercearias e armazéns (1,6 mil). Setenta por cento das oportunidades formais criadas pelos pequenos negócios dos munícipios estão localizadas no Rio de Janeiro (66,1 mil), Niterói (6,4 mil), Duque de Caxias (5,2 mil), São Gonçalo (4,1 mil), Macaé (3,9 mil) e Campos dos Goytacazes (3,1 mil). Fonte: https://diariodorio.com/

PIX é principal forma de pagamentos recebidos por MEIs e PMEs, diz estudo.
Pesquisa do Sebrae e IBGE mostra que os microempreendedores individuais são os que mais recebem pagamento via PIX: de cada 10, 5 têm no PIX a principal forma de recebimento. O PIX já é o meio de pagamento mais utilizado pelos clientes dos pequenos negócios. A ferramenta digital é a principal forma de recebimento para 42% dos empreendedores e está à frente de outras modalidades como dinheiro e cartões de crédito e débito. As informações são de uma pesquisa realizada pelo Sebrae e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A primeira edição do levantamento ouviu, entre o fim de agosto e as duas primeiras semanas de setembro, mais de 6 mil empresários de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal. Separados por porte, o PIX teve seu melhor desempenho entre os MEIs: 51% deles afirmam que esse é principal meio de pagamento utilizado em suas vendas. Entre as micro e pequenas empresas, o PIX é o principal meio para 28% dos entrevistados, quantidade bem próxima à do cartão de crédito, que corresponde a 30%. “Já havíamos percebido esse movimento de crescimento do PIX em pesquisas anteriores e, agora, constatamos que o meio digital vem ocupando, cada vez mais, lugar de destaque entre as formas de pagamento usadas pelos empreendedores”, destaca o presidente do Sebrae, Carlos Melles. Levantamento realizado pelo Sebrae no início do ano já havia detectado que 9 em cada 10 empreendedores de pequeno porte já estavam aceitando pagamentos via PIX. Fonte: https://g1.globo.com

Petrobras busca investidores para o Polo GasLub
A Petrobras abriu uma consulta ao mercado para atrair investidores interessados na aquisição de terrenos da companhia em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A oferta acontece no Polo GasLub, novo nome do repaginado Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj). Da área de cerca de 3km² de área terraplanada, a empresa está disposta a negociar até 2,1 km². O polo abriga a Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), que receberá gás vindo do polígono do pré-sal da Bacia de Santos, por meio de um gasoduto com cerca de 355 quilômetros de extensão, o Rota 3. No entanto, a empresa anunciou no último dia 12 que a obra foi paralisada unilateralmente pelo consórcio responsável pela construção. A estrutura, que originalmente ficaria pronta em 2020, tinha inauguração prevista para o segundo semestre deste ano. Agora, o mercado projeta que o funcionamento comece em março de 2023. A UPGN, de acordo com a Petrobras, terá condições de processar até 21 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, o que supriria a demanda interna pelo produto até 2027, de acordo com projeções da estatal federal Empresa de Pesquisa Energética (EPE). A unidade para tratar gás natural é a principal parte do que restou do ambicioso projeto original, que incluía ainda duas refinarias, em meio ao programa de desinvestimento da companhia, para que se concentre na exploração de petróleo off-shore. Quando as obras foram interrompidas, o Comperj estava com 68% das obras concluídas. O trem de refino inicial da primeira refinaria estava 82% pronto. O complexo, contudo, esteve no centro das denúncias de irregularidades da Operação Lava-Jato. A empresa informou que receberá as informações dos interessados, para avaliar modelos de maior potencial para oferta dos terrenos, e destacou, em um informe, o compromisso firmado com o governo do Rio de Janeiro e a Prefeitura de Itaboraí para desenvolvimento industrial do Polo GasLub. A Petrobras analisa ainda a integração dos ativos do Polo GasLub com a refinaria Duque de Caxias, localizada na Baixada Fluminense, a única da estatal no Rio de Janeiro, para produção de óleos lubrificantes básicos e combustíveis, além da construção de uma usina termelétrica. FONTE: https://www.cnnbrasil.com.br

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